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Política

Protagonismo feminino na política é um dos temas de debate em festival de cinema em Cuiabá

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Debate sobre mulher na política lotou o Cine Teatro

Foto: KAREN MALAGOLI / ALMT

O mês de outubro, em Cuiabá, também foi marcado pela realização do Tudo Sobre Mulheres, mais que um festival de cinema feminino, uma programação para reflexões sobre a ocupação dos espaços sociais pelas mulheres. Com esta temática, a Assembleia Social não poderia ficar de fora e apoiou a iniciativa.

O 7º Festival de Cinema Feminino Tudo Sobre Mulheres (TSM), com atividades concentradas entre 21 e 31 de outubro, promoveu, além da mostra competitiva com 31 filmes de todo o país, rodas de conversa, apresentações artísticas, lançamentos de livros, oficinas de cinema, com toda a programação gratuita.

O Prêmio Melhor Filme foi para o curta-metragem alagoano Guaxuma (com produção conjunta Brasil-França), de Nara Normade, mas o grande destaque desta edição foi a Roda de Conversa Protagonismo Feminino na Política, com as deputadas federais Rosa Neide (PT/MT) e Benedita da Silva (PT/RJ) e a ex-deputada federal e a ex-candidata à presidência, Manuela D’Ávila (PCdoB/RS), que lotou uma das casas do festival, o Cine Teatro Cuiabá (CTC). Ainda houve rodas de conversa sobre Protagonismo Feminino nas Artes, sobre Gordofobia na Mídia Audiovisual e sobre o Cenário do Audiovisual Brasileiro.

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O festival, já consolidado, promove a primeira edição em Cuiabá, com eventos no CTC e no Cine Clube Coxiponés (UFMT), depois de seis edições em Chapada dos Guimarães. A realizadora do TSM, Danielle Bertolini, não escondeu a alegria com o resultado do festival. “Estou muito feliz. Tivemos sucesso de público e participação nos debates e oficinas, e, acima de tudo, conseguimos promover importantes reflexões sobre as várias temáticas acerca do universo feminino”.

A Assembleia Social contribuiu na logística do evento, oferecendo material gráfico e de divulgação e sonorização para as apresentações artísticas. “Esse festival é muito relevante, pois incentiva a produção feminina no cinema – espaço de tão difícil acesso para as mulheres, e debate uma sociedade mais igualitária para todas as pessoas. Nós apoiamos a iniciativa e seguimos à disposição para incentivar ações que promovam justiça social e cultura”, declarou a diretora do departamento social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Daniella Paula Oliveira.

Além da AL Social, outras 42 instituições públicas e privadas contribuíram para a realização do festival, além do trabalho de voluntários.

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Confira abaixo a lista completa dos filmes premiados na mostra competitiva:

Prêmio Melhor Filme – Guaxuma (BR/FR), direção de Nara Normade.

Prêmio EloCompany – Melhor Filme – Egrégora (SP), direção de Etienne Tavares.

Prêmio Melhor Filme – Juri Popular – Filhas de lavadeiras (DF), direção de Edileuza Penha de Souza.

Prêmio Mistika – Melhor filme eixo Rio/São Paulo – Quântica (SP), direção de Tati Lena.

Prêmio Mistika – Melhor Filme região Fames – Essas Mulheres que não envelhecem (RS), direção Yamini Benites e Jonas Lunardon.

Prêmio Mistika – Melhor Filme região Conne – Filhas de Lavadeiras (DF), direção de Edileuza Penha de Souza.

Prêmio AIC – Melhor Filme de Estreia – A Bicicleta (GO), direção de Milena Ribeiro.

Prêmio AIC – Melhor Filme de Universitário – A Bolsa (SP), direção de Deborah Pereira.

*Com Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel/MT)

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Política

Projeto que valoriza profissionais da educação é aprovado em 2ª votação

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A proposta aprovada nesta quarta-feira (5) pretende implementar campanhas publicitárias de valorização dos professores

O deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas) manifestou no plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (5), contentamento pela aprovação em segunda votação do Projeto de Lei  n°563/19, que pretende criar campanhas publicitárias permanentes nas escolas públicas do ensino fundamental e médio no Estado de Mato Grosso de valorização e respeito ao trabalho do professor.

O autor da proposta justifica que existem inúmeros casos de educadores se tornam reféns de alunos, devido ao fato de alguns estudantes não ter interesse em acompanhar nas aulas, e acabam por fim fazendo desordem na sala, com casos até de estarem estão armados nas escolas.

“Muitos professores ficam reféns desses alunos que fazem ameaças aos professores de diversas formas, ficando estes impossibilitados de se defender ou de tomar qualquer providência diante da situação, por isso nossa intenção de criar mecanismo para deter essa pratica, se faz necessário que alguma atitude seja efetivamente tomada para que o docente seja respeitado, seu trabalho seja valorizado e possa desenvolver suas aulas em paz”, argumentou o parlamentar.

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Consta na propositura que órgãos públicos competentes criarão campanha publicitária permanente nas escolas públicas do ensino fundamental e médio do Estado de Mato Grosso de valorização e respeito ao trabalho do professor. Será realizada ainda campanha, através de cartazes impressos a serem fixados sobre o assunto em todas as escolas públicas do ensino fundamental e médio no Estado de Mato Grosso.

Além disso, a proposta requerida pelo parlamentar defende a colocação de cartazes, que, deverão conter mensagens, entre outras, que induzam o respeito dos alunos ao professor e às suas decisões, bem como de valorização do seu trabalho.  Em destaque também no projeto em relação às despesas decorrentes da aplicação desta lei, que cita que correrão a conta de dotações orçamentárias consignadas no orçamento vigente e suplementadas se necessário.

“É necessário que alguma atitude seja efetivamente tomada para que o docente seja valorizado, a nossa proposta é simples e de baixo custo. Tem que existir uma ampla campanha publicitária permanente nas escolas públicas de ensino fundamental e médio, com cartazes impressos fixados nas paredes dos estabelecimentos, que tragam mensagens de respeito aos professores.

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Entendemos que se trata de uma medida simples, mas que pode ajudar a reverter esse estado de violência que muitos professores sofrem na sua labuta diária”, finalizou Araújo.

Dados – A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) realizou uma pesquisa com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos), que apontou que o Brasil lidera um ranking de violência nas escolas. O levantamento considera dados de 2013, quando 12,5% dos professores brasileiros ouvidos relataram serem vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos ao menos uma vez por semana. A média entre os 34 países pesquisados é de 3,4%. O Brasil é seguido por Estônia (11%) e Austrália (9,7%).

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