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Rodrigo Santoro fala russo e espanhol no trailer do drama “O Tradutor”

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Rodrigo Santoro estrela filme sobre acidente nuclear de Chernobil
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Rodrigo Santoro estrela filme sobre acidente nuclear de Chernobil

Estrela absoluta do cinema, Rodrigo Santoro está à frente do elenco de seu novo filme, “O Tradutor”, que fala do resgate das vítimas do acidente nuclear de Chernobil, na Ucrânia, sob um prima totalmente inusitado. No longa metragem, o ator interpreta Malin, um professor universitário de literatura russa que tem a vida transformada ao começar a trabalhar em um hospital cubano.

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O docente, vivido por Rodrigo Santoro
, é designado para a função de intérprete, ajudando na comunicação entre os médicos e vítimas do acidente nuclear
, que acabaram de chegar em Havana, capital de Cuba. Mesmo relutante no começo da função, Malin passará por uma profunda transformação.

O longa-metragem conta a história real dos pais dos dois diretores, Rodrigo e Sebastián Barriuso, o que deixa a narrativa ainda mais emocionante. Exibido na última edição do Festival de Sundance, nos Estados Unidos, o filme
chega aos cinemas brasileiros no dia 28 de março, distribuído pela Galeria Distribuidora.

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Além de estrelar “O Tradutor”, o astro já participou do elenco de novelas como “Suave Veneno”, “Estrela Guia”, que será reprisada pelo Canal Viva, “Mulheres Apaixonadas” e, por último, “Velho Chico”.

Já na lista de películas, o ator já tem no currículo títulos como “Bicho de Sete Cabeças”,  em 2001, “Carandiru”, onde interpretou a travesti Lady Di, “As Panteras Detonando”, ao lado de Cameron Diaz , Lucy Liu e Drew Berrymore, “300”, “O Que Esperar Quando Você Está Esperando”, com Jennifer Lopez, “Reis e Ratos “ e “Ben-Hur”, por exemplo.

Rodrigo Santoro foi homenageado no Cine PE em 2018
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Rodrigo Santoro foi homenageado no Cine PE em 2018

Recentemente, o ator foi revelado como parte do elenco de “Turma da Mônica – Laços”, que estreia no dia 27 de junho nos cinemas brasileiros, onde viverá o Louco, personagem muito querido pelo público infantil, que adora complicar a vida do Cebolinha, a quem chama carinhosamente de Cenourinha, e que vive em um mundo de fantasia.

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Em um relacionamento com a atriz Mel Fronckowiak, que interpretou Carla, na versão brasileira de Rebelde, exibida pela RecordTV, Rodrigo Santoro
mantem o relacionamento longe das câmeras e procura ser discreto, principalmente quando se trata de sua filha, Nina, que nasceu em maio de 2017.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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