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Primeira semana de junho terá frio de 15 graus em Cuiabá e 12 em Chapada

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O mês de junho deve chegar trazendo temperaturas amenas para Cuiabá e Chapada dos Guimarães. De acordo com o site meteorológico Clima Tempo, na Capital, a previsão é de que a terça-feira (02) amanheça com mínima de 17 graus, com amplitude de térmica de 10 graus. Já Chapada terá 14 graus e máxima de 27.

A quarta-feira (03) deve ser ainda mais gelada para os cuiabanos, quando os termômetros registrarão 15 graus de mínima e 31 de máxima. Quem quiser sentir mais frio pode subir para Chapada dos Guimarães onde a temperatura deve ficar entre 12 e 29 graus.

Conforme o Clima Tempo, apesar da mudança climática, esses dois dias devem ser de sol com algumas nuvens e névoa ao amanhecer. Noite com poucas nuvens. A possibilidade de chuva é de 0%.

O calor volta com força na quinta-feira (04) nas duas cidades. Enquanto a Capital registrará máxima de 34 graus, Chapada terá 32 graus.

Recorde

No último dia 8, Cuiabá registrou a madrugada mais fria do ano com mínima de 14 graus, sensação térmica de 13 graus, e 11 graus com a sensação térmica de 8 graus, em Chapada.

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Isso se dá devido à estação do ano, o Outono, já que uma massa polar passeia pelo Centro-Sul do Brasil.

Cuiabá por ser uma região que predomina o calor, as mudanças de temperaturas durante o outono e o inverno não são tão bruscas e oscilam bastante entre frio e calor.

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Prefeitos pedem cassação de deputado por mentir sobre Covid em MT

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A Associação Mato-grossense dos Municípios, protocolou nesta segunda-feira (13), em nome de todos os prefeitos, uma representação contra o deputado estadual, Silvio Antônio Fávero (PSL). Em discurso, na tribuna da Assembleia Legislativa, no último dia 29 de junho, o parlamentar afirmou que cada prefeito de Mato Grosso, recebe o valor de R$ 19 mil por cada morte atestada pela Covid-19.

A representação é fruto do repúdio e indignação ao pronunciamento do deputado, que ainda afirmou: ‘os prefeitos estavam deixando as pessoas morrerem, bem como, “manipulando a causa morte” para poder receber os recursos do Governo Federal’. O presidente da AMM, Neurilan Fraga, informou que foi encaminhado ao presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, um documento solicitando a instauração de processo disciplinar, por quebra de decôro parlamentar, mediante  o comportamento inadequado com os gestores municipais. A representação segue para o Corregedor da Comissão de Ética Parlamentar. “O deputado foi longe demais, ao dizer inverdades, imputando falso crime à imagem dos prefeitos, induzindo a população a acreditar que os gestores estão tirando proveito da situação, deixando pessoas morrerem para depois receber o repasse financeiro da União. Isto é um absurdo”, disse Fraga.

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Na tribuna, o parlamentar disse ainda: “que ninguém morre mais de nada, ninguém morre de câncer e que não existe mais doença no Brasil. A única é a Covid”. As declarações do deputado sobre recebimento e recursos por cada morte, foram desmentidas pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado de saúde. “É inconcebível que um deputado, sob o manto da “inviolabilidade dos seus atos, possa utilizar a tribuna com manifestações inverídicas, para difamar e caluniar os prefeitos de  Mato Grosso, não contribuindo em nada com a crise que estão vivenciando com a pandemia” destacou o presidente da AMM.

“Esta não é a atitude esperada pelo prefeitos, de um deputado, que poderia utilizar não só a tribuna, mas o próprio mandato para, pleitear recursos tanto do Governo Federal como do Estadual, para auxiliar a população, principalmente agora, que estamos com quase 100% dos leitos das UTIS ocupadas. Ao invés de proferir inverdades, ele poderia se mobilizar com a bancada federal para trazer para Mato Grosso, mais equipamentos para a saúde e  hospitais de campanha, que foram desarmados nos  outros Estados”, argumentou.

Na opinião do presidente da AMM, da mesma forma, que um deputado possui “imunidade material” para exercer o seu mandato livre de pressões externas, contudo existe um limite para proferir suas opiniões, palavras e votos, pela exigência do “decoro parlamentar”, conforme prevê o Código de Ética da Casa Legislativa.

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Portanto, as manifestações parlamentares não podem ultrapassar as barreiras da razoabilidade, e ao fazer tal afirmação, além de ser falsa, e maldosa não levou em conta a atual realidade vivenciada pelos prefeitos que estão neste exato momento na linha de “frente ao combate ao Coronavírus”, concluiu o presidente da AMM

Diante de todo o exposto, nos termos do artigo 48 do Código de Ética, foi solicitado a Casa Legislativa para que sejam tomadas providências para apurar a quebra de Decoro Parlamentar e a competente instauração do Processo Disciplinar, ante o abuso das prerrogativas do deputado estadual, Silvio Fávero, uma vez que as condutas cometidas são incompatíveis com o decoro parlamentar.

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