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‘Se alguém precisar de dublagem, estamos disponíveis’, diz príncipe Harry

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Meghan Markle e Príncipe Harry arrow-options
Reprodução/Instagram

Meghan Markle e Príncipe Harry

Logo depois do anúncio de que o  príncipe Harry  e  Meghan Markle  não usariam mais o título de “sua alteza real” , começou a circular na internet um vídeo em que o casal aparece conversando com o diretor Jon Favreau na pré-estreia de ” O Rei Leão “, em Londres , em julho do ano passado. Na filmagem, segundo o jornal britânico The Sun , o duque de Sussex tenta vender “seu peixe” — e o da mulher também.

“Se alguém precisar de trabalho extra de dublagem, estamos disponíveis”.

Meghan interrompe: “É por isso que estamos aqui”.

Aos risos, ela tenta contornar a situação: “Não.”

Harry continua, demonstrando bom humor: “Só não pode ser Scar (o vilão de “O Rei Leão”, que mata o próprio irmão). É um não para Scar.”

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Essa não é a primeira vez que o príncipe tenta promover o trabalho da duquesa de Sussex. No mesmo evento, ele teve uma breve conversa com o CEO da Disney e informou que Meghan estaria interessada em dublagens.

“Você sabe que ela faz dublagens?”, diz Harry.

“Sério?”, respondeu Bob Iger.

“Você sabia disso? Parece surpreso. Ela está realmente interessada”.

“Adoraríamos tentar”, finaliza Iger.

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Segundo o jornal Times , a duquesa assinou um contrato com a Disney antes do Natal para fazer uma dublagem. Todo o cachê será doado para a ONG Elephants Without Borders, que visa a proteger elefantes da caça ilegal.

As especulações sobre o valor de mercado do casal andam a todo vapor. Ronn Torossian, da empresa nova-iorquina 5W Public Relations, disse ao Daily Mail que o poder aquisitivo de Harry e Meghan é “ilimitado em todos os aspectos”. Ou seja: além de presença em eventos, a dupla poderia fechar bons contratos de embaixadores com gigantes como Google ou Apple. O caminho agora estaria aberto para esse tipo de negociação — e pode render, pelas contas dos especialistas, até US$ 1 bilhão em 10 anos.

Entenda o caso

Harry e Meghan anunciaram, em 8 de janeiro, em seu perfil no Instagram, que eles se dividirão entre Reino Unido e a América do Norte em 2020. O anúncio veio depois de especulações da imprensa britânica de que o casal abdicaria de seus títulos reais e se mudaria definitivamente para o Canadá por estar sendo deixado de lado pela família real.

No comunicado, Harry e Meghan afirmam que serão financeiramente independentes e não mais “membros seniores” da família. A decisão, garantiram, foi tomada após meses de reflexão. “Pretendemos dar um passo atrás como membros “seniores” da família real e trabalhar para nos tornar financeiramente independentes, enquanto continuamos a apoiar totalmente Sua Majestade a Rainha”, afirmaram no comunicado. Na prática, os dois abrirão mão do protocolo real, ou seja, de acompanhar Elizabeth II em eventos oficiais.

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Aos 35 anos, Harry é o sexto na linha de sucessão ao trono, atrás de seu pai, o príncipe Charles, seu irmão, William, e dos sobrinhos, George, Charlotte e Louis. O príncipe é casado com Meghan Markle desde maio de 2018 e eles têm um filho, Archie Harrison, que nasceu um ano depois. O menino, no entanto, não usa nenhum título por desejo expresso dos pais.

Sobre dividirem-se entre os dois países, declararam:”Esse equilíbrio geográfico nos permitirá apreciar nosso filho com a tradição real em que ele nasceu, além de proporcionar à nossa família o espaço para se concentrar no próximo capítulo, incluindo o lançamento de nossa nova entidade beneficente.

Meghan morou no Canadá por sete anos antes de conhecer o príncipe e se sente em casa no país. Um amigo afirmou ao The Sun que “eles gostaram muito do Natal e do Ano Novo lá, quando não foram fotografados nenhuma vez e foram deixados em paz”.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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