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Projeto de Lei prevê campanhas para prevenir acidentes com garis e catadores de materiais recicláveis

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O deputado estadual sargento Elizeu Nascimento (DC), apresentou nesta terça-feira (20), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o Projeto de Lei nº 907/2020 que determina ao governo do estado de Mato Grosso a produção e veiculação de campanhas educativas visando a conscientização da população, com o objetivo de reduzir os acidentes sofridos por catadores e coletores profissionais de resíduos sólidos, bem como evitar danos ao meio ambiente.

De acordo com a proposição, a campanha publicitária poderá ser implementada através de peças educativas junto aos estudantes da rede pública de ensino, anúncios para televisão, rádio, jornais impressos, outdoor, internet e outros, que abordam métodos adequados de descarte e a destinação de resíduos perfurocortantes.

De acordo com o artigo  1º do Projeto de Lei deve ser acrescentado um dispositivo na Lei nº 7.862 de 19 de dezembro de 2002, que dispõe sobre a Política Estadual de Resíduos Sólidos, para prever o desenvolvimento de programas que visem estimular o descarte adequado de resíduos.

“O descarte inadequado de materiais perfurocortantes tem sido causa de lesões graves em catadores e coletores profissionais de resíduos sólidos no estado de Mato Grosso. De acordo com matéria veiculada na imprensa, em 2019, cerca de quatro acidentes de trabalho com garis foram registrados por mês, somente na cidade de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, durante a coleta.

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“Conforme o relato dos coletores, os acidentes ocorrem por causa dos descarte irregular, principalmente, de cacos de vidro, espetos e outros materiais pontiagudos, envolvendo perfurações e cortes nos dedos, mãos e braços, e foi pensando justamente em quem recolhe e descarta os resíduos que o Projeto de Lei foi elaborado”, explica o parlamentar.

Elizeu Nascimento lembra que o governo já dispõe de verba destinada para campanhas publicitarias oficiais e que a Constituição prevê que a publicidade governamental deve ter caráter educativo, informativo ou de orientação social.

 

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Vendas de veículos novos caem 26% em 2020 e setor tem pior resultado desde 2016

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Foram emplacados 2,05 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Pandemia do coronavírus interrompeu sequência de crescimento, mas Fenabrave prevê alta de 16% em 2021.

As vendas de veículos novos caíram 26,16% em 2020, segundo resultados divulgados nesta terça-feira (5) pela Fenabrave, a associação dos concessionários. Foi a primeira queda nas vendas em 4 anos e o maior tombo anual desde 2015, reflexo da pandemia do coronavírus.

Foram emplacados 2.058.315 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Como comparação, em 2019 foram 2.787.618. Em 2016, foram 2.050.240 unidades.

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda em 2020 foi menor que a esperada e o resultado só não foi melhor pelos problemas com falta de peças e componentes enfrentado pelas fabricantes.

“Os principais fatores que influenciaram nessa melhora, principalmente a partir do segundo semestre, foram a manutenção da taxa de juros, em um patamar baixo e o Auxílio Emergencial, oferecido pelo Governo Federal, que colaboraram para o aquecimento do comércio e para a baixa inadimplência”, disse Alarico.

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Vendas de veículos novos no Brasil — Foto: Economia G1

Com o retorno pleno do funcionamento das atividades econômicas, dezembro registrou as maiores vendas do ano, com 194.679 veículos vendidos e crescimento de 8,43%. O melhor número anterior havia sido em novembro, com 177.561 unidades.

O presidente da associação também aponta para a falta de disponibilidade de veículos no mercado, como reflexo da pandemia. Para ele, por isso, a recuperação “não foi suficiente para superar os resultados do último trimestre de 2019”.

Previsões para 2021

 

A entidade espera um crescimento gradual das vendas para este ano, projetando uma alta de 16% para automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, sobre os resultados de 2020. As previsões se baseiam na expectativa de crescimento do PIB e na retomada da economia.

“Esperamos poder recuperar, aos poucos, o mercado, mas ainda há incertezas e fatos que podem repercutir nas nossas projeções”, aponta Alarico Assumpção Júnior.

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