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Scooter Honda PCX terá novo motor VTEC em 2021, mais econômico e mais potente

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O visual do Honda PCX Sport, entretanto, não terá mudanças, uma vez que a nova geração chegou este ano

Segundo uma nova patente asiática, a nova geração do Honda PCX 150 terá um novo motor. Dotado do sistema VTEC, a novidade poderá modificar o regime de funcionamento do cabeçote para mais potência e/ou economia de combustível, dependendo de quanto o condutor torcer o acelerador. Ao aprimorar a eficiência do conjunto, os objetivos seriam de superar rivais como a Yamaha NMax 160.

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Entretanto, do mesmo modo que o mercado brasileiro esperou — em vão — pela chegada do mesmo modelo com motor híbrido, já vendida no Japão, ainda é muito cedo para afirmar se e quando virá. Entrentanto, conforme apurou a reportagem de iG Carros, o Honda PCX VTEC precisaria receber algumas adaptações para ser vendido no Brasil. Portanto, se chegar ao País, deverá estrear apenas em 2023.  Ainda de acordo com o que confirmamos com exclusividade, as versões elétrica e híbrida não serão vendidas no mercado brasileiro. 

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Esquema do novo cabeçote com o variador de fase VTEC. Mesmo ainda usando o bloco atual, será outro motor

Como a moto ficaria mais econômica e mais potente ao mesmo tempo? O VTEC altera o vigor com que o comando de válvulas trabalha. Com o motor em baixa rotação, ele restringe a entrada de ar e controla as válvulas de modo a priorizar a força, permitindo um menor consumo de combustível. Em altas rotações, aumenta a passagem de ar, que por sua vez permite que mais combustível seja injetado, produzindo mais potência. Fora a tecnologia do motor VTEC , o PCX não terá nada diferente do atual.

Motor híbrido

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Honda PCX Hybrid é um dos primeiros modelos de motocicleta a adotar a tecnologia

Apresentado no salão de Tóquio (Japão) de 2017, este mês faz um ano que o Honda PCX Hybrid iniciou as suas vendas por lá. Além do scooter Yamaha Grand Filano Hybrid e de planos futuros da Kawasaki, a Honda é uma das únicas fabricantes de motos a investir na tecnologia que mistura a eletricidade e a combustão. Ao contrário do que se esperava, o modelo nunca colocou os pneus no Brasil.

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A tecnologia seria realmente única em nosso mercado. Combinando o motor de 125 cc e 12 cv a um elétrico de 0,48 cv, a sua autonomia seria de 55 km/l. Entretanto, com o acerto que o conjunto receberia por aqui, o scooter da Honda seria ainda mais potente, uma vez que seu motor rende 15,1 cv e 1,47 kgfm.

O Honda PCX Hybrid moto é equipada com uma bateria de íon-lítio de 48V e um motor de 0,36 kW, além do já conhecido sistema start-stop. O motor elétrico pode ser usado por até quatro segundos, rendendo uma velocidade máxima de até 60 km/h. As baterias são recarregadas com o movimento das rodas e com as frenagens, tal como os carros híbridos mais modernos.

Fonte: IG Carros
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Relembre 5 carros vendidos Brasil que deixaram saudades

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Há carros que saem de linha de deixam saudades, seja porque eram até melhores que os substitutos ou simplesmente por serem bons o suficiente para fazem falta. Na lista a seguir, a reportagem de iG Carros reuniu 5 modelos, a maioria do início dos anos 2000, que foram muito bem aceitos tanto pela crítica quanto pelo público na época do lançamento.

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1 – Chevrolet Vectra CD 2000

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Chevrolet Vectra da segunda geração tinha visual arrojado e boa dose de sofisticação para o início dos anos 2000

A segunda geração do sedã da GM foi lançada no Brasil como parte da linha 1996, mas apenas quatro anos depois é que recebeu retoque no desenho que deixaram o carro com aspecto mais arrojado. Entre outros itens, tinha suspensão traseira do tipo multilink, traços dos retrovisores externos que faziam parte das linhas do capô, além de airbag duplo e ABS, itens que eram novidade há quase 20 anos no País e contribuem para o sedã estar entre os 5 carros vendidos no Brasil e que deixaram saudades,

 Na versão tipo de linha CD, o modelo da GM vinha com rodas de aro 16, computador de bordo, porta-luvas refrigerado, retrovisor interno eletrocrômico, além de poder vir com volante revestido de couro com os principais comandos do som e até um subwoofer no porta-malas. O motor era 2.0, de 16 válvulas no cabeçote, que rendia 138 cv acoplado ao câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro.

