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Polícia

PRF prende duas pessoas e apreende um adolescente

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Ocorrências foram registradas na madrugada de domingo em Poconé/MT

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) prendeu duas pessoas e apreendeu outra na madrugada de domingo (02), em Poconé/MT.

Um dos casos ocorreu por volta das 3h30, quando a equipe da PRF abordou, no KM 635 da BR-070, o veículo Fiat/Strada onde estavam o condutor de 18 anos e um ocupante de 17.

Após consulta, foi constatado que o veículo havia sido roubado no dia anterior (1º), no KM 518 da BR-070, em Várzea Grande/MT. A vítima que teve seu carro roubado, disse ter sido abordada por dois indivíduos em uma motocicleta e que além de ter o veículo roubado, também foram levados documentos pessoais, celular e a carga transportada.

Os ocupantes do veículo afirmaram ter recebido o carro no Bairro São Matheus em Várzea Grande/MT e iriam deixá-lo em um posto de combustível na entrada de Cáceres/MT.

Pouco tempo antes (2h40), no mesmo local, foi abordado veículo Chevrolet/Montana de cor branca que era conduzida por um homem de 41 anos de idade, natural de Santa Helena/PR.

Leia mais:  Polícia Civil prende dois e apreende veículos com sinais adulterados

Após consulta aos sistemas, constatou-se que o condutor possuía mandado pendente de cumprimento pelo crime de adulteração de sinal de identificação de veículo automotor expedido pelo estado do Paraná.

As duas ocorrências foram encaminhadas para a Polícia Civil de Poconé.

SECOM PRF MT

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Polícia

Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão, Dono da Havan e alvo

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A Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão, na manhã desta quarta-feira (27), referentes à investigação sobre notícias falsas conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apura ameaças a ministros.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas em 14 endereços de São Paulo (11 na capital e 3 em Araraquara, no interior do estado), 3 do Distrito Federal, 6 do Rio de Janeiro, 1 do Mato Grosso, 3 do Paraná e 3 de Santa Catarina.

 

A PF também realiza nesta quarta outras três operações: a Lazarus, no Rio de Janeiro, que apura fraudes na Previdência Social; a Camilo, que investiga desvios de recursos públicos da saúde no Rio Grande do Sul; e a Cara Dura, que visa desarticular um grupo criminoso envolvido em dezenas de furtos cometidos contra várias instituições financeiras no Tocantins e em outros estados.

O inquérito, que corre em sigilo, foi aberto no dia 14 de março de 2019 pelo presidente do STF, Dias Toffoli, com a intenção de investigar a existência de uma rede de produção e propagação de fake news.

Leia mais:  Autor de roubo de veículos com várias passagens é preso em flagrante na Capital

Os alvos da operação são os seguintes:

Alvos de mandados de busca e apreensão, com computadores, celulares, tablets e outros dispositivos eletrônicos apreendidos:

• o ex-deputado federal Roberto Jefferson;
• o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan;
• o blogueiro Allan dos Santos, próximo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido);
• o músico e humorista Rey Biannchi;
• o youtuber Enzo Leonardo Suzin Momenti;
• a ativista bolsonarista Sara Winter;
• o empresário Edgard Corona, presidente da rede de academias Smart Fit;
• o comandante Winston Rodrigues Lima, coordenador do Bloco Movimento Brasil;
• o ativista bolsonarista Marcelo Stachin;
• o youtuber Bernardo Pires Kuster;
• o ativista Eduardo Fabris Portella.

Prestarão depoimento à PF em até dez dias como parte das investigações, mas não tiveram equipamentos apreendidos:

• a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP);
• a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF);
• o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ);
• o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR);
• o deputado federal Cabo Junio do Amaral (PSL-MG);
• o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança;
• o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP);
• o deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP).

Leia mais:  Passageiro de carro de aplicativo é detido com 87 porções de droga na BR 364

Segundo a analista de política Daniela Lima, o ministro Alexandre de Moraes determinou que os conteúdos das postagens feitas por esses deputados sejam 100% preservados para análise, mas não ordenou busca e apreensão para tais casos.

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) se manifestou no Twitter sobre as ações da Polícia Federal. “O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital”, disse ele. “Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta?”, questionou.

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