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Rotam prende traficante com três fuzis, droga e contabilidade do esquema criminoso

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Policiais do Batalhão de Ronda Ostensiva Tático Móvel (Rotam) prenderam um homem e, a partir da prisão dele, desmontaram um esquema de armas e venda de drogas de uma facção criminosa de Várzea Grande. A ação começou na Avenida Fernando Corrêa, altura do bairro Vista Alegre, em Cuiabá, onde ocorreu a prisão de E.A.R.S., 42.

No carro em que ele estava, um Gol modelo antigo, os policiais encontraram uma grande porção de cocaína. Nervoso, diante das indagações dos policiais, o suspeito entrou em contradição diversas vezes, até que acabou revelando o endereço de sua moradia e que no local era o responsável por “cuidar” de grande quantidade de droga.

Na casa apontada, no bairro Terra Nova, em Várzea Grande, foram apreendidos 18 barras e duas porções grandes de pasta base de cocaína, além de dois tabletes de maconha, balança de precisão, telefones celulares, papel filme e outros apetrechos do tráfico de droga.

Todavia, outras apreensões mais importantes ainda estavam por vir, fuzis, metralhadora e a uma grande quantidade de munição. Lá havia um Fuzil 762, um 556 e uma submetralhadora. E sete carregadores de fuzil, dois de pistola e mais de 150 munições diversas.

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Dois cadernos da movimentação do tráfico, com anotações de vendas e nomes, também estavam na casa, que seria a base de apoio de uma facção criminosa.

A equipe da Rotam já havia recebido informações de atividades ilícitas de um ocupante de um Gol e sua ligação com uma facção e há dias procurava pelo suspeito com as mesmas características.

O suspeito e todo o material apreendido foi levado para a Central de Flagrantes do Cisc Verdão, em Cuiabá.

  O suspeito foi abordado enquanto circulava por uma avenida de Cuiabá(Foto Rotam/PMMT)

Fonte: GOV MT
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Escola Especial de Cuiabá confecciona materiais didáticos de baixo custo

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A Escola Estadual Especial Raio de Sol, localizada em Cuiabá, realiza uma oficina de criação de materiais didáticos adaptados com parâmetros da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).  O foco da oficina é criar e produzir materiais didáticos adaptados que possibilitem as práticas pedagógicas, para que todos os alunos tenham acesso ao currículo e também para que seja possível realizar intervenções adequadas às necessidades dos estudantes.  

A escola atende exclusivamente alunos com vários tipos de deficiências. O curso terá sua última etapa na terça-feira (27.08).

Segundo a diretora, Leila Bacani Barbosa, desde o início do ano letivo de 2019 os professores vêm fazendo avaliações dos seus alunos para ter clareza da necessidade de cada um. E com isso, é possível definir as estratégias de ensino, bem como os materiais didáticos necessários que facilitarão o processo de desenvolvimento global de cada um.

“A proposta é utilizar tecnologia assistiva de baixo custo, ou seja, utilizar os materiais que existem na escola, sem a necessidade de grande investimento de recurso financeiro. Estas tecnologias estão sendo confeccionadas pelos professores, atendendo as necessidades apresentadas pelos alunos”, destaca.

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Os professores elogiaram o curso, pois conseguiram jogos que serão utilizados pelos alunos. Uma das mais entusiasmada é a professora Andréia Maria, do Projeto Práticas Desportivas.

“Construí o jogo de vai e vem com garrafa pet e fio de nylon. A ideia é fazer um jogo que todos participem e que seja prazeroso. Ele foi concluído com sucesso, pois todos os alunos, incluindo os cadeirantes gostaram porque é fácil de manusear”.

No entendimento da professora Iraci Torquato, a oficina está sendo fundamental para que todo o corpo docente tenha melhores condições de trabalho em sala de aula, pois uma vez que o professor conhece a deficiência de cada estudante e nem sempre tem um material que corresponde ao que necessita para o trabalho.

“Pensamos naquilo que vem ao encontro das necessidades do aluno para que ele possa progredir. Esses materiais didáticos vão enriquecer nossas aulas”, ressalta.

A professora Célia Martins acredita que os materiais são imprescindíveis para avançar no processo do ensino-aprendizagem. “Nossos alunos gostaram, se sentem úteis e mais inclusos quando participam dessas atividades”, comemora.

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Fonte: GOV MT
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