2 – VW Golf da quarta geração

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VW Golf GTI da quarta geração acabou se tornando referência em qualidade e desempenho assim que chegou ao Brasil

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 Foi o primeiro feito no Brasil, a partir de 1999.  Antes disso, o hatch médio era trazido apenas importado. Com a plataforma PQ24, o VW Golf se tornou referência em comportamento dinâmico, conforto e desempenho no segmento no início dos anos 2000. Tinha versão 1.6, com o motor EA 111, que vinha com comando de válvulas roletado e logo se tornou um dos mais robustos da mesma cilindrada.

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No caso do esportivo GTI, o Golf IV contava com o 1.8, turbo, o mesmo utilizado pela Audi no A3. Na versão mais potente rendia 180 cv, com cinco válvulas por cilindro que podia ser combinado ao câmbio automático de cinco marchas, com trocas sequenciais no volante. Ar-condicionado digital, bluetooth e faróis com superfície complexa faziam parte do repertório do saudoso Golf.

3 – Ford Focus

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O Focus chegou ao mercado brasileiro no ano 2000 como um projeto global da Ford para carros médios

Rival do VW Golf, o hatch médio da marca americana sempre veio da Argentina. Na primeira geração chamou bastante atenção pelo estilo ousado com detalhes como a luz da marcha à ré na parte de baixo do para-choque e as lanternas traseiras embutidas nas colunas, além da trava do capô, aberto com chave e com fechadura escondida atrás do logo da grade frontal.

Por dentro, o Ford Focus também tinha estilo arrojado. Havia versões com sistema de som do tipo Doble DIN, que ocupava um espaço maior que o convencional no painel. Quadro de instrumentos com iluminação indireta e bom espaço interno eram outras características marcantes do carro. Acabamento caprichado, bom isolamento acústico e conjunto mecânico bem acertado também mereciam elogios. Tinha motores Zetec 1.8 ou 2.0 no início e, a partir de 2004, com o 1.6 Zetec Rocam. 

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4 – Fiat 500 Sport Multiair

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Fiat 500 1.5 Sport Multiair chegou ao Brasil importado da Polônia nas primeiras unidades com ares mais sofisticados

A primeira leva do subcompacto que veio ao Brasil, no início desta década, era importado da Polônia. E tinha a saudosa versão Sport com motor 1.4 Multiair, de 105 cv.  Era um sistema de variador de fase do comando de válvulas eletro-hidráulico, que atuava em cada cilindro e a cada ciclo, melhorando o rendimento do motor.

Essa versao Sport 1.4 Multiar do 500 também vinha com belas rodas de aro 16 e acabamento mais caprichado. A alavanca de câmbio bema o alcance das mãos e a agilidade no dia a dia eram pontos que agradavam bastante no carrinho que deixou de ser vendido no Brasil.

5 – Renault Mégane Grand Tour

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Renault Mégane Grand Tour 2.0 com câmbio manual de seis marchas foi uma das mais raras e memoráveis peruas

A perua do Renault Mégane foi fabricada no Brasil até 2011. Foi um dos melhores carros feitos no País. Uma das versões mais raras é a Extreme 2.0, com câmbio manual de seis marchas e frente da versão R26 vendida na Europa, com entradas de ar mais largas. Contava com 138 cv e podia acelera de 0 a 100 km/h em 10 segundos. Toda pintada de preto, vinha também com rodas grafite.

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Mas a versão mais comum era a 1.6, com câmbio manual de cinco marchas. Rendia 115 cv e fazia 8,5 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada com gasolina, conforme o Inmetro. Espaçosa, podia levar até 520 litros de bagagem no porta-malas com todo conforto e praticidade. Por esses e outros motivos é que a perua está entre os 5 carros vendidos no Brasil que deixaram saudades. 

Fonte: IG Carros
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