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Roberto Justus fala sobre casamentos e alfineta Adriane Galisteu

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Em recente entrevista ao humorista Maurício Meirelles, Roberto Justus desabafou sobre os seus cinco casamentos, com direito a alfinetadas a relação rápida com Adriane Galisteu. 

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Reprodução

Roberto Justus e Adriane Galisteu

“Se você quiser o capítulo casamento de um homem que casou cinco vezes, eu posso escrever um livro sobre relacionamentos… Adriane Galisteu é uma querida, mas ali não teve liga, por isso que durou só dois anos”, disse Roberto Justus a Maurício Meirelles .

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“Nos outros casamentos, onde eu fiz família, fiquei quase uma década com cada uma. Tenho um amigo que diz que está casado há 40 anos. Respondo que eu também, mas dividido entre quatro mulheres diferentes”, declarou com humor.

O apresentador da Band ainda afirmou que gosta de casamento, por isso repete. “Isso só aconteceu comigo porque eu vivi intensamente com fidelidade todas as relações. A hora em que eu achava que a grama do vizinho estava mais verde, e que a relação já não estava mais tão saudável e eu ficaria infeliz, preferia pular fora. Eu saio da zona de conforto”.

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Por fim, Roberto Justus ainda ressaltou: “Eu sou muito amigo das minhas ex-mulheres. Os caras costumam cuspir no prato em que comeram. Um amigo me falou que queria ser minha ex porque elas têm grana e não precisam me aguentar… ajudei todas porque moravam com meus filhos, pude dar o conforto para eles a vida toda. Minha primeira esposa, Sasha, passa os fins de semana com a gente, e às vezes meus filhos nem estão juntos. Até viajamos!”.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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