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Região Norte de Cuiabá deve ganhar mais dois parques

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Haillyn Heiviny

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A Capital mato-grossense deve ganhar mais dois parques nos próximos anos. Isso porque, o prefeito Emanuel Pinheiro articulou a transferência de duas áreas pertencentes ao governo do Estado para o Município. O ato foi oficializado nesta semana em reunião realizada com o governado Pedro Taques e o presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Denilson Nogueira. Na ocasião, o chefe do Executivo estadual assinou o documento de cessão de uso das duas áreas.

Ambos os espaços estão localizados na região Norte de Cuiabá. Primeiro está situado no bairro Centro América, nas proximidades do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A ideia é que nele seja construído um parque em homenagem aos indígenas de Mato Grosso. Já o segundo levará o nome de Parque do Caju, no bairro CPA III.

Neste momento, a Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária auxilia no processo de transferência. A previsão é de que nos próximos dias um projeto de lei seja encaminhado para votação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), legitimando cessão das duas áreas. A elaboração do projeto e execução do mesmo ficará por conta das secretarias municipais de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Serviços Urbanos e Planejamento, por meio do Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (IPDU).

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“Queremos levar esse conceito de qualidade de vida para bairros mais afastados e é isso que esses parques oferecem. Estamos democratizando o acesso a esses espaços, atendendo a população de bairros mais afastados da região central e melhorando qualidade de vida dessas pessoas. Os dois parques vão funcionar em períodos matutino, vespertino e noturno e em um deles ainda vamos exaltar os pioneiros da nossa terra, que são os indígenas”, comentou o prefeito Emanuel Pinheiro.

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Fim do Vazio Sanitário: produtor deve ter cautela para iniciar o plantio, orienta Aprosoja

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Produtores rurais estão autorizados a plantar soja em Mato Grosso. Termina o Vazio Sanitário da Soja no Estado, após três meses de vigência. Para Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) mesmo com a liberação, produtores precisam ser cautelosos para iniciar o plantio devido as atuais condições climáticas. O período proibitivo existe há 14 anos e é uma das medidas fitossanitárias mais importantes para a prevenção e controle da ferrugem asiática na oleaginosa.

Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Antonio Galvan, ressalta a importância de o produtor estar atento ao iniciar o plantio, já que o Estado passa por um longo período de estiagem. Conforme as previsões do Projeto AproClima, as chuvas só devem acontecer na última semana de setembro, em Mato Grosso. Cautela é o melhor caminho, afirmou o presidente.

“Se tem uma coisa que o produtor rural tem é otimismo, mas nossa orientação se baseia na cautela, já que meteorologistas falam do período um pouco tardio das chuvas, principalmente este mês de setembro. Não coloque agora as duas culturas em risco (soja e milho), é preciso cautela e esperar a chegada das chuvas”, orientou.

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Galvan lembra que a entidade tem lutado e apoia integralmente o Vazio Sanitário da soja. “Incansavelmente temos lutado para manter esse período e o apoiamos, inclusive, livre de qualquer tipo de pesquisa que tenha soja. O defendemos desde a criação em 2006 e continuaremos lutando para que o vazio exista em sua totalidade”, reforçou.

Ferrugem Asiática – A ferrugem asiática da soja ocasiona perdas em torno de 20% ao ano, provocando a desfolha precoce da planta e impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma doença de importância econômica.

Vazio Sanitário – O Vazio Sanitário foi instituído pela Instrução Normativa conjunta nº 002/2015, entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT).

Clima safra 20/21 – De acordo com o professor PhD em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (USA), Luiz Carlos Molion, as chuvas na safra 2020/2021 devem ficar dentro da média. “Produtores rurais não precisam ter pressa para o plantio da safra 2020/2021, embora as chuvas possam atrasar um pouco, pode-se esperar um volume maior de água para o início de 2021, mas no geral estará na média. Não precisa se preocupar com chuvas nessa safra”, pontuou durante palestra online promovida pela Aprosoja.

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