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Educação

Seduc alerta às escolas para o perigo da brincadeira “desafio da rasteira”

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) tomou medidas imediatas e preventivas quando às brincadeiras que proliferam na internet – conhecidas como “desafio da rasteira” ou “quebra-crânio” – entre alunos das escolas públicas e particulares.

Nesta quarta-feira (12), a Secretária Adjunta de Gestão Educacional, Rosa Maria Luzardo, enviou um orientativo às escolas da rede estadual de ensino, extensivo aos profissionais da educação e comunidade escolar, prevenindo sobre o perigo dessa nova brincadeira.

“A Seduc faz um alerta para sensibilizar os gestores, professores e pais quanto à gravidade dessa brincadeira que inclusive já levou uma pessoa a óbito”, destaca.

Conforme o orientativo, a Seduc “recomenda que todas as unidades escolares e Assessorias Pedagógicas intensifiquem campanhas de informação e conscientização dos alunos e familiares sobre o risco em que podem se colocar ao praticarem esse tipo de conduta, para que presenvem a integridade física própria e dos demais colegas”.

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Educação

Rondonópolis sai na frente e já tem Escola Militar

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na noite de segunda-feira (17), em Rondonópolis (217 km de Cuiabá), sessão solene com o objetivo de homenagear com concessão de moções de aplausos personalidades civis e militares que prestam trabalho junto à Escola Militar Tiradentes PM Major Ernestino Veríssimo da Silva. A unidade escolar é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Polícia Militar de Mato Grosso, com apoio das igrejas católica Salesiana e evangélica Assembleia de Deus.

O diretor da escola, tenente-coronel PM Kleber Franklin de Lima , lembrou que a escola militar “busca oferecer excelência no ensino, além de transmitir valores morais, disciplina, amizade, respeito à família e à pátria e incentivo ao esporte”. Sobre a possível rigidez curricular em face ao atendimento a jovens, o militar disse que “é feito todo um trabalho diferenciado, no qual os alunos e as famílias recebem orientação técnica para que busquem um futuro promissor e se comprometam com as ações que possam levá-los a alcançar essa meta. Além de profissionais que ofertem um trabalho qualificado à sociedade, queremos formar homens que sejam bons filhos, bons pais e cidadãos de bem na sociedade”, explicou.

O deputado Sebastião Rezende fez um relato histórico da luta pela implantação da Escola Tiradentes em Rondonópolis e citou que as tratativas foram iniciadas em 2016, com a realização de uma audiência pública que ouviu a população em seu anseio de receber a escola militar. Depois, em 2017, se decidiu pela escola e foi dado início à busca por um local adequado. Pensou-se em fazer no centro de Rondonópolis, mas depois, com a inviabilidade, o parlamentar buscou ajuda das igrejas.

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O padre Danillo, do Oratório Dom Bosco (localizado no bairro Jardim Universitário), então cedeu parte do espaço do oratório, e membros da igreja Assembleia de Deus, através da Fundação Shalom, fizeram a adaptação do local. “Foi uma união de esforços para que a Escola Tiradentes se concretizasse e por isso, hoje, prestamos essa homenagem aos que fizeram e fazem a escola funcionar’, reconheceu Rezende.

O aluno Pedro Henrique Corteli, do 1º ano A do ensino médio, disse: “Fui incentivado por meus pais e não achava que ia ser tão bom. Eu sempre quis ser engenheiro e aqui descobri que posso me preparar para cursar o Instituto Tecnológico de Aeronáutica [ITA], que é uma das melhores escolas de engenharia. Então superou minhas expectativas”.

A aluna Ingrid Rafaela Peres de Almeida, do 9º ano, também se surpreendeu. Ela pretende cursar direito, ser advogada, não quer seguir a carreira militar, mas acredita que a escola militar vai lhe ensinar a ter melhor conduta e fazer melhores escolhas na vida. Ingrid também veio para a escola por incentivo dos pais, mas agora quer ficar e diz com firmeza que “quando cheguei aqui era pelo sonhos dos meus pais, mas agora fico por mim, estou sendo melhor nos estudos e na vida’.

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Já Cintia Jaqueline Botton, que é mãe da aluna Giovanna Botton, de 13 anos, está muito satisfeita com o ingresso da filha na escola. Segundo ela, a filha “amadureceu, continua a mesma filha, mas agora pensando no futuro profissional”. Cintia considera que a escola militar tem um diferencial das civis em face da relação professor-aluno.

“Nas demais escolas estaduais, parece que os alunos perderam o respeito pelos professores e aqui não, como acontecia antes nas demais escola, aqui o professor ainda é visto como um aliado forte que vai ajudar o aluno a ter um futuro promissor”, explicou.

Mato Grosso conta com escolas militares em oito cidades, sendo sete comandadas pela PM , localizadas nos municípios de Cuiabá, Confresa, Juara, Sorriso, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Rondonópolis, e uma do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, em Alta Floresta. Essas unidades de Mato Grosso estão no ranking dos colégios públicos com melhores índices de desempenho, segundo dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2017, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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