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Sertanejos conhecidos como Gordinhos morrem em acidente de carro em São Paulo

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Fábio Tomé e Guilherme Tomé, cantores que integravam a dupla sertaneja apelidada de Gordinhos morrem após acidente
de carro na tarde deste domingo (21), na Rodovia Altino Arantes (SP-351), em Batatais, interior de São Paulo.

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Gordinhos morrem em acidente de carro. Cantores sertanejos eram responsáveis pelo single toalhinha, sucesso no Youtube
Divulgação

Gordinhos morrem em acidente de carro. Cantores sertanejos eram responsáveis pelo single toalhinha, sucesso no Youtube

A notícia de que os gordinhos morrem
foi transmitida pela EPTV
. Segundo a emissora, o motorista do caminhão contou que seguia em direção a Altinópolis (SP), quando o condutor de um Honda Civic perdeu o controle da direção, invadiu a pista contrária e bateu de frente no veículo dos cantores.

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Gordinhos morrem após acidente no interior de São Paulo. Cantores receberam apelido devido a forma física
Divulgação EPTV

Gordinhos morrem após acidente no interior de São Paulo. Cantores receberam apelido devido a forma física

Ainda de acordo com informações da emissora afiliada da Rede Globo
, o carro ficou preso embaixo do caminhão e os dois veículos foram parar no meio do mato. Os dois ocupantes do automóvel ficaram retidos nas ferragens e morreram no local. Equipes do Corpo de Bombeiros foram chamadas para retirar os corpos. A perícia também foi acionada e o laudo deverá auxiliar a Polícia Civil na investigação das causas do acidente.

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Mais sobre os acidente dos Gordinhos


Gordinhos morrem após acidente de carro no interior de São Paulo. Cantores sertanejos eram irmãos e começaram a carreira em 2009
Divulgação EPTV

Gordinhos morrem após acidente de carro no interior de São Paulo. Cantores sertanejos eram irmãos e começaram a carreira em 2009

Os sertanejos
eram conhecidos como os “Gordinhos” por seu biotipo. Empenhados, eles iniciaram a carreira em maio de 2009,  quando lançaram seu primeiro disco. O videoclipe da música mais conhecida dos irmãos, Toalhinha
, tem mais 15,3 mil visualizações no YouTube.

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Os corpos dos irmãos sertanejos mortos foram enterrados em Minas Gerais nesta segunda-feira (22). O velório dos músicos aconteceu na Funerária São Vicente, em Passos. Nas redes sociais, a tag “ Gordinhos Morrem
” cedeu espaço para o luto dos admiradores, que se posicionaram majoritariamente no Instagram e Facebook.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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