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Esportes

Rihanna se recusa a participar do Super Bowl em apoio a Colin Kaepernick

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Em apoio a Kaepernick, Rihanna recusou convite para cantar no Super Bowl
Patrick Kovarik/AFP

Em apoio a Kaepernick, Rihanna recusou convite para cantar no Super Bowl

A cantora Rihanna
recusou o convite de se apresentar no intervalo do Super Bowl, que acontece em fevereiro do ano que vem.

De acordo com a revista “US Weekly”, o ato de recusar o Super Bowl
foi em solidariedade ao jogador Colin Kaepernick
, que está sem time desde que protestou por questões raciais em 2016.

O quarterback, que defendia o San Francisco 49rs, se ajoelhou durante a execução do hino nacional dos EUA contra a brutalidade policial direcionada à população negra. Desde então, ele não jogou mais e até apresentou queixa contra a liga de futebol acusando-os de conspirar para mantê-lo fora de campo.


Colin Kaepernick, ex-camisa 7 do 49ers, se ajoelha durante o hino nacional
NFL/DIVULGAÇÃO

Colin Kaepernick, ex-camisa 7 do 49ers, se ajoelha durante o hino nacional

Em apoio a Kaepernick, muitos atletas da NFL passaram a repetir o gesto antes das partidas. A atitude irritou o presidente Donald Trump, que se manifestou nas redes sociais.

“Os jogadores da NFL estão se ajoelhando de novo, quando deveriam estar de pé com orgulho do hino nacional”, disse Trump.

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Para o presidente, um jogo de futebol não é lugar para protestos.

“Seja feliz, seja legal! Um jogo de futebol, que os fãs estão pagando tanto dinheiro para assistir e desfrutar, não é lugar para protestar.

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O Super Bowl
é o grande jogo do campeonato da principal liga de futebol americano dos Estados Unidos, a NFL. Um dos destaques da partida que encerra a temporada costuma ser um grande show de intervalo. Após a recusa de Rihanna, a NFL convidou a banda Maroon 5 para se apresentar na final.

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Esportes

Apresentado, Rogério Ceni cita Zico e promete Flamengo ofensivo

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Apresentado à torcida e à imprensa como técnico do Flamengo, Rogério Ceni prometeu um time agressivo, “com o máximo de atacantes possível”. Na entrevista coletiva que concedeu nesta terça-feira (10) à tarde, pouco antes de comandar a primeira atividade no Ninho do Urubu, o treinador enalteceu o elenco que terá à disposição para trabalhar.

“O que importa é que os atletas se sintam à vontade. A longo prazo, temos que seguir o estilo do Flamengo, que é de um time ofensivo, que marca à frente e gosta da posse de bola. Se tenho bons jogadores em uma mesma posição, tenho de encontrar um jeito de colocá-los para jogar. O problema é que aqui tem muitos bons em várias posições, então alguém acaba ficando fora. Você pode usar o [Giorgian De] Arrascaeta e o Everton [Ribeiro] pelos lados. Pode usar Bruno [Henrique], Gabriel [Barbosa, o Gabigol] na frente. Ainda tem Vitinho, Pedro, Pedro Rocha, Michael. Essa [ataque] é a área que mais gosto de mexer, pois libera a criatividade. Além de um meio-campo que tem Gerson, [Thiago] Maia, [William] Arão e outros tantos jovens da base”, descreveu Ceni.

O técnico Rogério Ceni visita as instalações do Ninho do Urubu, Centro de Treinamento do Flamengo.

Se no ataque sobram opções, a defesa tem sido uma dor de cabeça no Flamengo. O time carioca sofreu 29 gols em 20 partidas pela Série A do Campeonato Brasileiro – oito apenas nas duas últimas partidas do torneio, nas derrotas por 4 a 1 para o São Paulo e 4 a 0 para o Atlético-MG. Somente o Goiás, que é o último colocado, foi mais vazado que o Rubro-Negro, que ocupa o terceiro lugar.

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“Só amanhã [quarta-feira, dia 11] é que vamos poder responder, mas acho que erro defensivo é fruto de [erros de] sistema de jogo. A crítica existe a um determinado jogador ou outro, principalmente zagueiros, goleiros, enfim. Quando se tem um número elevado de gols sofridos, temos que tentar ajustar, com a colaboração de todos. Aqui a gente vem para gerar ideias e colocar situações para os atletas. São eles que vão resolver dentro de campo”, avaliou o técnico, já projetando a possível estreia no comando do Rubro-Negro, diante do São Paulo, às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Ceni é o substituto do catalão Domènec Torrent, demitido após a goleada sofrida para o Atlético-MG no último domingo (8). O ex-goleiro deixou o comando do Fortaleza após cerca de três temporadas no clube – com uma rápida passagem pelo Cruzeiro no período. Pelo Leão do Pici, foi bicampeão cearense e conquistou os títulos da Copa do Nordeste e da Série B do Brasileirão, com 60% de aproveitamento em 153 jogos.

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“Primeiro, sou muito agradecido ao Fortaleza. Eu sei que o torcedor fica triste e eu, logicamente, deixo parte do meu coração em Fortaleza. Mas acho que ele compreende o tamanho do desafio. Um convite do Flamengo, no momento que o Flamengo vive, é difícil de recusar”, disse o treinador, que revelou ter contatado o ex-jogador Zico, maior ídolo rubro-negro, antes de assumir o cargo.

“Esse é meu 30º ano trabalhando com futebol. Já enfrentei muitas vezes o Flamengo. Vi Maracanã com casa cheia, vi Zico, Júnior, e tantos craques da história do Flamengo. Até mandei uma mensagem ao Zico antes de chegar aqui, se ele me permitia a entrada. É um cara por quem tenho um fanatismo grande, talvez pela relação com as faltas. É um ícone do futebol brasileiro, um cara único. Ele me respondeu do Japão. Então, eu me sinto com permissão de sentar nessa cadeira”, declarou Ceni, que assinou contrato até dezembro do ano que vem.

Confira a classificação da Série A do Campeonato Brasileiro aqui.

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