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Política

Projeto de Max Russi que reforça investigações nos roubos de cargas é aprovado em primeira votação

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O novo texto à Lei Complementar 407/2010 propõe ainda o apoio às averiguações de crimes em andamento em outras delegacias.

Foto: Ronaldo Mazza

Foi aprovado em primeira votação o Projeto de Lei Complementar nº 11/2019 (Íntegra aqui), de autoria do deputado Max Russi (PSB), que atribui à investigação de furto ou roubo de bancos, caixas eletrônicos, defensivos agrícolas e cargas transportadas em vias terrestres, fluviais ou aéreas à Divisão de Investigações Especiais da Polícia Civil. Apreciado na sessão ordinária da última terça-feira (10), o novo texto anexo à Lei Complementar 407/2010 propõe ainda o apoio às averiguações de crimes em andamento em outras delegacias.

O parlamentar alerta que em nosso estado, a cada ano, aumenta a incidência nesse tipo de crime e ainda cita dados do Sindicato de Empresas de Transportes e Cargas de Mato Grosso (Sindmat), que apontam um aumento de 42% desses delitos, registrados nos últimos 12 meses. As transportadoras tem sido as mais prejudicadas.

“Esse foi um pedido dos sindicatos, que estão sofrendo com esse tipo de crime em nosso Estado. Precisamos fortalecer a Polícia Civil, para que assim possa desvendar esses roubos e prender esses bandidos”, discursou.

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Em maio desse ano, o deputado Max Russi sugeriu a criação de políticas integradas de segurança pública nas rodovias federais e estaduais de Mato Grosso, em cooperação entre as forças policiais do Estado e da União, no combate ao roubo de cargas e caminhões. 

Na época, a Indicação nº 1372/2019, apresentada a Casa de Leis pelo parlamentar, foi encaminhada a Superintendência Regional do Departamento de Polícia Rodoviária Federal.

A intenção é combater esse tipo de delito, assim como desarticular o “modus operandi” dos criminosos, por meio da instrumentalização de operações entre as policiais, tendo como base o compartilhamento de dados e a cooperação mútua. 

“Tenho recebido muitos pedidos de ajuda, até pela minha rede social, de motoristas de nosso estado, que já não sabem mais o que fazer. São pais de família, que estão buscando o sustento de forma honesta, mas que estão à mercê de bandidos, infelizmente. Por isso é importante reforçar essa cobrança“, justificou.

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Cultura

Excesso de chuva causa prejuízo de 50% na produção de hortaliças em MT, dizem produtores

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A chuva em excesso já causou prejuízo de 50% na produção de hortaliças em fevereiro, segundo produtores. Com a falta do produto, os horticultores precisam comprar de outros produtores para atender a demanda.

O horticultor Gilberto dos Santos Silva, que tem uma plantação de hortaliças em Tangará da Serra, no oeste do estado, afirmou que precisou reduzir o plantio para não ter mais prejuízos.

“A gente acaba deixando de plantar, porque a produção é bem menor. Quase não choveu no mês de janeiro, mas em fevereiro está chovendo um pouco mais e está prejudicando quem está produzindo folhas”, ressaltou.

Um dos plantios prejudicados, segundo Gilberto, é o da alface. Para conseguir atender os clientes, ele compra de produtores que têm estufa e revende.

“Sai muito mais caro, porque a nossa margem, quando você pega fora, ela é praticamente zero. Fazemos mesmo só para atender os clientes”, explicou.

Também há horticultor que não tem condições de comprar produtos de terceiros e usa outras alternativas para se manter no mercado.

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“Quando já está programado essa chuva no começo do ano, se dedicamos mais no tempo das águas em legumes. Para poder ter uma saída, uma válvula de escape, porque a folha fica muito escassa, pois vem a doença, a chuva, e a gente não consegue produzir nas águas”, disse o horticultor Adeval da Conceição.

A produtora Telma Madalena da Paz cultiva hortaliças há oito anos em Barra do Bugres, a 169 km de Cuiabá, disse que está preocupada porque todo o investimento feito no plantio de alface não vai dar retorno.

Sem a renda, ela afirmou que não tem ideia de como vai pagar o fornecedor e lamentou a situação.

Com a baixa produção de folhas nas lavouras, a tendência é que o preço no mercado aumente, além de criar uma grande disputa entre os consumidores.

“Chega um momento que você chega na feira, se o nosso cliente não chegar bem cedo, ele não vai conseguir comprar o alface”, disse Gilberto.

A esperança, segundo os produtores, é que a chuva diminua nos próximos meses.

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