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Segredo: Novo Honda Fit terá sistema híbrido mais inteligente que o do Corolla

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Motor Show

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Marcelo Poblete/Quattrotruote

Honda Fit terá estilo mais esportivo que o atual e luzes diurnas de LED embutidas no para-choque

Em 2025, toda a gama europeia da Honda será eletrificada. E com três soluções diferentes. De um lado, a tecnologia de emissão zero do “e”, o pequeno compacto a bateria que nasce em uma plataforma dedicada. De outro lado, o plug-in, que está para chegar. No meio, o híbrido (i-MMD) completo: já adotado pelo recente CR-V (leia aqui a avaliação) , será a ponta de lança do novo Jazz, que estreia no Salão de Tóquio, em outubro.

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O esquema da marca japonesa com o novo Honda Fit inclui um motor a 1.5 gasolina ciclo Atkinson (o Toyota Corolla Hybrid usa um 1.8 com o mesmo ciclo). Mas aqui a filosofia é um diferente: ele é ligado a um alternador que, de acordo com a situação, fornece energia à bateria de íon de lítio ou ao motor elétrico, fisicamente conectado às rodas.

A ligação mecânica entre a unidade a combustão e o eixo motor se dá por meio do acoplamento de uma embreagem programada: só neste caso o motor a gasolina transfere diretamente a potência para as rodas.

Assim concebido, o sistema permitiu que os projetistas tirassem a caixa de câmbio, substituída por uma caixa de redução de relação fixa. E, acima de tudo, usar o motor a gasolina principalmente para gerar eletricidade, em vez de atuar como uma unidade de tração convencional – com efeitos ainda mais benéficos no consumo.

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Marcelo Poblete/Quattrotruote

Entre outras mudanças no Honda Fit, destacam-se o cluster com velocímetro digital e nova central multimídia

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Essa é a lógica de operação no modo de condução Híbrido , um dos três disponíveis no novo Fit (os outros dois permitem explorar o motor térmico ou o elétrico separadamente, mas ainda não temos detalhes).

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E claro que o novo Fit também estará disponível com os tradicionais motores 1.5 – e deve adotar aqui no Brasil, como fará na Europa, um novo 3 cilindros 1.0 turbo (que também é usado no Civic por lá; o diesel acaba, mesmo na Europa; a marca não terá mais nenhum motor com este combustível em 2021).

No design, os faróis crescem e ficam posicionados mais no alto. O amplo pára-brisa permanece, quase como continuação do capô e ladeado por painéis de vidro maiores nas laterais, que não são mais integrados à porta. A fórmula da minivan urbana aprimora ainda mais o espaço interno.

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As soluções modulares de espaço do novo Honda Fit , famosa qualidade, melhoram: haverá bancos traseiros que desaparecem no assoalho. Já o painel terá estilo high-tech : a instrumentação se destaca, composta por uma generosa tela multifuncional que aposenta, finalmente, os indicadores analógicos. Ao centro, o tablet do sistema multimídia.

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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Divulgação

Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

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