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Se renovada, “A Maldição da Residência Hill” deve focar em novos personagens

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De acordo com Mike Flanagan, o criador da série
“A Maldição da Residência Hill”, caso a produção seja renovada para sua segunda temporada, o foco já não estaria nos membros da família Crain, mas sim em uma gama de novos personagens. As informações foram concedidas por meio de uma entrevista à Entertainment Weekly
.


Segundo criador de
Reprodução

Segundo criador de “A Maldição da Residência Hill”, a série seria conduzida a novos direcionamentos caso renovada

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Na entrevista, Flanagan deixou à tona seu desejo de deixar a história da família protagonista da primeira temporada de “ A Maldição da Residência Hill
” do jeito que estava, sem continuações: “Eu não quero especular demais até a Netflix
e a Paramount nos dizerem algo sobre uma possível segunda temporada. O que eu posso dizer é que, na nossa mente, a história da família Crain está contada. Ela acabou”, declarou.

Além disso, Mike Flanagan afirmou: “Na primeira temporada, nós deixamos os personagens exatamente onde gostaríamos que eles fossem lembrados. Brincamos com a ideia de deixar um gancho para continuação, mas todos os roteiristas concordaram que a história precisava de um fechamento. O livro da família Crain está fechado”.

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Ainda assim, o criador deixou à tona um certo mistério sobre as possibilidades da segunda temporada, apontando outros direcionamentos: “Por outro lado, eu acho que a nossa série é sobre pessoas assombradas e lugares assombrados. Essas coisas não faltam no mundo. Há muita coisa que podemos fazer, dentro ou fora da Residência Hill em si”, declarou.

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“A Maldição da Residência Hill” estreou em 12 de outubro na Netflix



Divulgação

“A Maldição da Residência Hill” teve seus dez episódios agregados simultaneamente em 12 de outubro na Netflix

Os dez episódios que compõem a primeira temporada foram adicionados simultaneamente no catálogo da Netflix em 12 de outubro. A trama gira em torno de consequências deixadas em uma família depois que seus membros residiram a casa mais mal assombrada dos Estados Unidos.

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A Maldição da Residência Hill
” mostra os traumas que acompanham a vida adulta dos irmãos Crain, que tiveram a infância marcada pela casa tão assustadora. Além disso, o enredo também envolve o mistério sobre a morte da filha caçula.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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