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Política

Sem consultar os Campos, Fabio Garcia muda direção do DEM e causa crise

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O ex-deputado federal e suplente de senador Fábio Garcia, presidente licenciado do DEM de Mato Grosso, abriu uma crise na sigla ao escalar pessoas ligadas ao governador Mauro Mendes para comandar o diretório do DEM de Cuiabá.

De olho nas eleições municipais e, também, afastar a sigla para longe do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) – que ensaia candidatura à reeleição – Garcia decidiu, nos bastidores, colocar na presidência municipal Alberto Machado, o Beto 2 a 1. Na vice-presidência está o ex-vereador Domingos Sávio, atual assessor do deputado Eduardo Botelho, além do advogado Pascoal Santulo, na tesouraria. Chica Nunes, ex-presidente da Câmara de vereadores da Capital, e Júlio Campos também integram a lista.

A decisão pegou a família Campos de surpresa, que considerou a atitude de Fábio Garcia um desrespeito com os milhares de filiados ao partido. Júlio Campos, presidente regional em exercício do DEM, pediu reunião extraordinária para pedir explicações. O senador Jayme Campos também teria se irritado com seu suplente.

A reunião para tentar solucionar a crise está marcada para sexta-feira (16).

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Por: RepórterMT

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Espero enviar reforma administrativa esta semana, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (17) a tarde que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma administrativa está sendo finalizada e deve ser enviada ainda esta semana ao Congresso Nacional. 

“Estamos na iminência de mandar a reforma administrativa, não vai atingir os já servidores, não vai ser mexido nada no tocante a eles. Quero falar que está ultimando, sempre tem um pequeno acerto a mais para fazer. Amanhã, a previsão, à tarde, é que eu [devo] ser apresentado à nova proposta. Espero que essa semana nasça essa criança aí, que está demorando muito para nascer”, disse ao chegar de volta ao Palácio do Alvorada, residência oficial. 

Pela manhã, o presidente havia dito que a reforma administrativa está “madura” para ser apresentada e negou que o governo decidiu paralisar concursos públicos, mas que só manterá os essenciais até a aprovação da reforma. O projeto deve acabar com a estabilidade automática para futuros servidores públicos. 

A ideia seria definir um tempo para atingir a estabilidade, de acordo com cada carreira e com uma avaliação de desempenho. Além disso, outro objetivo da medida seria reduzir o número de carreiras de cerca de 300 para algo em torno de 20 e que os salários para quem entrar na carreira pública passem a ser menores do que são atualmente.

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Algumas categorias, segundo o presidente, manterão a estabilidade e outras prerrogativas vigentes atualmente, mas que caberá ao Parlamento definir quais serão os segmentos a serem contemplados. “Vamos ter algumas [categorias], que serão propostar por nós, e depois o legislativo pode alterar e propor outras. Grande parte, quem faz a reforma, como sempre foi, a palavra final é do Legislativo, ainda mais PEC, ele dicidem, eles promulgam”, disse.  

Edição: Fábio Massalli

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