conecte-se conosco


Educação

Profissionais da Escola Plena apresentam trabalhos científicos em Cuiabá.

Publicado

Profissionais da Educação que atuam na Escola Plena Padre João Panarotto, no Bairro CPA IV, em Cuiabá, realizam no próximo sábado (01.12) o 1º SemEpan – Seminário da Educação. Que tem como objetivo divulgar os trabalhos científicos realizados pelos profissionais.

De acordo com o coordenador da Área de Linguagens, o professor Ronnie Siqueira, o evento tem como objetivo compartilhar com a comunidade, bem como outros profissionais da área, os trabalhos frutos do Hora Função – Produção Científica dos docentes.

“São pesquisas desenvolvidas na área do ensino integral, então, vamos falar sobre avaliação, hora função, processo de leitura, atividade de educação física no ensino integral, base diversificada e outros temas”, ressaltou.

Os interessados devem fazer a inscrição online clicando aqui, além de pagar uma taxa de R$ 10 na hora do evento. A organização pede ainda que os participantes levem 1 kg de alimento não perecível, que será doado para uma instituição de caridade.

Conforme Ronnie, essa é a oportunidade para a comunidade em geral conhecer o que vem sendo trabalhado dentro da escola integral. “São dois anos de atividades em período integral e queremos que a comunidade conheça o modelo e sinta confiança na educação que ofertamos na escola”, finalizou.

Leia mais:  Aplicativo medirá o uso de tecnologia pelas escolas

A Escola Plena Padre João Panarotto está localizada na Rua 64m Quadra G, 2º Etapa do CPA IV. O seminário vai das 7h às 12h.

Comentários Facebook
publicidade

Educação

Juiz obriga Unic a matricular e não cobrar estudante de Medicina coberta pelo FIES

Publicado

por

O juiz Yale Sabo Mendes, da 7ª Vara Cível de Cuiabá, determinou que a Iuni Educacional S/A, dona da Universidade de Cuiabá (Unic), matricule e deixe de cobrar uma estudante de Medicina que tem cobertura do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A universidade tentava reajustar o valor da mensalidade, acima do limite do fundo, o que seria custeado pela aluna, que levou a questão à Justiça.

Pela decisão, a Unic não pode cobrar nada acima da mensalidade coberta pelo Fies, prevista no contrato. O magistrado também proibiu a instituição de incluir o nome de Gabrielly Menusi nos órgãos de proteção de crédito como SPC, Serasa, Pefin, Refin e similares. Caso já exista restrição de crédito, o nome da aluna deverá ser retirado em 24 horas sob pena de multa de R$ 500 por hora de descumprimento.

Gabrielly também tem 24 horas para realizar a matrícula do primeiro semestre de 2019. A universidade deve permitir que ela participe de todas as atividades acadêmicas, incluindo acesso aos ambientes físico e virtual de ensino, com recuperação integral de eventual falta ou nota pela falta de matrícula até o momento. En caso de descumprimento, outros R$ 500 de multa deverão ser aplicados por hora.

O juiz ponderou que existia risco ao resultado útil do processo pois, se não fosse concedida a liminar, a estudante teria o curso interrompido e “consequentemente a tão esperada habilitação profissional”.

Leia mais:  Secretaria de Educação publica portarias de elevação de nível dos profissionais da pasta.

O valor total financiado é de R$ 585 mil pelos 12 semestres do curso, sendo R$ 39 mil pelo segundo semestre de 2014, quando o contrato foi fechado, R$ 429 mil para custear os demais semestres e ainda R$ 117 mil reservados para eventuais reajustes no valor na mensalidade. A cada semestre o aluno deve fazer o aditamento do contrato anotando o valor financiado e mais a diferença a ser paga.

“Nesse passo,  verifica-se do documento juntado com a inicial denominado Aditamento não simplificado de contrato de financiamento, referente ao 2º Semestre/2018, a indicação do valor da mensalidade financiada pelo FIES e R$00,00 como valor a ser quitado com recursos próprios da parte autora, conferindo assim, verossimilhança à alegação declinada na exordial, no sentido que os valores cobrados não teriam suporte legal para cobrança, não havendo sequer neste momento de cognição sumária, como traçar qualquer parâmetro para as diferenças apontadas”, escreveu o magistrado.

Yale lembrou que é a Unic, por meio da Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA), quem deve “verificar e validar as informações prestadas pelo estudante” para dar início ao aditamento do contrato.

Leia mais:  Seduc tem primeira reunião de alinhamento com equipe de transição.

O magistrado ainda determinou a realização de audiência de conciliação entre as partes para que se chegue a um acordo. Por meio da assessoria, a Unic informa que não foi notificada sobre a decisão.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana