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Rock in Rio: dia do Red Hot Chili Peppers têm ingressos esgotados

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 Nesta quinta-feira (18), uma semana após a abertura da venda geral, mais dois dias do Festival Rock in Rio tiveram seus ingressos esgotados: 27 de setenbro, dia de abertura, que terá o canadense Drake como atração principal, e 3 de outubro, com a banda americana Red Hot Chili Peppers. 

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Divulgação / Rede Globo

Dia do Red Hot Chili Peppers esgotou

Na última quinta (11) outras duas datas do Rock in Rio
já tinham se esgotado. A primeira foi 4 de outubro , cuja programação é voltado ao metal e terá Iron Maiden, Scorpions e outros; depois, esgotou 6 de outubro, com os headliners Muse e Imagine Dragons .

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Agora, restam ingressos para três dias: 28 de setembro, com Foo Fighters, Weezer e mais; 29 de setembro, com Bon Jovi e Dave Matthews Band; e 5 de outubro, dia pop, com P!nk , Black Eyed Peas e Anitta. 

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O festival
será realizado nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 3, 4, 5 e 6 de outubro, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. A venda é feita exclusivamente pela internet, no site oficial do Rock in Rio
. Os ingressos diários custam R$ 525 (inteira) e R$ 262,50 (meia-entrada), e não será cobrada taxa de conveniência. Red Hot Chili Peppers
ainda não tem data específica para chegar ao Brasil

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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