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Cidades

Programa Siminina recebe palestras sobre violência e diversidade racial

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As 16 unidades do Programa Siminina recebem periodicamente no decorrer do ano, palestras educativas. Esta semana, as meninas das unidades dos bairros Dr. Fábio e Sucuri, participaram de palestras voltadas na formação e crescimento pessoal. Temas como prevenção de violência contra criança e diversidade foram abordados e discutidos.

Um forma de fácil entendimento em formatado em vídeos, slides, dinâmica e com uma linguagem fácil e simples, totalmente adequada para a faixa etária do programa, foi assim que cerca de 30 meninas participaram das palestras.

Na unidade do bairro Dr. Fábio, a professora Carmem Cenira, abordou o tema “Vozes da infância com a diversidade”, o principal foco da palestra era mostrar para as alunas sobre a diferença racial que existe na sociedade. Ela destaca que a abordagem desta temática da diversidade, especificamente a questão racial, se torna fundamental para a mudança de posturas e atitudes tendo em vista uma sociedade mais justa e humanizada. Ao problematizar essa questão com crianças e adolescentes permite que ideias e concepções equivocadas sejam desconstruídas. “É fato que ainda vivemos em uma sociedade racista e sexista. Isso significa que a escuta e diálogo são necessários para que haja o respeito as diferenças”, observa.

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De acordo com Carmem, a partir do suporte didático, o livro Cabelo Ruim? As história de três meninas aprendendo a se aceitar. Da autora Neuza Batista Pinto e possível estabelecer um debate sobre os vários temas que configuram verdadeiros dilemas como identidade, auto estima, discriminação, preconceito racial, etc. “Penso que tratar sobre essa questão, nos espaços educativos e sociais permite que nossas crianças cresçam aprendendo a respeitar o diferente e não hostilizar outras pessoas porque têm características diferentes da sua, ou uma religião diferente. Por isso a ideia de dialogar com crianças e adolescentes do Programa Siminina sobre o tema”, reforça Carmem.

Já na unidade do bairro Sucuri, a professora Vânia Araújo, destacou o tema “Prevenção de violência contra criança e adolescente”, ela ressalta que essas abordagens que envolvem violência sexual, psicológica e física são, na maioria das vezes, descobertas por meio deste trabalho que é realizado em projetos e escolas.

Um dos principais temas de violência abordados durante a palestra foi de casos ligados à internet, dado o fato de que a criança e ao adolescente, muitas vezes, não fazem a ideia de quem está por trás das redes sociais. “Atualmente um grande perigo que temos que atentar as crianças é o uso da internet, na maioria das vezes por inocência e falta de orientação a criança acaba sendo assediada por meio deste meio de comunicação por isso a atenção deve ser redobrada”, observa.

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A metodologia desse trabalho preventivo é realizada, em primeiro momento, com orientação desenvolvida junto às coordenadoras e monitoras do programa Siminina e, posteriormente, é levado para as salas de aula.

 

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Cidades

Teste da vacina Coronavac segue em busca de voluntários em MT

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O estudo clínico ProfisCOV, que consiste na testagem da vacina Coronavac e conduzido em 16 centros pelo Brasil, segue em busca de voluntários em Mato Grosso. O projeto, desenvolvido pelo Instituto Butantan e operacionalizado localmente pelo Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM-UFMT/Ebserh), iniciou os trabalhos no Estado em outubro. A vacina é desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Life Science.

Para tornar-se voluntário, os seguintes pré-requisitos são obrigatórios: ser profissional da saúde com registro em conselho de classe (médico, enfermeiro/técnico em Enfermagem, nutricionista, fisioterapeuta, biólogo, psicólogo, assistente social, biomédico, farmacêutico, bioquímico, dentista, fonoaudiólogo, técnico em Radiologia e terapeuta ocupacional), maior de 18 anos, atuação direta com pacientes de covid-19 e residir em municípios da Baixada Cuiabana: Cuiabá, Várzea Grande, Acorizal, Chapada dos Guimarães, Nossa Senhora do Livramento e Santo Antônio de Leverger. Os candidatos podem ter ou não contraído a doença.

“Até agora, foram atingidos 30% dessa meta. Para agilizar a disponibilização da vacina para a sociedade, o engajamento e participação dos voluntários são fundamentais”, atesta o coordenador local, professor Cor Jesus Fontes. O ProfisCOV conta com apoio logístico e de divulgação das Secretarias de Estado de Saúde (SES) e Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS).

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Além dos indicadores promissores, a Coronavac tem sido reconhecida por sua segurança na literatura científica da área da Saúde. “Até o momento, nenhum evento adverso grave ocorreu durante todo o período de testagem”, frisa o coordenador local.

Para quem tem interesse em participar do ensaio como voluntário, o contato com o HUJM deve ser realizado a partir dos telefones (65) 3615-7319 e (65) 98466-5246, ou WhatsApp (65) 98466-5246. Mais informações também podem ser obtidas através do e-mail: [email protected] e [email protected] Todos os interessados devem responder ao questionário de avaliação disponível na página do Instituto Butantan, pelo link (https://app.profiscov.com/home-public) .

Metodologia e acompanhamento
Cada voluntário receberá duas doses da vacina. A primeira no dia da inclusão na pesquisa e a segunda, entre duas a 3 semanas após. Como será um ensaio randomizado, a probabilidade de receber placebo será de 50%, em relação 1:1, em estudo triplo cego. Nenhum evento adverso grave de relevância foi registrado.

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