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Secretário de Saúde visita Pronto Socorro e autoriza medidas emergenciais

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Uma das primeiras ações do secretário municipal de Saúde, Luiz Antônio Possas de Carvalho, que assumiu o cargo esta semana, foi visitar o atual Pronto Socorro. A visita aconteceu nesta sexta-feira (07) pela manhã. O secretário Possas foi acompanhado pelo secretário adjunto de Planejamento e Operações, Milton Correa da Costa Neto.

“Diante de tantos problemas que sabemos que existem dentro do atual Pronto Socorro, decidimos fazer essa visita logo nestes primeiros dias de nossa gestão, para conhecer efetivamente a realidade da unidade de saúde e dialogar com servidores e usuários, no intuito de amenizar as situações que acontecem hoje dentro do hospital”, explicou o atual secretário de Saúde.

De acordo com ele, foram identificadas algumas demandas que, na sua visão, são fáceis de serem resolvidas. “Logo no começo da próxima semana faremos um choque de gestão dentro do Pronto Socorro. As questões básicas de falta de medicamentos e de pessoas nos corredores serão amenizadas. Vamos acelerar ao máximo as providências a serem tomadas para que semana que vem estes problemas já estejam resolvidos”, afirmou Possas.

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Na ocasião, o secretário de Saúde fez a assinatura em alguns documentos para autorizar a climatização do quarto andar da unidade de saúde, para a abertura de três enfermarias que estavam passando por reformas e para fazer a normalização do fluxo de medicamentos dentro do Pronto Socorro.

Milton Correa, secretário adjunto, revelou que a reforma das três enfermarias está sendo finalizada nesta sexta-feira e que com a entrega destas salas serão abertos mais 20 leitos, que ajudarão a diminuir a quantidade de pessoas nos corredores. “Também estamos programando uma reforma de todos os setores do Pronto Socorro para transformá-lo em hospital Materno Infantil, conforme o compromisso de campanha do prefeito Emanuel Pinheiro”, finalizou o adjunto.

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AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

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Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

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A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

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DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

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