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Sandra de Sá enfrenta ação de despejo e desabafa: “Fiquei altamente surpresa”

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A cantora Sandra de Sá  e sua mulher, Simone Malafaia, estão enfrentando uma ação de despejo. Além de desabafar sobre o assunto e declarar que os advogados já foram acionados para lidar com o ocorrido, Sandra apontou diversos problemas existentes na casa da qual está sendo despejada antes mesmo que ela começasse a morar nela.


Cantora Sandra de Sá enfrenta ação de despejo e desabafa sobre o assunto, além de apontar problemas na casa
Divulgação/RedeTV!

Cantora Sandra de Sá enfrenta ação de despejo e desabafa sobre o assunto, além de apontar problemas na casa

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Sandra de Sá falou sobre a ação de despejo durante participação no ” Tricotando
“, programa vespertino da
RedeTV!

: “Eu também fiquei altamente surpresa com esse lance aí de ação de despejo, inclusive porque eu não recebi citação nenhuma, mas o problema é outro”, a cantora afirmou. “O problema são os vícios ocultos, que são problemas que têm na casa antes da gente entrar”, pontuou Sandra aos apresentadores do programa.

A cantora ainda apontou: “O mole que eu dei foi na parada da vistoria, na primeira vistoria, de ter levado fé que os reparos seriam feitos dignamente. Os reparos não foram feitos, só piorou tudo”. Além disso, de acordo com o que Sandra revelou ao programa que o caso foi levado à disputa judicial: “Minha advogada está conversando há algum tempo já com o advogado da outra parte para solucionar isso, para a gente decidir se fica ou não na casa”.

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Apesar de tudo, a cantora deixou claro que a situação não tem a ver com a condição financeira na qual se encontra na atualidade: “Meu problema é esse! Condomínio está pago, luz, está tudo pago, tudo na boa”, pontuou.

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A Carreira de Sandra de Sá


A cantora e compositora Sandra de Sá conta com 17 álbuns de estúdio em sua carreira
Divulgação

A cantora e compositora Sandra de Sá conta com 17 álbuns de estúdio em sua carreira

Com seus 63 anos, Sandra é uma cantora, compositora e instrumentista nascida na capital do Rio de Janeiro que conta com 17 álbuns de estúdio em sua carreira. O primeiro álbum, “Demônio Colorido”, foi trazido à tona em 1980. Enquanto isso, o mais recente foi “Lado B”, construído em 2015.

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O programa “Tricotando”, que contou com a participação da cantora Sandra de Sá
, foi ao ar às 18h30 desta terça-feira (23) na RedeTV!
. Tendo sua estreia em 8 de outubro deste ano, a atração tem Lígia Mendes e Franklin David como apresentadores.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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