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Política

Professores e demais funcionários de escolas terão que ser capacitados para prestar primeiros socorros

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Foto: Karen Malagoli

Professores, funcionários, motoristas de ônibus e vans que possuem contato direto com alunos e crianças das escolas da Rede Pública e Privada de ensino poderão ser obrigados a receber cursos de capacitados em primeiros socorros. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) apresentado pelo deputado estadual Paulo Araújo (PP) na sessão vespertina da última quarta-feira (27), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

“O treinamento em primeiros socorros tem como objetivo: capacitar os professores e os funcionários de toda rede pública e particular de ensino de Mato Grosso para, exercerem as técnicas de primeiros socorros e estarem preparados para qualquer emergência que exija atendimento imediato às vítimas no âmbito escolar ou instituições de ensino do estado”, explicou o parlamentar.

O texto do PL define que os cursos de primeiros socorros, depois de ofertados, terão a validade de cinco anos, tanto para capacitação, quanto para reciclagem dos profissionais já capacitados. O objetivo do treinamento é possibilitar que os professores e demais funcionários consigam agir em situações emergenciais enquanto a assistência médica especializada não for proporcionada.

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Os cursos de primeiros socorros serão ministrados por entidades e instituições especializadas em primeiros socorros no estado, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A certificação dos profissionais deverá ainda ser exposta em local visível nos locais de ensino e recreação.

Ainda de acordo com o Projeto, as instituições educacionais deverão dispor de kits de primeiros socorros, conforme orientação das entidades especializadas em atendimento emergencial.

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Educação

Retorno as aulas em 2020, é improvável diz Secretário de Saúde de MT

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Questionado sobre o assunto, retorno às salas de aula em 2020 já começa a ser vista como improvável, diz o secretário de Estado de Saúde,  diz que as aulas devem voltar quando “estivermos seguros que isso não vai ampliar a disseminação” do novo coronavírus.

Ele enfatiza que não há no Estado capacidade técnica para dividir as turmas e o retorno da forma tradicional vai ampliar de forma significativa os casos e será um novo ingrediente para o transporte do vírus.

“É mais prudente (manter aulas suspensas), sabendo que estamos apenas no início da pandemia no Estado e sabendo que teremos números diários muitos maiores. Acredito que essa situação (pandemia) vai se arrastar por vários meses e sabendo que teremos dias muito mais difíceis, acho pouco provável mais à frente fazer uma flexibilização para voltar às aulas”.

O secretário enfatiza que a própria população vai reivindicar para manter as aulas suspensas dentro de um quadro mais complicado da pandemia.

Por: reporterMT

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