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Saída gradativa de Humberto Martins de “Verão 90” afeta humor da trama

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saída de Humberto Martins de “Verão 90” dominou os primeiros dias de abril. Segundo Leo Dias, o ator está insatisfeito com a remuneração pelo papel e, por isso, pediu para perder destaque na novela. Corroborando a informação do jornalista, a emissora confirmou o afastamento do personagem, mas deixou aberta a possibilidade de um retorno.


Humberto Martins
Divulgação / Rede Globo

Saída de Humberto Martins de “Verão 90” deixará trama de Izabel de Oliveira e Paula Amaral defasada

Mesmo 
Humberto Martins negando sua saída
de “ Verão 90 ” após uma semana da notícia de que estaria em negociações com a Rede Globo , o “sumiço” de Herculano Mendes da novela escrita por Izabel de Oliveira e Paula Amaral ainda não está descartado.

Com isso, como ficarão os núcleos que interagem diretamente com o Grande Hércules? Gisela (Débora Nascimento), por exemplo, que era seu grande elo com a elite e prometia uma série de desentendimentos na intenção de manter uma relação fadada ao fracasso, agora têm aflorado um romance com Patrick (Klebber Toledo), um dos integrantes dos Tigres Siberianos, que inicialmente era o affair de Lidiane Pantera (Claudia Raia).

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Sem a pressão dos Ferreira Lima, família de Gisela, nas suas costas, Herculano Mendes já perde um grande destaque na novela – já que a maioria das “bombas” acontecem no núcleo mais abastado.  

Seguindo carreira solo quando o assunto é amor, o personagem também perdeu espaço em seu romance com Janaína Guerreiro (Dira Paes). Ambos estavam com a relação nos trilhos, com direito a idas a motéis e tudo mais, agora, cada um está focado em sua carreira, o que deu margem para que a matriarca de João (Rafael Vitti) e Jerônimo (Jesuíta Barbosa) ganhasse terreno e pudesse sair do estereótipo de pobre escandalosa .

Falando em João e Jerônimo, um dos últimos feitos do personagem na trama parece ser: catapultar a carreira de Manuela (Isabelle Drummond), já que agora ele não têm ligação com ninguém, nem mesmo com Kika (Jeniffer Nascimento), que era sua auxiliar na carreira cinematográfica e agora vem ocupando o papel de confidente de Manu, a ex-líder do Patotinha Mágica e próxima apresentadora de sucesso da PopTV .

De todas as mudanças, a mais difícil de encarar será o desperdício de Claudia Raia. Os personagens de ambos os artistas tiveram um passado de sucesso na pornochanchada – gênero que mistura erotismo com humor – e, ao que parece, isso seria revivido na trama. Com Lidiane se destacando tanto na trama, ofuscando os protagonistas e roubando a cena com seu jeito irreverente e desinibido, não poder conferir a grande “farofa” que tudo isso seria, com certeza, é a maior perda de todas.

Independentemente disto, com a audiência indo de bem a melhor, a possibilidade da saída de Humberto Martins afetar os números da novela é baixa já que os personagens terão uma guinada positiva em suas trajetórias. A questão é: a trama irá precisar dele em seu possível e remoto retorno prometido pela
Rede Globo
? Se a reposta for não, o ator tirará uma importante lição de tudo isso: Um dia é da caça, mas o outro é do caçador.

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Fonte: IG Delas
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Filósofo esloveno vê antifeminismo em desfecho de Daenerys em “Game of Thrones”

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Slavoj Žižek, prestigiado filósofo esloveno, aproveitou o final de “Game of Thrones” para fazer uma crítica reflexiva, em sua Coluna no Blog Boi Tempo , sobre a última temporada da série e deixou claro a insatisfação, principalmente, com o desfecho de Daenerys (Emilia Clarke).

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Game of Thrones
Divulgação

Daenerys em “Game of Thrones”

O pensador ressalta que a indignação pelo fim decepcionante de ” Game of Thrones ” é além do enredo ruim, mas também pela psicologia ruim, que transforma a personagem de  Emilia Clarke em Rainha Louca e, segundo ele, não se justifica em termos da trajetória da personagem.

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filósofo  diz ainda que os espectadores insatisfeitos têm um problema com embate do conflito interno entre Daenerys e os Stark. “Ela combina a rejeição de uma transformação radical com um velho tema antifeminista verificado nas obras de Hegel, Schelling e Wagner”, escreve ele. 

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Slavoj ainda fez questão de criticar a postura que foi dada a personagem em seu diálogo com Jon Snow (Kit Harington). Segundo ele, o ponto mais baixo do diálogo é o momento em que a Mãe dos Dragões diz a Jon que se ele não consegue amá-la enquanto rainha, que reinaria o medo, classificando como um arquétipo embaraçosamente vulgar da mulher sexualmente insatisfeita que explode em fúria destrutiva.

Insatisfeito com o desfecho da personagem, principalmente com as explosões assassinas dela, ele reflete que tais ações são justificáveis quando o enredo é escrito por dois homens. “Rainha tresloucada é rigorosamente uma fantasia masculina”, garante Žižek.

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Ele ainda faz uma ponte entre Cersei (Lena Headey) e Daenerys, observando que, na série, ainda que a boa vença, o poder corrompe a mulher. Slavoj ainda cita o desaparecimento de Arya (Maisie Williams) e a permanência de Sansa (Sophie Turner), concluindo que marginalização das mulheres é um momento chave da lição liberal-conservadora geral do último episódio de ” Game of Thrones “.

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Fonte: IG Delas
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