conecte-se conosco


Saúde

Resultados alcançados mostram que foi correta a decisão de não decretar a intervenção no Hospital Regional.

Publicado

As ações desencadeadas e números positivos alcançados desde a normalização e retomada dos atendimentos no Hospital Regional de Rondonópolis Irmã Elza Giovanella, mostram que foi correta a decisão do Estado em não decretar a intervenção naquela unidade hospitalar. Com o trabalho iniciado há duas semanas por uma equipe técnica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), em conjunto com o instituto Gerir, foi contornada a crise motivada pelo desabastecimento que gerou a paralisação de atividades eletivas e diminuiu a entrada de pacientes na urgência e emergência.

O pedido de intervenção foi discutido no dia 13 de novembro passado na sede da SES em uma reunião entre o secretário de Estado de Saúde, Luiz Soares, parlamentares e prefeitos que representam o Consórcio Regional de Saúde da Região Sul de Mato Grosso. Na ocasião, foram apresentadas as razões para a não intervenção e, no mesmo dia, seguiu para Rondonópolis uma equipe que iniciou o trabalho de apoio à direção do hospital. “A secretaria tomou todas as medidas cabíveis e não existem motivos para a intervenção”, ressaltou o secretário-adjunto de Gestão Hospitalar, Cassiano Falleiros, que está coordenando o trabalho da equipe técnica.

Leia mais:  AUDITORIA - Técnicos da Saúde participam de capacitação sobre auditoria no SUS.

Conforme Falleiros, a decisão da SES foi embasada em critérios técnicos e legais. “A SES não tem hoje capacidade técnica para fazer qualquer tipo de intervenção em meio a um processo de transição, faltando pouco mais de um mês para um novo governo assumir. Também não existe dotação orçamentária para a formalização de contratos emergenciais com prestadores de serviços, médicos e não médicos, e tampouco tempo hábil para a realização de processo seletivo para novos servidores para manter o pleno funcionamento do hospital”, explicou.

Cirurgias eletivas

Os dados demonstram que as medidas adotadas no Hospital Regional de Rondonópolis estão dando resultados. Com o aporte de recursos financeiros no hospital foi possível abastecer a unidade com insumos hospitalares e medicamentos por um período de 30 dias. Houve a reabertura de 25 leitos que estavam bloqueados pela Vigilância Sanitária e isso permitiu a entrada de novos pacientes que estavam na urgência e emergência e também a retomada das cirurgias eletivas.

Com a utilização de seis salas cirúrgicas (antes 2 estavam funcionando), do dia 13 de novembro até agora (27.11) já foram realizadas no hospital 152 cirurgias em pacientes da Região Sul (que abrange 19 municípios). E até sexta-feira estão sendo programadas pelo menos mais 25 cirurgias, além de outras 16 previstas para a próxima semana.

Leia mais:  Unidade de Coleta e Transfusão de Rondonópolis realiza campanha de doação no Dia Nacional do Doador de Sangue.

Atendimento ambulatorial

Os números referentes ao atendimento ambulatorial no hospital também vêm crescendo. Na semana passada, foram realizados 60 atendimentos. Nesta semana (até sexta-feira) serão mais 300 e, para a próxima semana, a programação prevê mais 450 atendimentos. Cem por cento dos leitos de UTI estão ocupado e 100% dos atendimentos de regulação do Pronto-Socorro estão sendo realizados.

“O hospital também apresenta indicadores que são de relevância nacional, comparados a hospitais privados, de excelência, tais como baixa taxa de mortalidade, alta taxa de ocupação, com giro de rotatividade média de permanência com padrões sugeridos pela Organização Mundial de Saúde. Isso tudo evidencia que, até o momento, não há nada que justifique razões para intervenção ou rescisão contratual”, concluiu o secretário-adjunto Cassiano Falleiros.

Comentários Facebook
publicidade

Saúde

Manual de medicamentos feito em 2014 é atualizado em forma de cartilha.

Publicado

por

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da Comissão Permanente de Farmácia e Terapêutica, atualizou o Manual de Medicamentos criado em 2014, com enfoque no seu acesso e uso.

Os dois primeiros manuais foram desenvolvidos pela Comissão de Farmácia Terapêutica (CFT) em 2014 para púbicos distintos. Devido ao dinamismo inerente ao setor “Assistência Farmacêutica”, a secretaria-adjunta de Unidades Especializadas solicitou revisão do conteúdo dos manuais editados em 2014. Assim, surgiu a segunda edição do Manual de Medicamentos: Acesso e Uso.

A cartilha têm como objetivo contribuir com o uso racional de medicamentos, bem como colaborar com a divulgação de informações sobre o acesso a medicamentos, fortalecendo, assim, a política de Assistência Farmacêutica no Estado.

A segunda versão do manual de medicamento foi elaborada para atingir os mais diversos públicos: profissionais da saúde; Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Procuradoria Geral do Estado, Gestores de Saúde e usuários do sistema de saúde. Para conseguir atingir os diversos públicos citados, o material foi estruturado no formato de perguntas e respostas e conta com uma resposta rápida redigida de forma simples, um resumo no final de cada conteúdo e um texto mais elaborado e detalhado para o público que assim desejar.

Leia mais:  Várzea Grande proíbe uso de cigarro de narguilé

As cartilhas explicam o que são medicamentos, quais os riscos e benefícios que esta tecnologia pode oferecer, bem como informa a responsabilidade de seu provimento por cada ente federado e explica como se dá a incorporação dessa tecnologia no Sistema Único de Saúde (SUS). São abordados ainda outros temas relacionados a medicamentos e por isso é importante que o público em geral acesse e conheça o material.

O Manual de Medicamentos pode ser acessado no site da SES (www.saude.mt.gov.br/cpft), ícone MEDICAMENTOS – CPFT-MT (Comissão Permanente de Farmácia e Terapêutica), no item Manuais e Protocolos.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana