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Seplag apresenta caso de sucesso em evento promovido pelo Arquivo Público

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A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio das Coordenadorias de Protocolo e de Arquivo, apresentou as principais ações internas desenvolvidas neste ano, entre elas a campanha Documento é Patrimônio, durante o workshop Boas Práticas em Gestão de Documentos, evento organizado pela Superintendência de Arquivo Público de Mato Grosso, na quarta-feira (16.10).

O intuito da campanha foi disseminar informações úteis a todos os servidores da pasta, principalmente aos responsáveis pelo registro, instrução, tramitação e arquivo de documentos. Ela foi produzida em parceria com a Assessoria de Comunicação da Seplag. Outra ação interna apresentada pela secretaria foi a realização de ciclos de palestras para os servidores.

De acordo com a coordenadora de Arquivista da Seplag, Joana Darc, os resultados dessas ações foram positivos e os servidores entenderam a mensagem. “Nós temos orientado o servidor sobre a importância da gestão de documentos. A ideia é tê-lo como um multiplicador dentro do seu órgão. O ciclo de treinamentos para nós foi muito importante porque o servidor entendeu a mensagem que queríamos passar”, disse.

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Para a coordenadora do Protocolo, Helena Lazarini, a parceria entre Arquivo e Protocolo foi fundamental para a eficiência nos serviços prestados para o cidadão. Segundo ela, o servidor passou a procurar por mais informações a respeito da classificação dos documentos.

“A partir do momento que fizemos esses ciclos de capacitações, percebemos a procura do servidor por mais informações, muitos vieram até mesmo solicitar mais ações como essa”, destacou Lazarini.

O workshop “Boas Práticas em Gestão de Documentos no Poder Executivo de Mato Grosso”, reuniu 97 servidores de várias secretarias responsáveis pela gestão de documentos e arquivos do Executivo estadual. Na oportunidade, palestrantes proveram debates sobre os desafios e as boas práticas em gestão de documentos.

(Supervisão de texto de Nayara Takahara).

Fonte: GOV MT
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Diretores de escolas relatam desafios do ensino especial

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Nesta terça-feira (12.11) é comemorado o Dia do Diretor Escolar. O sucesso da política de diversidade educacional não seria possível sem este profissional, que encara diversos desafios todos os dias. No caso dos gestores das escolas especializadas, os obstáculos podem ser ainda maiores, mas, nada que não possa ser resolvido.

Fátima Rosana Faria, da Escola Estadual Especial Livre Aprender de Cuiabá, leva em conta tanto o lado profissional como o lado humano para atender alunos com as mais diferentes deficiências.

A diretora explica que precisou conhecer aluno por aluno para entender melhor o desafio de ser gestora. A escola tem hoje 160 alunos especiais matriculados cuja idade vai de 7 a 41 anos com todo tipo de deficiência.

“Para atender a essa diversidade, você precisa trabalhar com profissionais que conhecem todas as deficiências em todos os níveis. O desafio é me colocar como parte dessa liderança de educação inclusiva. E tive que aprender muito também”, ressalta a diretora, que começou o desafio no ano passado..

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Ela assinala que todo pai, ao ver o filho nascer, deseja uma caminhada e a independência desse filho. “Esse desejo vem ainda no ventre da mãe e sofre uma mudança brusca, com um novo desafio é o acompanhamento por essa família. E o papel dessa família aqui na escola é integral”, explica.

Os alunos especiais são buscadas na prota de casa, com ônibus adaptados e com ar-condicionado. Na escola, cada um tem uma alimentação especial, com cardápio individualizado.

“A EEE Livre Aprender tem uma assessoria pedagógica especializada e uma Secretaria de Educação compromissada com a educação especial. O resultado é que hoje temos alunos alfabetizados e já solicitamos o segundo segmento para Educação de Jovens e Adultos (EJA) e assim vamos vencendo etapas por etapas”, comemora.   

Especial

Para a diretora há 12 anos do Centro Estadual de Atendimento e Apoio ao Deficiente Auditivo Professora Arlete Pereira Migueletti (Ceaada), Gláucia Inês Paes de Barros, o objetivo da gestora é realizar atendimento às perspectivas da comunidade escolar.

“É desafiador acompanhar o constante processo das inovações tecnológicas, que buscam facilitar o processo de ensino-aprendizagem. Buscamos sempre contornar essas dificuldades com criatividade e comprometimento de todos os nossos profissionais por mim dirigidos, em parceria com alunos e toda a comunidade, o que me faz sentir uma pessoa especial por fazer parte de uma equipe especial que trabalha com a Educação Especial”, ressalta.

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A Escola tem 82 alunos matriculados na educação infantil, ensino fundamental e educação de jovens e adultos (EJA). Para estudar no Ceaada, é preciso ser surdo ou ter deficiência auditiva.

Expectativas

Em outra escola estadual especial, a Raio de Sol, os desafios não são diferentes. A diretora Leila Bacani Custódio Barbosa destaca que trabalha para promover uma educação de qualidade aos alunos especiais buscando atender às suas expectativas e seus responsáveis. “Tudo isso graças a uma administração pública, transparente e democrática. A ajuda dos pais é fundamental para termos um trabalho cada vez maior”, assegura.

Fonte: GOV MT
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