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Sarah Silverman revela que Louis C.K se masturbou na sua frente com permissão

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A atriz americana Sarah Silverman
revelou em entrevista para o programa de rádio de Howard Stern que o comediante Louis C.K se masturbou na sua frente com sua permissão
e a declaração foi respondida por uma das mulheres que acusaram C.K de assédio sexual.

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Sarah Silverman
Divulgação/Imdb

Sarah Silverman


Silverman afirmou que Louis C.K se masturbou
com sua permissão quando eles eram mais jovens: “Eu não sei se vou me arrepender de dizer isso. Eu conheço Louis para sempre, não estou dando desculpas para ele, então, por favor, não aceite isso dessa maneira. Somos colegas. Somos iguais. Quando éramos mais jovens, ele perguntou se podia se masturbar na minha frente, às vezes eu dizia: sim, eu quero ver isso!”, disse ela.

E ainda completou dizendo que sua situação não foi similar com as das outras mulheres: Não é análogo às outras mulheres que estão falando sobre o que ele fez com elas. Ele não poderia me oferecer nada. Nós éramos apenas amigos. Então, às vezes, sim, eu queria ver, era incrível. Às vezes eu dizia: “Não, não, nojento” e pedimos pizza”, finalizou Silverman. 

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A declaração da atriz teve uma grande repercussão e foi respondido por Rebecca Corry, uma das cinco mulheres que acusou o comediante de assédio sexual: “Para ser bem claro, CK não tinha ‘nada para me oferecer’, já que eu também era igual no set no dia em que ele decidiu me assediar sexualmente. Ele levou em um dia o que trabalhei por anos e ainda não tem remorso. Ele é um predador que vitimou mulheres por décadas e mentiu sobre isso”, escreveu ela no Twitter.

Rapidamente, Silverman pediu desculpas para Corry na rede social: “Rebecca, me desculpe. Ugh é por isso que eu não gosto de pesagem. Eu não consigo fazer um show sem ser perguntada sobre isso pela imprensa. Mas você está certa, você era igual e ele fodeu com você e não está bem. Desculpe, amiga. Você é tão talentosa e gentil”, disse a atriz.

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Louis C.K se masturbou na frente de mulheres


Louis C.K
Divulgação

Louis C.K

No fim de 2017, o comediante foi acusado por cinco mulheres de se masturbar diante delas sem permissão. Em comunicado oficial, ele confirmou que praticou o ato sexual e pediu desculpas.

“Na ocasião, disse para mim mesmo que o que eu fiz era normal porque eu nunca havia mostrado meu pênis para uma mulher sem ter perguntado antes, o que também é verdade. Mas o que aprendi depois na vida, tarde demais, é que quando você tem poder sobre outra pessoa, pedir para elas olharem para o seu pênis não é uma pergunta. É um constrangimento”, disse ele na época”, declarou ele. 

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Louis C.K se masturbou
na frente de mulheres com quem trabalhou, como a dupla feminina de comediantes Dana Goodman e Julia Wolov,  da comediante e roteirista Rebecca Corry, da atriz Abby Schachner e uma mulher que não se identificou.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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