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Mato Grosso

Sema tem novo horário de atendimento

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) publicou no Diário Oficial de 10 de janeiro a Portaria 10/2019, que estabelece o novo horário de funcionamento para atendimento externo. O protocolo da Secretaria irá funcionar de segunda à sexta-feira, de 8h às 17h, sem intervalo, enquanto o atendimento ao público será realizado entre 13h e 17h também durante os dias da semana.

A portaria assinada pela secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, foi construída em consonância com o decreto estadual 02/19, que retomou a jornada diária de 8 horas em todo Governo de Mato Grosso. “Acreditamos que com a extensão do horário de atendimento no protocolo, o cidadão terá acesso mais facilitado aos serviços da Secretaria”, destaca a gestora.

De acordo com regulamentação, os servidores irão cumprir a jornada de oito horas diárias entre 7h30 e 17h30, incluindo o horário de início e fim do almoço. As jornadas serão fixadas levando em consideração as demandas/atividades da cada unidade administrativa, respeitando a carga horária dos cargos e prezando pela eficiência da Administração Pública. Os dispositivos são válidos para os servidores públicos efetivos, comissionados e contratos temporariamente lotados da Sema.

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Portaria 10/2019 – Estabelecer horário de funcionamento e atendimento ao público no âmbito da Secretaria Estadual de Meio Ambiente.

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Mato Grosso

Estudantes da Escola Técnica de Lucas do Rio Verde criam projeto para descarte de resíduos sólidos

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Nas últimas décadas, os resíduos de construção e de demolição estão se tornando um dos principais agentes para a poluição ambiental. Pensado nisso, os estudantes do curso técnico em Edificações da Escola Técnica de Lucas do Rio Verde estão desenvolvendo um projeto de separação e destinação correta dos resíduos sólidos da construção civil.

A professora responsável pela disciplina Gestão de Resíduos, Fernanda Rosa explica que o projeto promove a prevenção qualitativa, com a escolha de materiais duráveis ou que possibilitem seu reaproveitamento ou reciclagem. Além disso, ela orienta as empresas para a mudança de hábitos e atitudes diante dos problemas ambientais, estimulando a busca por soluções. “Achamos viável fazer um projeto que oferecesse soluções para o problema dos resíduos sólidos gerados pela construção civil”, afirma.

O projeto começou em fevereiro deste ano e funciona duas vezes por semana. “São pequenas ações que podem fazer a diferença para o nosso planeta”, lembra o aluno Jonilson Dias.

Fernanda conta que os alunos estão construindo maquetes em sala de aula, colocando em prática o que aprendem na teoria. “Diante deste cenário, a viabilização da reciclagem dos resíduos sólidos é imprescindível. A coleta seletiva é um processo que envolve mudança de valores e atitudes, e que, para dar certo, precisa que o cidadão e as empresas estejam conscientes de sua importância”.

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De acordo com ela, o produto reciclado não pode ser usado na estrutura de prédios, mas são perfeitos para casas, pisos, ruas e estradas: “Tudo o que eu posso fazer com material natural eu posso fazer com material reciclado desde que ele seja devidamente trabalhado, estudado para que a gente faça uma dosagem perfeita pra que esse uso seja semelhante”.

O diretor da Escola Técnica, José Mainardi explica que os trabalhos relacionados à preservação do meio ambiente são de suma importância para educar as novas gerações sobre a necessidade do cuidado com o planeta. “Nossa intenção é formar multiplicadores. Eles aprendem e repassam para os outros profissionais. A intenção é que esse público acabe com velhas práticas, que terminam por danificar o meio ambiente”.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Resíduos da Construção Civil (Abrecon), o Brasil tem 310 usinas de reciclagem. Há espaço para muito mais. “Somente 36% dos municípios têm um plano efetivo, tem previsto o uso preferencial do agregado, esse é um dos grandes gargalos que a usina tem”, diz Hewerton Bartoli, presidente da Abrecon.

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Fonte: GOV MT
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