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Segunda etapa da vacinação contra sarampo começou nesta segunda (18)

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Começou nesta segunda-feira (18) a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. Nesta fase o público-alvo é de adultos não vacinados de 20 a 29 anos. Para eles serão aplicadas as doses da vacina Duplo Viral, que protege contra o Sarampo e a Rubéola. Esta segunda etapa será realizada até o dia 29 de novembro, e no sábado (30) acontecerá o “Dia D”.

Segundo a Responsável Técnica (RT) de Imunização da Secretaria de Saúde de Cuiabá, Sandra Horn, o público alvo foi definido com base no calendário nacional de vacinação e ainda levando em conta as idades pontuadas pelos boletins epidemiológicos como mais suscetíveis a desenvolverem a forma grave da doença, podendo inclusive levar à morte. “Além da idade prevista no calendário nacional de vacinação, o Ministério da Saúde considerou as idades que, segundo as notificações da vigilância epidemiológica, apresentaram maior incidência em desenvolver casos mais graves onde a possibilidade de óbitos é de 0,80 por 100.000 habitantes. Por esta razão, embora Mato Grosso não possua nenhum caso confirmado de Sarampo, a Capital segue a orientação do MS, com disponibilização das doses em todas as salas vacinais (exceto as que estão em reforma)”, explica a RT. 

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Sandra ressalta que a campanha de vacinação para as crianças ainda está valendo. “A intensificação da vacina contra sarampo para crianças de seis meses a menores de cinco anos que não receberam nenhuma dose ainda continua. Para esta faixa etária é destinada a vacina Tríplice Viral, que além do Sarampo, protege contra a Caxumba e a Rubéola. Estaremos com toda a equipe das unidades básicas de saúde de prontidão para atendermos com muita humanização e, sobretudo, tirarmos dúvidas a respeito dessa grave doença que depois de erradicada, voltou a ter notificações”, ressalta.

*SARAMPO*

Já considerado erradicado no Brasil desde 2016, este ano, o Sarampo voltou a ser notificado devido à baixa cobertura vacinal. É uma doença altamente contagiosa causada pelo vírus do sarampo (Measles morbillivirus). Os sinais e sintomas iniciais geralmente incluem febre, muitas vezes superior a 40 ºC, tosse, corrimento nasal e olhos inflamados. Dois ou três dias depois do início dos sintomas formam-se no interior da boca pequenos pontos brancos, denominados sinais de Koplik. Entre três a cinco dias depois do início dos sintomas aparece uma mancha vermelha e plana que geralmente tem início na face e daí se espalha para o resto do corpo.

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Os sintomas começam a se manifestar entre dez e doze dias depois do contágio e duram entre sete a dez dias. Em cerca de 30% dos casos ocorrem complicações, as quais podem incluir, entre outras, diarreia, cegueira, inflamação do cérebro e pneumonia.

O sarampo é transmitido facilmente por via aérea através da tosse e espirros de uma pessoa infectada. Pode também ser transmitida pelo contato com a saliva ou secreções nasais. Nove em cada dez pessoas que não estão imunizadas e partilham um espaço com uma pessoa infectada contraem a doença. As pessoas infectadas podem infectar outras pessoas desde quatro dias antes até quatro dias depois do aparecimento da mancha vermelha. As pessoas geralmente só contraem a doença uma única vez na vida. A confirmação do vírus em casos suspeitos por meio de exames é importante para a saúde pública.

A vacina contra o sarampo é eficaz na prevenção da doença, diminuindo em 75% o número de mortes.

 

 

 

 

 

 

 

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Cidades

Prefeitos pedem cassação de deputado por mentir sobre Covid em MT

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A Associação Mato-grossense dos Municípios, protocolou nesta segunda-feira (13), em nome de todos os prefeitos, uma representação contra o deputado estadual, Silvio Antônio Fávero (PSL). Em discurso, na tribuna da Assembleia Legislativa, no último dia 29 de junho, o parlamentar afirmou que cada prefeito de Mato Grosso, recebe o valor de R$ 19 mil por cada morte atestada pela Covid-19.

A representação é fruto do repúdio e indignação ao pronunciamento do deputado, que ainda afirmou: ‘os prefeitos estavam deixando as pessoas morrerem, bem como, “manipulando a causa morte” para poder receber os recursos do Governo Federal’. O presidente da AMM, Neurilan Fraga, informou que foi encaminhado ao presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, um documento solicitando a instauração de processo disciplinar, por quebra de decôro parlamentar, mediante  o comportamento inadequado com os gestores municipais. A representação segue para o Corregedor da Comissão de Ética Parlamentar. “O deputado foi longe demais, ao dizer inverdades, imputando falso crime à imagem dos prefeitos, induzindo a população a acreditar que os gestores estão tirando proveito da situação, deixando pessoas morrerem para depois receber o repasse financeiro da União. Isto é um absurdo”, disse Fraga.

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Na tribuna, o parlamentar disse ainda: “que ninguém morre mais de nada, ninguém morre de câncer e que não existe mais doença no Brasil. A única é a Covid”. As declarações do deputado sobre recebimento e recursos por cada morte, foram desmentidas pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado de saúde. “É inconcebível que um deputado, sob o manto da “inviolabilidade dos seus atos, possa utilizar a tribuna com manifestações inverídicas, para difamar e caluniar os prefeitos de  Mato Grosso, não contribuindo em nada com a crise que estão vivenciando com a pandemia” destacou o presidente da AMM.

“Esta não é a atitude esperada pelo prefeitos, de um deputado, que poderia utilizar não só a tribuna, mas o próprio mandato para, pleitear recursos tanto do Governo Federal como do Estadual, para auxiliar a população, principalmente agora, que estamos com quase 100% dos leitos das UTIS ocupadas. Ao invés de proferir inverdades, ele poderia se mobilizar com a bancada federal para trazer para Mato Grosso, mais equipamentos para a saúde e  hospitais de campanha, que foram desarmados nos  outros Estados”, argumentou.

Na opinião do presidente da AMM, da mesma forma, que um deputado possui “imunidade material” para exercer o seu mandato livre de pressões externas, contudo existe um limite para proferir suas opiniões, palavras e votos, pela exigência do “decoro parlamentar”, conforme prevê o Código de Ética da Casa Legislativa.

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Portanto, as manifestações parlamentares não podem ultrapassar as barreiras da razoabilidade, e ao fazer tal afirmação, além de ser falsa, e maldosa não levou em conta a atual realidade vivenciada pelos prefeitos que estão neste exato momento na linha de “frente ao combate ao Coronavírus”, concluiu o presidente da AMM

Diante de todo o exposto, nos termos do artigo 48 do Código de Ética, foi solicitado a Casa Legislativa para que sejam tomadas providências para apurar a quebra de Decoro Parlamentar e a competente instauração do Processo Disciplinar, ante o abuso das prerrogativas do deputado estadual, Silvio Fávero, uma vez que as condutas cometidas são incompatíveis com o decoro parlamentar.

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