conecte-se conosco


Política

Rondonópolis poderá ter primeiro atendimento aeromédico do Samu

Publicado

Foto: Marcelo Lucas / Assessoria de Gabinete

Uma força-tarefa para agilizar o pronto atendimento de Saúde em Rondonópolis e região sudeste se organiza para firmar um Termo de Cooperação Técnica entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e implantar o primeiro atendimento “aeromédico do Samu” em Mato Grosso.

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) articula, juntamente com o senador Welligton Fagundes (PR) e o deputado federal José Medeiros (Pode), para que um helicóptero da PRF seja disponibilizado ao Samu, a fim de realizar atendimentos de acidentados em rodovias e também no transporte de pacientes entre um hospital e outro, em caso de necessidade.

“Também já conversamos com os parlamentares federais do PSL, senadora Selma Arruda e deputado federal Nelson Barbudo, para nos apoiar neste projeto importante de trazer um helicóptero, no sentido de oferecermos um atendimento rápido para a saúde pública em Rondonópolis e vários municípios da região. Acreditamos que conseguiremos salvar muitas vidas”, afirma Delegado Claudinei.

O coordenador regional do Samu em Rondonópolis, médico Heusnan Lima Freitas, destaca que, atualmente, apenas dez estados brasileiros contam com o serviço de aeromédico pelo Samu. “A gente conta ainda com o empenho do vereador por Rondonópolis, Roni Cardoso, do deputado estadual Delegado Claudinei e da bancada federal da região com o deputado Zé Medeiros e o senador Wellington. O atendimento utilizando a aeronave será em rodovias de domingo a domingo, das 7h da manhã até as 17h, pois a noite não há visibilidade para os pilotos”, explica o coordenador.

Leia mais:  Câmara se reúne com secretários para tratar das emendas impositivas

Hoje, a regional do Samu de Rondonópolis atende 19 municípios da região. “Essa é uma ideia interessante para a nossa cidade, pois as distâncias são muito longas e o Samu atende de Alto Araguaia até a divisa com o Mato Grosso do Sul e nem sempre as viaturas respondem a contento por causa da distância das ocorrências. Vamos trabalhar com toda a bancada no sentido de fazermos um Termo de Cooperação Técnica. É uma ideia para salvar vidas”, diz Medeiros.

O próximo passo será uma reunião em Brasília (DF) com a Direção Executiva da PRF. Há previsão orçamentária para a compra de mais duas aeronaves para a Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso. “No ano passado, fui relator da parte financeira do orçamento da PRF e autorizei 100% dos recursos. Agora vamos trabalhar e trazer uma das aeronaves para Rondonópolis”, finalizou Fagundes.

Mais Informações:
Tel.65-99660-5666

Fonte: ALMT
Comentários Facebook
publicidade

Política

Bussiki propõe quarentena para ex-secretários firmarem contratos com a prefeitura

Publicado

por

O vereador Marcelo Bussiki (PSB) apresentou um projeto de lei, durante sessão nesta quinta-feira (18), propondo que secretários da Prefeitura de Cuiabá devam cumprir o prazo mínimo de seis meses, após deixarem o cargo público, para prestar serviços diretamente à administração pública. O projeto busca prevenir os conflitos de interesse e impedir que servidores que tenham acesso a informações privilegiadas se beneficiem dessa condição.
A intenção, segundo o vereador, é que esses servidores fiquem impedidos de prestar serviços e possam se valer das informações privilegiadas obtidas, em razão das atividades exercidas, para obter vantagem econômica ou financeira.
“Em nível federal já existe essa lei e nós precisamos delimitar aqui no município de Cuiabá. Queremos impedir que servidores de cargos estratégicos possam atuar na iniciativa privada e usar as informações privilegiadas e até o conhecimento da estrutura da administração pública em benefício próprio ou de terceiros e até empresas. Nossa intenção é mitigar o risco dessas situações ocorrerem”, disse Bussiki.
De acordo com o projeto, devem cumprir o prazo de seis meses os secretários, adjuntos, diretores administrativos, diretores financeiros e servidores DAS de níveis 2 e 3. Eles ficarão impedidos de prestar, direta ou indiretamente, qualquer tipo de serviço a pessoa física ou jurídica com quem tenha estabelecido relacionamento relevante em razão do exercício do cargo que ocupavam.
Além disso, estes servidores não devem aceitar cargo de administrador ou conselheiro ou estabelecer vínculo profissional com pessoa física ou jurídica que desempenhe atividade relacionada à área de competência em que atuavam. Também não podem celebrar com órgãos ou entidades do Poder Municipal contratos de serviço, consultoria, assessoramento vinculados, ainda que indiretamente, ao órgão ou entidade onde tenham ocupado o cargo.
Ainda segundo o vereador, a ocorrência de conflito de interesses independe da existência de lesão ao patrimônio público, bem como do recebimento de qualquer vantagem ou ganho pelo agente público ou por terceiro.
“Um secretário, por exemplo, não pode ter uma empresa que presta serviço à prefeitura ou para outras empresas que mantenham contrato com o Executivo. Então, precisamos normalizar as situações que podem e não podem e aquelas que são classificadas como conflito de interesse. Precisamos resguardar a administração pública”, afirmou Bussiki.
O projeto prevê ainda que a prefeitura estabeleça normas, procedimentos e mecanismos a fim de prevenir ou impedir eventual conflito de interesses. Além disso, caberá à prefeitura avaliar e fiscalizar a ocorrência de situações que configurem conflito de interesses e determinar medidas para a prevenção ou eliminação do conflito.
Após apresentado, o projeto segue para análise das comissões pertinentes e, posteriormente, será encaminhado para apreciação dos vereadores.

Karine Miranda | Assessoria Vereador Marcelo Bussiki

Leia mais:  CCJ emite parecer favorável a 56 projetos

Imprimir Voltar Compartilhar:  

Fonte: Câmara de Cuiabá
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana