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Política

Senado tenta votar nesta segunda-feira MPs que perdem a validade hoje

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O Senado pode ter um dia atípico hoje. Em plena segunda-feira, quando tradicionalmente os parlamentares ainda estão em suas bases eleitorais, uma sessão para votação de duas medidas provisórias (MPs), a 871 e a 872/19, foi marcada para às 16h.

A pressa se deve ao fato de as duas Mps perderem a validade hoje, caso não sejam votadas. Na última quinta-feira (30) o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) chegou a confirmar o acordo para a votação, mas na última hora, irritados com o fato de as matérias terem chegado somente naquele mesmo dia ao plenário do Senado, parlamentares de oposição ameaçaram pedir que o quórum mínimo de 41 senadores presentes fosse checado e conseguiram empurrar a sessão para o último prazo

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O líder do PSL, senador Major Olímpio está otimista e ao mesmo tempo cético, disse que o fim de semana foi de muitas ligações para que os senadores estejam em Brasília no horário da sessão. Segundo ele, pelas conversas, pelo menos, 64 senadores deverão cumprir o combinado. Para que a sessão de logo mais seja aberta, precisam registrar presença pelo menos 41 senadores .

A oposição, especialmente PT, PSD e Rede, podem atrapalhar os planos do governo com a estratégia de obstruir a votação e se houver quórum, votar contra as propostas. Apesar do descontentamento da oposição, a demora da Câmara dos Deputados têm irritado senadores de uma forma geral. Nos discursos eles dizem que não serão carimbadores de deliberações dos deputados. Hoje, o presidente da Câmara usou o Twitter para rebater as críticas. “Apenas para deixar bem claro: a MP 871, que tem por objetivo combater fraudes e irregularidades em benefícios previdenciários ficou 98 dias na comissão [Mista especial]. Só chegou ao plenário da Câmara dia 14/5 quando foi lida. Levou, portanto, 11 dias úteis para ser votada e aprovada”, disse. A comissão Mista especial , formada por deputados e senadores, é a primeira etapa de tramitação de uma MP, que depois segue para dos plenários da Câmara e do Senado.

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A outra MP na pauta, 872/2019, estende até dezembro de 2020 o prazo de pagamento de gratificações destinadas a servidores requisitados pela Advocacia-Geral da União (AGU). Também pelas redes sociais, o presidente do Senado não quis polemizar o assunto e preferiu ser otimista. “Conversei com alguns líderes partidários do Senado Federal nos últimos dias sobre a importância de votarmos as medidas provisórias nesta segunda-feira (3). Estamos unidos para garantir o quórum para a sessão de hoje”, afirmou.

O presidene Jair Bolsonaro também comentou no Twitter, a expectativa de aprovação da MP 871. “Caso aprovada, a ação deve gerar uma economia de R$ 100 bilhões em 10 anos, fundamental para seguirmos crescendo.

Código Florestal

Uma terceira medida provisória que também perde a validade hoje não será votada. É a MP 867/2018, que altera o Código Florestal e prorroga o prazo de adesão do produtor rural ao Programa de Regularização Ambiental. Também por causa do prazo muito apertado para debate na Casa, o presidente do Senado se comprometeu com os líderes da Casa a deixar a MP caducar.

Edição: Denise Griesinger

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Cidades

Corpos são trocados em hospital e família enterra parente errado

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Corpo de Adélio João de Souza, que tinha problemas cardíacos, foi enterrado pela família de Alaíde Rosa de Aquino, que estava com suspeita de covid-19

Um fato inusitado aconteceu na última terça-feira (26) no Hospital São Luiz, em Cáceres (225 km da Capital). Dois corpos foram trocados.  A família de Alaíde Rosa de Aquino enterrou na verdade de Adélio João de Souza, sem saber.

Adélio estava internado com problemas cardíacos e Alaíde com suspeita de covid-19. Os dois morreram na terça-feira.

Devido à confusão, o corpo de Adélio foi enterrado pela família de Alaíde, no Cemitério Park dos Ipês, em Cáceres. Alaíde é de São José dos Quatro Marcos (315 km da Capital).

Quem percebeu a confusão foi o filho de Adélio, devido à resistência do hospital em liberar o corpo de seu pai para os serviços funerários. Ao procurar o Hospital São Luiz, ele ficou sabendo que seu pai já havia sido enterrado.

Diante disso, ele procurou a família de Alaíde e ambos registraram uma denúncia na Polícia Civil.

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Os familiares denunciam que a unidade hospitalar tratou a situação com descaso.

O Hospital São Luiz, por meio de nota, informou que abriu uma investigação interna para apurar o que aconteceu e tomar todas as medidas cabíveis. Além disso, salientou que ofereceu suporte para as famílias.

Veja nota na íntegra:

A direção do Hospital São Luiz informa que abriu sindicância para apurar o ocorrido e adotará todas as medidas cabíveis.

A gestão mantém, de forma contínua, a revisão de protocolos de segurança e o caso mencionado não está de acordo com o rigor dos procedimentos do São Luiz.

Os familiares dos pacientes envolvidos foram informados, imediatamente, após identificada a situação, sendo oferecido todo o suporte para a resolução dos trâmites necessários.

Neste momento, o Hospital São Luiz lamenta o ocorrido e reitera seu compromisso com a população, amparado por seus princípios e a busca permanente pela qualidade, humanização e segurança nos serviços oferecidos.

Assessoria de Comunicação – Hospital São Luiz

Por: RepórterMT

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