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Política

Projeto-piloto de gestão compartilhada poderá ser implantado em escola de Rondonópolis

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Foto: Marcos Lopes

Indicação apresentada pelo deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD)- Nininho, na sessão dessa quarta-feira (20), à secretária de Estado de Educação, Marioneide Angélica Kliemmaschewsk e ao comandante-geral da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso, coronel PM Jonildo José de Assis, objetiva incorporar e resgatar no espaço escolar os princípios cívicos.

De acordo com o deputado Nininho, que viu o exemplo da implantação do projeto no Distrito Federal, inserir a gestão compartilhada nas escolas estaduais no Mato Grosso pode ser um divisor de águas.

“Esse projeto é muito interessante porque, além de elevar os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), insere as crianças e adolescentes envolvidas no processo de noções de civismo. O principal objetivo da gestão compartilhada é integrar a educação pedagógica e a disciplina. Toda escola tem sua importância, e o modelo militar pode contribuir para formação dos futuros adultos”, explicou o deputado.

Para o parlamentar, essa é uma ação que não vai onerar os cofres públicos. “O modelo adotado pelo Distrito Federal conta com a presença de 20 a 25 policiais militares que sejam da reserva ou que estejam com restrições médicas, porém aptos a cuidar de decisões disciplinares e administrativas”, ressaltou Nininho.

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Conforme o projeto a ideia é começar a implantação em escolas estaduais que estão com notas abaixo do Ideb, ou seja, com os menores índices de avaliação e vulneráveis por diferentes motivos como é o caso das escolas em bairros afastados com alto número de criminalidade.

“Houve um tempo que cantar o Hino Nacional era algo muito comum nas escolas, a disciplina era aplicada segundo os princípios básicos, sempre priorizando o bom convívio com o próximo, o respeito pelos mais velhos e principalmente a hierarquia. Não estou condenando os modos utilizados hoje, mas acredito que criança gosta e espera por disciplina, e se não for agora, um dia alguém vai cobrar”, ratificou o parlamentar.

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Economia

Cerca de 11 milhões de brasieiros estão em análise para receber auxílio de R$ 600

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A Caixa Econômica Federal divulgou nesta segunda-feira (1º) que cerca de 11 milhões de brasileiros ainda estão em processo de análise ou reanálise para receber o auxílio emergencial de R$ 600.

“Assim que a Dataprev terminar a análise e o benefício for validado pelo Ministério da Cidadania, nós receberemos as informações dos novos elegíveis e vamos pagar a primeira parcela”, afirmou o presidente do banco estatal, Pedro Guimarães.

De acordo com a Caixa, foram contabilizados 106,8 milhões de cadastros para o recebimento do benefício, dos quais 42,2 milhões foram considerados inelegíveis. Entre eles, há 5,3 milhões em reanálise. Outros 5,6 milhões estão no primeiro processo de avalição.

 

“Mais de metade da população brasileira se cadastrou para o recebimento desse benefício. 59 milhões já foram aprovados e temos 10,9 milhões em análise”, pontuou Guimarães. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o país conta com cerca de 211 milhões de habitantes.

 

Para quem recebeu a primeira parcela do auxílio nos últimos dias, Guimarães disse que haverá um “espaçamento” para os próximos pagamentos. “Quem recebeu a primeira há 10 dias, deve receber a segunda nas próximas semanas”, garantiu.

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O benefício de ajuda do governo federal foi liberado para trabalhadores informais, desempregados, microempreendedores individuais, intermitentes e toda população de baixa renda.

 

Saques

Ao comentar sobre a quantidade de saques no final de semana, a Caixa revela que já foram realizadas 499 mil transações para a retirada de R$ 324,3 milhões por nascidos no mês de janeiro.

 

Houve ainda nos últimos dois dias 735,5 mil movimentações dos recursos d auxílio emergencial pelo aplicativo do Caixa Tem, que permite comprar apenas com o uso do aparelho celular. “Significa que o aplicativo já realiza um número maior de saques do que aqueles em que você precisa comparecer nas agências ou nas lotéricas”, destaca Guimarães.

 

Para o presidente da Caixa, os números comprovam a eficiência do sistema adotado pelo banco. “Isso vai na direção de reduzir a necessidade das pessoas de irem às agências. E vai na direção do que queremos, de acelerar o pagamento, reduzindo qualquer aglomeração”, comemora ele.

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