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Política

Secom ALMT orienta assessores de imprensa sobre cobertura jornalística

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Foto: Karen Malagoli

Com objetivo de alinhar os trabalhos que serão implementados durante a cobertura da posse e a da eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, na próxima sexta-feira (1º), a Secretaria de Comunicação da Assembleia Legislativa (Secom ALMT) realizou um bate-papo com assessores de imprensa dos deputados eleitos e reeleitos para a 19ª Legislatura. 

Para esse dia, os assessores de imprensa dos deputados e os profissionais da mídia externa precisam fazer o credenciamento pelo site da Assembleia para ter acesso ao Teatro do Cerrado. No Plenário das Deliberações, os profissionais da mídia externa vão ficar na Sala de Imprensa Dirceu Carlindo.  

Segundo a jornalista da Secom Lenita Violato, o número de vagas é limitado para o acesso ao teatro, apenas 68 lugares para repórteres, cinegrafistas e fotógrafos. “Terão acesso ao teatro apenas dois profissionais por veículos de comunicação e dois pelos gabinetes. Não há como ceder mais que isso”, disse Violato.

A posse dos deputados está marcada para ser realizada, às 9 horas, no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, enquanto a eleição da nova Mesa Diretora acontecerá, logo em seguida, no Plenário das Deliberações. O acesso também, na Sala de Imprensa Dirceu Carlindo, será limitado aos veículos de comunicação e aos assessores de imprensa dos deputados, que também poderão acompanhar a eleição da galeria do Plenário.

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Mas quem quiser acompanhar a posse e a eleição, em função do limite de espaço tanto no Teatro Zulmira Canavarros como na Sala de Imprensa, poderá assistir do foyer do teatro, do saguão principal da ALMT e da galeria do Plenário. A Casa vai disponibilizar para os convidados e aos veículos de comunicação telões em todos esses ambientes e também na galeria dos presidentes e nos auditórios Licínio Monteiro e Milton Figueiredo.

De acordo com o gerente de fotografia da Secom, Marcos Lopes, os profissionais da fotografia vão ter acesso limitado ao Teatro do Cerrado. Enquanto durante a eleição da nova Mesa Diretora, no Plenário das Deliberações, o acesso ao plenário será restrito aos fotógrafos da Secom da ALMT. “Todas as fotos, posse e eleição, estarão disponíveis à imprensa e à assessoria dos deputados no site da AL”, disse Lopes.

A servidora da Coordenaria de Informática da AL Nara Lemos fez um pedido para que os novos assessores de imprensa dos parlamentares agilizem a documentação junto à Secretaria de Recursos Humanos da AL para ter acesso à intranet. “Sem a regularização no RH é impossível cadastrar as matérias e fotos no sistema do site da Assembleia Legislativa”, disse Lemos.

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Lemos disse ainda que a Coordenadoria de Informática definiu a data de 5 de fevereiro para realizar treinamento para os assessores de imprensa sobre o processo de cadastramento das noticias no site da instituição. O curso será divido em duas etapas: pela manhã e à tarde. Cada período vai contar com a participação de dez assessores. A primeira turma será das 9h às 12h, e a segunda das 14h às 17h. “As matérias só serão publicadas se forem inseridas no sistema da Casa”, explicou Lemos.

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Política

Polícia Federal faz busca na residência oficial de Wilson Witzel

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Thayana Araújo, da CNN, no Rio de Janeiro

A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em vários endereços no Rio de Janeiro e em São Paulo, na manhã desta terça-feira (26). As equipes estão no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador do estado, Wilson Witzel (PSC), e na casa onde ele morava antes de ser eleito, no bairro Grajaú.

Os agentes da PF também estão no endereço onde fica o escritório em que Helena Witzel, primeira-dama do estado atua, e na casa do ex-subsecretário de saúde, Gabriell Neves, no Leblon, zona sul da capital fluminense.

A casa do ex-secretário estadual de saúde do RJ Edmar Santos, em Botafogo, na zona sul da capital, também é alvo da operação. Santos foi exonerado pelo governador no dia 17 de maio após atrasos e denúncias envolvendo obras de hospitais de campanha construídos para reforçar a rede de saúde durante a pandemia de Covid-19.

Mais cedo, ainda na madrugada, os policiais estiveram no Aeroporto Internacional do Galeão onde uma equipe da Polícia Federal de Brasília desembarcou pouco depois de 5h30.

De acordo com a analista da CNN Basília Rodrigues, Witzel foi alertado na semana passada por pessoas próximas de que seria alvo de operação da PF nos desdobramentos das investigações no estado – incluindo a possibilidade de ser preso –, mas ele não sabia a data dessa operação.

Auxiliares do governador afirmaram que ele ficou surpreso aos ser acordado, por volta das 6h, por agentes da PF.

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Reação do governador

Em nota, Witzel negou qualquer tipo de participação em irregularidades nas denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal e acusou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de oficializar a interferência na PF. Na véspera da operação, a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) afirmou que operações da PF em breve teriam governadores como alvo.

“Estranha-me e indigna-me sobremaneira o fato absolutamente claro de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais nos últimos dias uma operação da Polícia Federal direcionada a mim, o que demonstra limpidamente que houve vazamento, com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará”, afirmou Witzel.

“A interferência anunciada pelo presidente da república está devidamente oficializada. Estou à disposição da Justiça, meus sigilos abertos e estou tranquilo sobre o desdobramento dos fatos. Sigo em alinhamento com a Justiça para que se apure rapidamente os fatos. Não abandonarei meus princípios e muito menos o Estado do Rio de Janeiro”, concluiu o governador do Rio de Janeiro.

A operação da PF

A Operação Placebo apura desvios na saúde pública do Rio em negociações de emergência durante a pandemia do novo coronavírus.

A investigação envolve a Polícia Civil, o Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal e aponta para a existência de um esquema de corrupção envolvendo uma organização social contratada para a instalação de hospitais de campanha e servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do estado do Rio de Janeiro.

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Neves foi preso em uma operação do Ministério Público Estadual no dia 7 de maio suspeito de integrar uma organização criminosa que visava obter vantagens em contratos emergencias para aquisição de respiradores pulmonares. Ele havia sido afastado da Secretaria Estadual de Saúde, em 20 de abril, semanas antes de ser preso.

São cumpridos 12 Mandados de Busca e Apreensão, 10 no Rio e 2 em São Paulo. Os mandados foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Nova direção no Rio

Em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) publicada na noite desta segunda-feira (25), o delegado Tácio Muzzi Carvalho e Carneiro foi oficializado como novo superintendente regional de Polícia Federal no Rio de Janeiro. A indicação de Muzzi já era esperada.

A condução de Muzzi ao cargo foi assinada pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça, Tercio Issami Tokano, que referendou diversas outras nomeações na mesma edição do Diário Oficial, incluindo mudanças na chefia da PF em outros estados.

A direção da Polícia Federal no Rio de Janeiro está no centro das divergências entre Jair Bolsonaro e o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que acusou o presidente de tentar interferir na corporação.

Segundo depoimento de Moro na investigação que apura o caso, o presidente teria dito ao então ministro que ele “tinha 27 superintendências da Polícia Federal” e que ele, Bolsonaro, “queria apenas uma, a do Rio de Janeiro”.

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