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Professor da UFMT está entre os cientistas mais influentes do mundo

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O professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Wolfgang J. Junk está entre os mais influentes do mundo, segundo avaliação da revista científica Plos Biology. A publicação listou os 100 mil pesquisadores mais influentes e, entre estes, os 30% mais relevantes, categoria na qual o professor da UFMT está classificado.

Para obter o resultado, foram consideradas as publicações e os seus impactos (medidos por diversos índices) ao longo de toda a carreira dos cientistas utilizando-se a base de dados Scopus®, em um universo que contém mais de 70 milhões de registros.

Se for considerada somente os 250 pesquisadores atuando em instituições brasileiras, o professor Wolfgang Junk ocupa a 41ª posição, estando entre os 16% mais influentes.

 

O professor Wolfgang lidera INCT-Áreas Úmidas (INAU), que fica sediado na UFMT e estuda a conservação e o uso sustentável de áreas úmidas, especialmente o Pantanal.

 

Entre as ações recentes que auxiliaram o professor a ser destaque no ranking está o “Sistema de Classificação e Delineamento das Áreas Úmidas e de seus Macrohabitats”, ferramenta para subsidiar a gestão das áreas úmidas, que foi recomendada pelo Conselho Nacional de Zonas Úmidas do Ministério do Meio Ambiente tendo sido adotado, com modificações, também na Colômbia. (Com informações da assessoria)

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Vendas de veículos novos caem 26% em 2020 e setor tem pior resultado desde 2016

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Foram emplacados 2,05 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Pandemia do coronavírus interrompeu sequência de crescimento, mas Fenabrave prevê alta de 16% em 2021.

As vendas de veículos novos caíram 26,16% em 2020, segundo resultados divulgados nesta terça-feira (5) pela Fenabrave, a associação dos concessionários. Foi a primeira queda nas vendas em 4 anos e o maior tombo anual desde 2015, reflexo da pandemia do coronavírus.

Foram emplacados 2.058.315 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Como comparação, em 2019 foram 2.787.618. Em 2016, foram 2.050.240 unidades.

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda em 2020 foi menor que a esperada e o resultado só não foi melhor pelos problemas com falta de peças e componentes enfrentado pelas fabricantes.

“Os principais fatores que influenciaram nessa melhora, principalmente a partir do segundo semestre, foram a manutenção da taxa de juros, em um patamar baixo e o Auxílio Emergencial, oferecido pelo Governo Federal, que colaboraram para o aquecimento do comércio e para a baixa inadimplência”, disse Alarico.

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Vendas de veículos novos no Brasil — Foto: Economia G1

Com o retorno pleno do funcionamento das atividades econômicas, dezembro registrou as maiores vendas do ano, com 194.679 veículos vendidos e crescimento de 8,43%. O melhor número anterior havia sido em novembro, com 177.561 unidades.

O presidente da associação também aponta para a falta de disponibilidade de veículos no mercado, como reflexo da pandemia. Para ele, por isso, a recuperação “não foi suficiente para superar os resultados do último trimestre de 2019”.

Previsões para 2021

 

A entidade espera um crescimento gradual das vendas para este ano, projetando uma alta de 16% para automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, sobre os resultados de 2020. As previsões se baseiam na expectativa de crescimento do PIB e na retomada da economia.

“Esperamos poder recuperar, aos poucos, o mercado, mas ainda há incertezas e fatos que podem repercutir nas nossas projeções”, aponta Alarico Assumpção Júnior.

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