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Punido pelo STJD, Atlético Paranaense volta a sinalizar apoio a Jair Bolsonaro

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Atlético Paranaense sinalizou apoio a Bolsonaro com camisa amarela vetada anteriormente pela diretoria
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Atlético Paranaense sinalizou apoio a Bolsonaro com camisa amarela vetada anteriormente pela diretoria

O Campeonato Brasileiro
foi antecipado neste fim de semana, com a rodada de número 31 começando na quarta-feira por conta das eleições. Porém, neste domingo o futebol nacional teve protagonismo por outra situação. No jogo de ontem na Arena da Baixada, em Curitiba, o Atlético Paranaense sinalizou apoio a Bolsonaro pela segunda vez durante a campanha eleitoral.

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Na partida antes do primeiro turno das eleições presidências, o Atlético Paranaense sinalizou apoio a Bolsonaro
quando quase todos os jogadores entraram em campo vestindo uma camisa amarela escrita ‘Vamos todos juntos por amor ao Brasil!’. O zagueiro Paulo André foi o único que vestiu a jaqueta do clube.

Devido a ação, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) multou o clube em R$ 70 mil
. O órgão alegou que o Atlético Paranaense descumpriu o Regulamento Geral das Competições.

A manifestação em favor do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, desta vez veio de maneira mais sutil. Os atletas do Atlético-PR entraram em campo com um modelo de uniforme amarelo com vermelho, criado pela Umbro no início do ano para homenagear a camisa da seleção espanhola.

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Na ocasião da divulgação deste uniforme em abril, a diretoria do clube paranaense tinha reprovado a peça e publicou em suas redes sociais que não usaria a camisa. “Desta forma, o Furacão [apelido do Atlético] não utilizará nem comercializará a camisa lançada”, dizia o texto.

A mensagem foi apagada na última semana e muitos torcedores perceberam a movimentação. Em seu site oficial, o clube publicou uma nota em que explica o uso do uniforme contra o Botafogo.

“A mudança de uniforme será realizada para lembrar a consciência cívica dos atleticanos e de todos os brasileiros, que amanhã decidirão o futuro do nosso país. Após o jogo, as cores do Brasil vão pulsar no Estádio Atlético Paranaense. Neste momento da história brasileira, a participação consciente dos cidadãos é de extrema importância para o futuro de todos. Vamos todos juntos por amor ao Brasil!”, dizia a nota.

Antes de a partida ter início, luzes verde e amarela foram projetadas no estádio e ressaltavam uma faixa escrita “vamos todos juntos por amor ao Furacão”.

Nas redes sociais, um sócio do clube fez transmissão ao vivo no Instagram mostrando que foi impedido de entrar na Arena da Baixada por usar um adesivo do candidato a presidência Fernando Haddad, do PT. Luis Henrique da Rocha Machado, advogado de 25 anos, contou que só conseguiu entrar no estádio com seu pai, Lauro Gomes Machado, após retirar o adesivo da camisa.

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O fato de que o Atlético Paranaense sinalizou apoio a Bolsonaro
novamente ainda não foi comentado pelo STJD.

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Apresentado, Rogério Ceni cita Zico e promete Flamengo ofensivo

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Apresentado à torcida e à imprensa como técnico do Flamengo, Rogério Ceni prometeu um time agressivo, “com o máximo de atacantes possível”. Na entrevista coletiva que concedeu nesta terça-feira (10) à tarde, pouco antes de comandar a primeira atividade no Ninho do Urubu, o treinador enalteceu o elenco que terá à disposição para trabalhar.

“O que importa é que os atletas se sintam à vontade. A longo prazo, temos que seguir o estilo do Flamengo, que é de um time ofensivo, que marca à frente e gosta da posse de bola. Se tenho bons jogadores em uma mesma posição, tenho de encontrar um jeito de colocá-los para jogar. O problema é que aqui tem muitos bons em várias posições, então alguém acaba ficando fora. Você pode usar o [Giorgian De] Arrascaeta e o Everton [Ribeiro] pelos lados. Pode usar Bruno [Henrique], Gabriel [Barbosa, o Gabigol] na frente. Ainda tem Vitinho, Pedro, Pedro Rocha, Michael. Essa [ataque] é a área que mais gosto de mexer, pois libera a criatividade. Além de um meio-campo que tem Gerson, [Thiago] Maia, [William] Arão e outros tantos jovens da base”, descreveu Ceni.

O técnico Rogério Ceni visita as instalações do Ninho do Urubu, Centro de Treinamento do Flamengo.

Se no ataque sobram opções, a defesa tem sido uma dor de cabeça no Flamengo. O time carioca sofreu 29 gols em 20 partidas pela Série A do Campeonato Brasileiro – oito apenas nas duas últimas partidas do torneio, nas derrotas por 4 a 1 para o São Paulo e 4 a 0 para o Atlético-MG. Somente o Goiás, que é o último colocado, foi mais vazado que o Rubro-Negro, que ocupa o terceiro lugar.

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“Só amanhã [quarta-feira, dia 11] é que vamos poder responder, mas acho que erro defensivo é fruto de [erros de] sistema de jogo. A crítica existe a um determinado jogador ou outro, principalmente zagueiros, goleiros, enfim. Quando se tem um número elevado de gols sofridos, temos que tentar ajustar, com a colaboração de todos. Aqui a gente vem para gerar ideias e colocar situações para os atletas. São eles que vão resolver dentro de campo”, avaliou o técnico, já projetando a possível estreia no comando do Rubro-Negro, diante do São Paulo, às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Ceni é o substituto do catalão Domènec Torrent, demitido após a goleada sofrida para o Atlético-MG no último domingo (8). O ex-goleiro deixou o comando do Fortaleza após cerca de três temporadas no clube – com uma rápida passagem pelo Cruzeiro no período. Pelo Leão do Pici, foi bicampeão cearense e conquistou os títulos da Copa do Nordeste e da Série B do Brasileirão, com 60% de aproveitamento em 153 jogos.

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“Primeiro, sou muito agradecido ao Fortaleza. Eu sei que o torcedor fica triste e eu, logicamente, deixo parte do meu coração em Fortaleza. Mas acho que ele compreende o tamanho do desafio. Um convite do Flamengo, no momento que o Flamengo vive, é difícil de recusar”, disse o treinador, que revelou ter contatado o ex-jogador Zico, maior ídolo rubro-negro, antes de assumir o cargo.

“Esse é meu 30º ano trabalhando com futebol. Já enfrentei muitas vezes o Flamengo. Vi Maracanã com casa cheia, vi Zico, Júnior, e tantos craques da história do Flamengo. Até mandei uma mensagem ao Zico antes de chegar aqui, se ele me permitia a entrada. É um cara por quem tenho um fanatismo grande, talvez pela relação com as faltas. É um ícone do futebol brasileiro, um cara único. Ele me respondeu do Japão. Então, eu me sinto com permissão de sentar nessa cadeira”, declarou Ceni, que assinou contrato até dezembro do ano que vem.

Confira a classificação da Série A do Campeonato Brasileiro aqui.

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