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Quarta-feira de Cinzas: com mudanças devido à pandemia, entenda o que é e como surgiu

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Para cristãos, celebração marca o início do período de resguardo após a folia carnavalesca e antecede a Quaresma. As medidas relembram a passagem de mesma duração de Jesus pelo deserto.

Esta quarta-feira, 17, é uma data especial para o calendário católico: a conhecida Quarta-feira de Cinzas antecede a Quaresma e traz o início de um período de resguardo após a folia carnavalesca – mesmo sob um ano de pandemia, em que as tradicionais festas não aconteceram na maioria das cidades.

No catolicismo, o período da Quaresma marca o início da preparação para a Santa Páscoa, que dura 40 dias. Nesse intervalo de dias, há um resguardo sob diversas práticas quaresmais: jejuns e outras restrições alimentares, por exemplo, são tidas para o público como forma de repensarmos o modo em que agirmos, falamos e pensamos.

As medidas relembram a passagem de mesma duração de Jesus pelo deserto. “A festa que vem termina em cinzas, enquanto a festa da Páscoa termina em ressurreição: para mostrar que Deus continua agindo em nós”.

Na mesma data, há o lançamento da Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE). Em 2021, o tema é “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor” e o lema será “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade”( Ef 2,14).

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O significado das cinzas e o cuidado do resguardo

O uso litúrgico das cinzas simbolizam dor, morte e penitência. Com várias referências no Antigo Testamento e em outros tempos Depois de Cristo (DC), com o passar do tempo as cinzas foram adotadas como sinal do início do tempo de Quarentena. O período de preparação é de 40 dias, fora os domingos, e segue até a Páscoa da Ressurreição.

Segundo as primeiras edições do ritual de preparação já datam do século VII. Na liturgia da circunscrição eclesiástica, as cinzas utilizadas para os presentes nas missas são feitas com os ramos de palmas distribuídos no ano anterior ao Domingo de Ramos.

A sequência já é conhecida entre os fiéis. O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na frente de cada fiel, traçando o Sinal da Cruz. Em seguida, vêm as frases: “Recorda-te que és pó e em pó te converterás” ou então “Arrepende-te e crede no Evangelho”.

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ANS determina que planos cubram novos remédios, exames e cirurgias

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Uma nova resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), publicada hoje (2) no Diário Oficial da União, promoveu uma ampla atualização nos procedimentos e eventos que devem ter cobertura garantida por planos de saúde privados. Novos exames e tratamentos passaram a fazer parte da lista obrigatória de assistência, que deverá ser observada a partir de abril.

Ao todo, foram adicionadas 69 coberturas, sendo 50 relativas a medicamentos e 19 referentes a exames, terapias e cirurgias indicadas no tratamento de enfermidades do coração, intestino, coluna, pulmão e mama, entre outras.

Entre os remédios, passam a integrar a lista obrigatória de assistência 17 imunobiológicos que poderão ser usados para tratar doenças inflamatórias, crônicas e autoimunes, como psoríase, asma e esclerose múltipla.

Outros 19 são antineoplásicos orais indicados no enfrentamento de diversos tipos de câncer. Mulheres com tumor na mama em estágio avançado, por exemplo, poderão contar com a cobertura do Abemaciclibe, Ribociclibe e Palbociclibe. Outra droga incluída é o Osimertinibe, que tem sido apontado em estudos como responsável por aumentar a sobrevida de pacientes com câncer de pulmão metástico. A lista traz ainda novas opções para tratar leucemias, melanomas, mielomas e tumores de fígado, rim e próstata.

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Em relação às cirurgias, terão coberturas novas intervenções para tratar hérnia de disco lombar e deformidade na mandíbula, além de problemas na coluna cervical e no coração. Os exames e terapias incluídos permitirão diagnósticos e tratamentos de tuberculose, inflamação intestinal, leucemia mielóide, cânceres de pulmão e de mama, entre outras doenças. Consultas com enfermeiro obstetra ou obstetriz também têm agora assistência garantida.

Validade

As mudanças foram aprovadas em reunião na última quarta-feira (24). Elas valem para todos os planos contratados a partir de 1999. Também se aplicam aos que foram contratados antes dessa data que tiverem sido adaptados conforme a lei federal 9.656/1998, conhecida como Lei dos Planos de Saúde.

Segundo nota divulgada pela ANS, a elaboração da nova resolução normativa se deu a partir de um processo transparente e de uma análise robusta, que contou com diversas etapas de discussões técnicas e com ampla participação da sociedade, que enviou 30.658 contribuições durante consulta pública aberta entre outubro e novembro do ano passado.

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“Pela primeira vez no processo de revisão do rol foram utilizados, de modo sistematizado, dados de saúde e informações financeiras para a análise crítica das avaliações econômicas e para as estimativas de impacto orçamentário de cada tecnologia”, diz o texto.

A atualização, segundo a ANS, levou em conta critérios variados como os benefícios clínicos comprovados, o alinhamento às políticas nacionais de saúde e a relação entre custo e efetividade. Os procedimentos incorporados foram aqueles em que os ganhos coletivos e os resultados clínicos foram considerados os mais relevantes para o conjunto dos pacientes.

 

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