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Preta Gil é detonada no Instagram após foto de biquíni e rebate: “ser normal”

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A cantora Preta Gil compartilhou em seu Instagram um clique de biquíni na praia de Cacimba Do Padre, em Fernando de Noronha
, para promover seu bazar beneficente que acontece na tarde deste domingo (02). No entanto, diversos seguidores criticaram a forma física da cantora, que rebateu. O youtuber Whindersson Nunes
também saiu em sua defesa. 

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Preta Gil compartilha foto de biquíni e é detonada por seguidores
Reprodução/Instagram

Preta Gil compartilha foto de biquíni e é detonada por seguidores

Na legenda do post Preta Gil
falou sobre a marca do biquíni que estava usando e que outras peças também estariam à venda no bazar. Porém, a artista recebeu críticas sobre sua forma física. “Se a intenção era causar, parabéns”, disse um seguidor que foi respondido por Preta. “A intenção é ser normal. Infelizmente quando uma mulher real posta foto causa e não era pra causar, era pra ser normal”, falou. 

Outra seguidora sugeriu que a cantora treinasse ao lado do seu marido Rodrigo Godoy. “Malha junto com o maridão. Quero que você seja inspiração para muitas, inclusive pra mim”. “Sou ou não inspiração para alguém sendo do jeitinho que sou! Beijos”, respondeu Preta. 

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“Falta cuidar da perninha”, disse outra seguidora. “Fala cuidar da sua vidinha”, respondeu a artista. O youtuber defendeu a artista quando um outro seguidora disse que Preta deveria fazer uso de Photoshop. “Podia ter editado a perna”, disse. “Ela mudaria a perna mas não mudaria o fato de que você é uma tremenda babaca”, disparou Whindersson.


Preta Gil posa de biquíni e manda mensagem de aceitação para os fãs:
Reprodução/Instagram

Preta Gil posa de biquíni e manda mensagem de aceitação para os fãs: “não podemos e não devemos nos esconder”

No entanto, não foram só críticas que a morena recebeu. Outros comentários ressaltaram e elogiaram Preta por ser um símbolo do empoderamento feminino e não se esconder atrás de edições. 

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“Você é linda, um verdadeiro ícone de mulher de verdade. Com sua auto-estima me ajudou a me aceitar com minhas estrias e celulites e hoje eu me amo”, “O melhor padrão de beleza é a sua”, “Minha rainha” e “Você é tão natural, por isso que eu te adoro”, foram alguns dos elogios no post de Preta Gil

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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