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Sem maquiagem, Anitta curte praia sem sol e mostra corpo sarado

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Anitta compartilhou com seus seguidores no Instagram
os cliques que fez durante um passeio a praia neste domingo (21), no Ceará, onde também apresentou seu show. Sem maquiagem e com um biquíni colorido, a cantora mostrou seu corpo sarado e também o descontentamento por ter ido à praia em um dia nublado. 

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Sem maquiagem, Anitta curte praia sem sol e mostra corpo sarado
Reprodução/Instagram

Sem maquiagem, Anitta curte praia sem sol e mostra corpo sarado

Nos stories, Anitta
contou a expectativa que estava para aproveitar um dia de folga em meio a agenda corrida. “O tempo está ruim, mas a gente é ruim também. A gente vem e fingi que o tempo está bom. Mas é sempre assim, calor todos os dias, mas quando a gente resolve ter uma folga, uma praia…”, desabafou, que logo em seguida foi orientada por um amigo a ‘enganar’ o tempo.

“Se vai fazer sol a gente tem que falar para o tempo que a gente vai fazer outra coisa? É isso?”, brincou, que depois celebrou o surgimento do sol e entrou no mar, como seguiu aproveitando o dia nas piscina do hotal. 

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Os fãs adoraram o clique compartilhado pela estrela e não perderam tempo para elogiar a dona dos hit Vai Malandra
, Bang
e Medicina
. “Que maravilhosa”, disse uma seguidora. “Admiro ela por ser tão natural. Sem filtro e sem make, mostrando sua beleza natural”, elogiou outra fã. “Eu quero é CLOSE! Eu quero beleza!”, brincou um fã.

Também teve fã pedindo para que a estrela não demore a chegar no seu próximo destino e mostrando preocupação com o tempo. “Diva, vai vem logo para Belém para não atrasar o show. Daqui a pouco começa a chover e fica ruim de pousar com chuva”, disse. 


Sem maquiagem, Anitta curte praia sem sol e recebe elogios dos fãs
Reprodução/Instagram

Sem maquiagem, Anitta curte praia sem sol e recebe elogios dos fãs

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Desde a sua separação com o empresário Thiago Magalhães, em setembro, Anitta
demostrou interesse no jogador de futebol colombiano James Rodriguez, curtindo e comentando as fotos do atleta. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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