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Selma Blair, atriz de “Segundas Intenções”, revela ter esclerose múltipla

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A atriz Selma Blair, 46, famosa pelos filmes “Segundas Intenções” (1999), “Tudo para Ficar com Ele” (2002) e “Hellboy” (2004), anunciou neste sábado (20) que foi diagnosticada com esclerose múltipla


Selma Blair faz emocionante postagem no Instagram para revelar que tem esclerose múltipla
Reprodução/Internet

Selma Blair faz emocionante postagem no Instagram para revelar que tem esclerose múltipla

O diagnóstico coloca Selma Blair
junto com estimadas dois milhões e meio de pessoas que sofrem da doença que ataca o sistema central e provoca distúrbios na comunicação entre o cérebro e o corpo. A atriz fez uma emocionante postagem em seu Instagram para compartilhar com o público o diagnóstico, que recebeu no dia 16 de agosto.

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“Eu tenho esclerose múltipla”, postou a atriz americana. “Eu estou exacerbada. Pela graça de Deus, força de vontade e produtores na Netflix, eu tenho um emprego. Um emprego maravilhoso”, comentou a respeito da série “Another Life”
, que ainda está sendo produzida.

“Eu estou incapaz. Eu caio às vezes. Eu deixo cair coisas. Minha memória está bagunçada e meu lado esquerdo está pedindo direções para um GPS quebrado. Mas a gente está seguindo em frente”, observou a atriz. “Eu não sei exatamente o que irá acontecer, mas eu farei o meu melhor”. 

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Blair conta que desde o momento de seu diagnóstico está recebendo muito apoio e amor de seus familiares, amigos e colegas de trabalho. “Eu ainda estou aprendendo a lidar com isso, mas espero dar esperança para outros e para mim mesma”, observou a atriz. “Eu sou uma pessoa otimista e eu quero que a minha vida seja plena. Eu tenho essa doença incurável há pelo menos 15 anos. Agora eu sei e estou aliviada por saber e compartilhar”.

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A carreira de Selma Blair


A atriz Selma Blair em evento nos Estados Unidos
reprodução/Hollywood Reporter

A atriz Selma Blair em evento nos Estados Unidos

Não faz muito tempo que Selma Blair desativou sua conta no Twitter após retaliações por se posicionar a favor de James Gunn,  diretor de “Guardiões da Galáxia” sumariamente demitido pela Disney
após ressurgirem tweets antigos seus com piadas contra minorias.

A atriz começou em Hollywood em papeis menores em filmes como “Será Que Ele É?” (1997) e “Pânico 2” (1997). Seu primeiro papel de destaque foi em “Segundas Intenções” (1999) em que protagoniza uma cena de beijo lésbico com Sarah Michelle Gellar. 

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Presente em filmes como “A Névoa” (2005) e “Em Sua Pele”, Selma Blair
vem se dedicando mais à TV nos últimos tempos. Antes de “Another Life”, ela atuou em “Tratamento de Choque”, produção estrelada or Charlie Sheen.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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