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“Saída de Rick de ‘The Walking Dead’ será satisfatória”, garante ator

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Desde a estreia da nona temporada que os fãs aguardam a saída de Rick de “The Walking Dead”. O protagonista, interpretado por Andrew Lincoln
, liderou o grupo de sobreviventes do apocalipse zumbi por nove anos, mas decidiu se despedir da série.


Saída de Rick de  “The Walking Dead” acontecerá na próxima semana e ator comenta mudanças
Divulgação/Imdb

Saída de Rick de “The Walking Dead” acontecerá na próxima semana e ator comenta mudanças

Agora, com o momento da saída de Rick de “The Walking Dead”
mais próxima do que nunca, o ator Norman Reedus
, que vive Daryl, deu mais detalhes sobre o episódio, que irá ao ar no próximo domingo (04). De acordo com ele o final de Rick será satisfatório para os fãs.

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“Eu acho que será um prato cheio e as pessoas ficarão satisfeitas” disse Reedus ao Deadline. O episódio do último domingo (28) terminou com Rick sozinho, machucado, fugindo de uma horda de zumbis. A cena prepara o terreno para a próxima semana, quando o personagem finalmente se despedirá da série.  

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A saída de Rick de “The Walking Dead”


Norman Reedus fala sobre a saída de Rick de
Divulgação

Norman Reedus fala sobre a saída de Rick de “The Walking Dead” e garante que a série está melhorando

Foi confirmado em maio deste ano que Andrew só retornaria para mais seis episódios nessa temporada, encerrando um ciclo que começou em 2010. Ele afirmou que a decisão não foi difícil e se deu em parte, por conta de sua família. “Foi como finalmente soltar o ar depois de prender a respiração por muito tempo. Foi muito satisfatório ver a jornada do personagem se fechar”, declarou.

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“É muito interessante. É muito diferente em um bom caminho. De uma maneira emocionante. É mais uma reminiscência do piloto do que qualquer outra temporada que tenhamos embarcado, o que me deixa muito feliz. É um bom momento para isso. É um momento realmente empolgante para isso. Eu me sinto como a primeira temporada. É um grande ano, e estou animado para isso”, completou Andrew Lincoln.

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Ainda falando ao Deadline
, Reedus disse ainda que a saída de Rick de “The Walking Dead”
deixou a série melhor. “A série está em seu melhor. Ele (Lincoln) brinca ‘estou chateado, está incrível agora’. E a verdade é que melhorou. O grupo ficou mais unido”, comentou. A nona temporada da série tem o comando de uma nova showrunner, Angela Kang.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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