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Política

Sede da ALMT recebe iluminação rosa por ação contra câncer de mama

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Foto: KAREN MALAGOLI / ALMT

*Com colaboração de Maíra Nienow                                                         

O prédio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) está com iluminação na cor rosa em alusão à campanha Outubro Rosa, que tem como objetivo alertar a população para a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.  Mato Grosso registra cerca de 700 casos da doença por ano.  

Além da iluminação, que visa chamar a atenção para o tema, a Assembleia Legislativa, por meio da Assembleia Social, também é parceira da Associação MTmamma na realização das ações de conscientização realizadas pela instituição. “Durante o mês todo, a gente tem uma série de ações. Espero que  a gente se conscientiza, faça os exames e combata o câncer”, explica a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

A presidente da Associação MTmamma, Cleuza Dias Leite, comemora mais um ano de parceria e garante que as ações produzem resultado. "Com toda a certeza a prevenção aumentou. O mês de outubro é o mês em que a gente tem a maior procura de exames, de consultas médicas. Então a gente vê que as pessoas têm acompanhado essas campanhas e têm dado a importância que elas merecem realmente", afirma.

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A voluntária Clara Maria Fonseca teve a doença e precisou tirar a mama há 30 anos. Ela conta que a realização de exames regulares é fundamental para a detecção precoce do câncer de mama. "Fazer a prevenção é uma grande esperança para as mulheres. O exame precoce salva. Muitas vezes as pessoas têm medo do diagnóstico, mas ele [câncer] tem de ser curado", aconselha Clara Maria.  O autoexame também pode auxiliar no diagnóstico.

Ainda participaram da cerimônia de acendimento das luzes, que contou com apresentação do Coral da Assembleia, autoridades e servidores da Casa. Os deputados Xuxu Dal Molin (PSC) e Silvio Fávero (PSL) estiveram presentes.

Campanha – A campanha Outubro Rosa é mundial e começou em 1990 para destacar a importância dos cuidados que ajudam a identificar o tumor ainda na fase inicial. O câncer de mama é o tipo mais comum da doença entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.

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Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. A maioria dos casos tem bom prognóstico.

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Política

Depois de anunciar sanção, Bolsonaro diz que ainda espera MP para oficializar auxílio de R$ 600

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Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (2) que vai enviar uma medida provisória para o Congresso antes de publicar a sanção do auxílio de R$ 600 mensais para trabalhadores informais. O auxílio é uma medida para amenizar os efeitos da pandemia de coronavírus na economia.

Bolsonaro disse que sancionou o projeto, aprovado pelo Congresso, nesta quarta (1º). Mas o texto ainda não foi publicado no “Diário Oficial da União”. Por isso, na prática, ainda não está valendo.

De acordo com o presidente, ele quer que a MP garanta a legalidade do gasto extra, já que o auxílio sairá dos cofres do governo. O presidente argumentou que o Congresso tem que avalizar a criação de novas despesas e apontar as fontes de onde sairá o dinheiro.

“Assinei ontem [quarta], estava aguardando outra medida provisória, porque não adianta dar um cheque sem fundo. Tem que ter o crédito também”, afirmou.

Segundo o presidente, a MP deve sair nesta quinta. “Uma canetada minha errada é crime de responsabilidade, dá para vocês entenderem isso? Vocês querem que eu cave minha própria sepultura? Vocês querem que eu cave minha própria sepultura? Não vou dar esse prazer para vocês”, completou o presidente, se dirigindo a jornalistas.

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No entanto, analistas dizem que não é necessária a MP para liberar os pagamentos. Eles afirmam que em momentos de calamidade (o estado de calamidade já foi pedido pelo governo e reconhecido pelo Congresso), gastos extras estão autorizados. Além disso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu que, na atual situação, os gastos são legais (veja mais abaixo).

Mesmo sem ter oficializado a sanção e a MP, Bolsonaro disse que o operação para pagar o benefício está a “todo o vapor”, com previsão de início dos repasses na próxima semana.

“Está a todo o vapor, semana que vem começa a pagar”, afirmou o presidente.

Segundo o governo, o auxílio de R$ 600, que será pago por três meses, beneficiará 54 milhões de pessoas com um custo de R$ 98 bilhões. A MP que o presidente precisa publicar no ‘Diário Oficial’ deverá abrir o crédito extraordinário destes R$ 98 bilhões.

O que dizem os especialistas

O economista e professor do IDP José Roberto Afonso, um dos idealizadores da LRF, também entende que o governo não precisa de PEC para começar a efetuar os pagamentos.

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“Não falta o recurso, o recurso tem que sair da dívida pública. Não falta autorização, o Congresso já aprovou calamidade pública em todo território nacional. Eu acho que não falta boa disposição de governadores, prefeitos, que inclusive estão fazendo o que o governo federal devia estar fazendo”, afirmou.

“O Congresso aprovou tudo que foi pedido ao Congresso. O Supremo aprovou tudo que foi pedido a ele. O que não pode é a cada momento ficar querendo aparecer novas dúvidas, novas questões e isso justificar você não agir”, completou.

Para Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente, entidade ligada ao Senado, o pagamento pode ser viabilizado por medida provisória. Por isso, segundo ele, cabe ao governo tomar a iniciativa.

“O pagamento do auxílio de R$ 600, ele independe de aprovação de PEC. Ele pode ser viabilizado de imediato a partir de uma edição de uma MP, um ato do Poder Executivo, então a bola está na mão do presidente da República, para que esse gasto seja feito o mais rápido possível”, afirmou.

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