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Polícia

Sema faz maior apreensão de madeira dos últimos 10 anos

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Município de Colniza é considerado um dos maiores focos de desmatamento ilegal do Estado

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) apreendeu, em uma madeireira no distrito de Três Fronteiras (Guatá), em Colniza, 2.880 metros cúbicos de madeira ilegal, o equivalente a 140 caminhões carregados.

O Município do Noroeste de Mato Grosso é considerado um dos maiores focos de desmatamento ilegal e a apreensão de madeira em pátio realizada nesta quinta-feira (25) é a maior dos últimos dez anos.

A sétima fase da Operação Proteger foi conduzida por agentes da Sema Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso, Força Tática e Batalhão da Polícia Militar de Proteção Ambiental.

Durante a operação, também foram embargadas outras duas madeireiras por atuarem em desconformidade com a licença ou contrariando normas ambientais.

Foram aplicados mais de R$ 1,3 milhão em multas para os três empreendimentos. Para realizar o trabalho, o serviço de inteligência da Sema identificou a movimentação suspeita de créditos de madeira e procedeu na incursão em campo para averiguar as irregularidades.

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“Assumimos em Paris o compromisso de zerar o desmatamento ilegal até 2020. A apreensão realizada em um dos pontos mais críticos de Mato Grosso é fruto de um trabalho constante e estruturante de investimento em fiscalização, integração de sistemas, inteligência, mapeamento da cadeia de custódia da madeira e transparência no setor”, destaca o secretário de Estado de Meio Ambiente André Baby.

De acordo com o gestor, para atingir as metas definidas em acordos internacionais, a atuação conjunta e transversal dos diversos órgãos do Estado é fundamental para que as ações de combate ao desmatamento ilegal tenham êxito.

Em sete fases, a Operação Proteger, que tem o objetivo de coibir o comércio irregular de madeiras no estado de Mato Grosso, aplicou, ao longo de 2018, mais de 34 milhões de reais em multas e apreendeu cerca de 4.600 metros cúbicos de madeira irregular em pátio.

“Dessa forma, as operações que visam o controle do comércio ilegal de madeira serão intensificados na região e divergências no comércio de madeira não serão toleradas pela fiscalização”, enfatiza o coordenador de Fiscalização de Flora (CFF) da Sema, Fabiano Bernini. O agente atuou em conjunto mais 15 pessoas na operação realizada em Colniza.

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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