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Range Rover Evoque fica mais sofisticado na segunda geração. Veja vídeo

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O Range Rover Evoque tem quase dez anos de mercado. Naquele momento, em 2011, foi um divisor de águas no segmento das SUVs . Afinal, conseguia mesclar o luxo dos Range Rover com um desenho agressivo misturando linha de cintura alta e teto baixo com um bom espaço interno. No Brasil, foi sucesso imediato.

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No final de 2015 veio da reestilização do Range Rover Evoque  junto com algumas mudanças internas, como o comando do câmbio esférico. A versão de duas portas também deixou o mercado e o conversível se tornou uma opção diferente e, sem dúvida, mais exótica na linha.

Range Rover Evoque arrow-options
Renato Bellote/iG

O novo Range Rover Evoque traz fortes inspirações no irmão de grande porte, o Velar

Estava na hora de uma mudança mais radical. O desenho manteve a ideia original, porém com um quê de Velar , algo mais alinhado com o estilo das irmãs maiores. Isso foi revelado, inclusive, na apresentação para a imprensa, como uma evolução do design da marca. De qualquer forma ficou bem interessante o resultado. 

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O motor Ingenium turbo de 2 litros agora entrega 300 cv com 40,8 kgfm de torque, algo suficiente para levar o utilitário esportivo de 0 a 100 km/h em apenas 6,6 segundos com velocidade máxima de 242 km/h. O conjunto trabalha com a transmissão de nove marchas e bom escalonamento.

Range Rover Evoque arrow-options
Renato Bellote/iG

Apesar da evolução no estilo, o Range Rover Evoque preserva a identidade visual da primeira geração

Uma das novidades dessa segunda geração é o Terrain Response 2, mais aperfeiçoado em com opções mais avançadas no modo Auto, especialmente quando se usa no percurso off road. Os modos HDC e ATPC auxiliam o motorista, respectivamente, em descidas e subidas íngremes.

Na estrada o conjunto mostra sua força. O modelo tem agilidade e um bom comportamento dinâmico, especialmente nas acelerações e retomadas. Outra novidade nesse sentido é a tecnologia híbrida, como uma bateria de 48V recarregada nas desacelerações e que ajuda a economizar combustível em determinadas situações.

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Por enquanto, a única versão disponível é a P300 HSE R-Dynamic, a mais completa, com o preço de R$ 322.300,00. Em breve outras opções virão, bem como a possibilidade de produção na fábrica de Itatiaia (RJ). Pelo que pudemos ver e testar no lançamento, o Range Rover Evoque evoluiu e deve continuar sendo bem aceito no mercado brasileiro. 

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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Divulgação

Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

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