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Prefeitura realiza maior evento de capoeira do Centro-Oeste

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Em mais uma ação de valorização das raízes, a Prefeitura de Cuiabá promove em abril o projeto Capoeira Digoreste, durante as comemorações dos 300 anos da Capital. O projeto reunirá, no Parque das Águas, 300 capoeiristas e será o maior evento de capoeira da região Centro-Oeste.

A temática foi debatida na semana passada entre o secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo, e os integrantes do Fórum da Capoeira de Mato Grosso, no Museu de Imagem e Som de Cuiabá (Misc).

“Com essa união de músicos capoeiristas, Cuiabá entra para a história, sendo a cidade que vai sediar e organizar o maior evento cultural de capoeiristas tocando esse maravilhoso instrumento milenar: o berimbau. É mais um marco no ano do nosso aniversário de 300 anos. Não tinha como a gestão não acolher um projeto desse, que vem de encontro com as diretrizes do prefeito Emanuel Pinheiro de valorização da nossa história, resgatando e difundindo tudo que possa deixar viva a cultura local,” declarou o secretário.

Durante a reunião, o grupo cultural apresentou à Vuolo, o cronograma de atividades voltadas ao tema, que serão desenvolvidos já a partir deste mês. O secretário aprovou o cronograma e parabenizou o grupo pelo empenho em atender essa importante festividade.

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“De uma total dedicação, o meninos do Fórum vêm participando desse momento de grande relevância para nossa cidade, com extrema dedicação. Montaram atividades que além de divulgar essa arte, vai levar ao conhecimento da população o que de fato, significa chegar aos 300 anos, com essa estrutura que Cuiabá apresenta hoje. Fico muito feliz pelos nossos parceiros acreditarem nas propostas de inovação da gestão e abraçar as causas com tanto amor”, destacou.

Esse cronograma é composto, além da reunião dos capoeiristas, uma série de oficinas, que trabalharão o assunto em vários temas. De acordo com Régis Gomes, integrante do Fórum, a ideia é levar informação ao cidadão antes do grande evento, em abril. Ele explica que esse modelo ajuda na preparação de um maior acolhimento, pois a maioria ainda não têm o hábito de frequentar programas culturais, como esse.

“Queremos levar ao máximo de pessoas possíveis, a história da capoeira e como ela ajudou a dar base para vários esportes. Trabalhar o tema junto com a população. Isso é um fator facilitador de aproximação e aceitação. Ajuda a criar vínculo, despertando o interesse do ser pela arte. O ser começa despertar para suas raízes e compreender melhor suas origens. Com isso, sem dúvida, conseguiremos levar um grande público para prestigiar o encontro de berimbau, que entoará os 300 anos da cidade”, observou Régis.

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Oficinas

Sábado (23/2)

 –  No Ginásio do Complexo Dom Aquino, o grupo do Fórum ministrará as oficinas voltadas ao tema. As atividades –  teóricas e práticas –  serão desenvolvidas em três períodos: Matutino, vespertino e noturno.  A entrada é gratuita e podem participar qualquer pessoa que tenha o interesse em aprender sobre a cultura e ajudar a levá-la para sua comunidade.

 – O próximo encontro antes da grande roda de capoeira ainda não tem a data definida, mas será na sede da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo. Nesse encontro, o grupo voltará a temática para o esporte. Eles estão finalizando as palestras e demais atividades, que contarão a história de esportes como o Muay thai, Karatê, Taekwondo.

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Mensagens WhatsApp viram horas extras? Fecomércio alerta empregadores e empregados

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Em um eventual processo trabalhista, a troca de mensagens pode configurar hora extra e até danos morais, diz o presidente da federação.

É possível que a angústia gerada por mensagens enviadas por superiores falando sobre trabalho durante o seu momento de folga, fim de semana ou férias esteja com os dias contados.

É que esse tipo de contato fora do ambiente do trabalho depende de contratos claros entre patrão e empregado, ou seja, em um eventual processo trabalhista, a troca de mensagens pode configurar hora extra.

Quem alerta sobre o uso corporativo da ferramenta é a diretoria da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso, a Fecomércio.

Em um comunicado publicado no site da federação, direcionado a empregadores e empregados, o presidente José Wenceslau de Souza Júnior informou sobre os riscos do uso excessivo do aplicativo WhatsApp fora da jornada de trabalho.

Segundo ele, estudos realizados por especialistas da área trabalhista, dão conta que atualmente, o uso imoderado desse aplicativo no ambiente de trabalho, sem observar algumas limitações, pode resultar na condenação judicial de empresas ao pagamento de horas extras ou danos morais a funcionários.

A afirmação decorre da disposição trazida no parágrafo único do artigo 6º da CLT, que revela a subordinação jurídica do empregado por meio de meios eletrônicos de comando e supervisão do empregador.

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“Os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio”, diz o texto.  Em outras palavras, mesmo que o empregado não seja chamado ao trabalho, precisa receber por estar em sobreaviso.Sendo assim, ele recomenda aos empresários, associados e estabelecimentos comerciais mato-grossense que adotem medidas para flexibilizar essa regra geral, oficializando a necessidade da interação em contrato.

“Como, por exemplo, incluindo no contrato de trabalho que o trabalhador pode ser contatado via aplicativo fora do horário de expediente regular”.

Negociação com sindicatos

Ele também orienta que seja feita uma negociação com o sindicato da categoria através de acordo ou convenção coletiva sobre o assunto. Ele ressaltou que o assunto será discutido pela Federação com os sindicatos nas próximas negociações.

E por fim, salienta que há casos pontuais de interação entre empregado e empregador que não implicarão em situação de abuso.

“Muito embora as mensagens de Whatsapp tenham sido aceitas como prova na Justiça do Trabalho para fins de caracterizar o pagamento de horas extras, o simples envio de mensagem com eventual dúvida pontual ao empregado fora do expediente de trabalho não implicará nessa caracterização, uma vez que é necessário que seja algo mais frequente e demorado para se caracterizar como trabalho”.

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Mensagens pessoais: só no intervalo

De outro lado, a Fecomércio também sugere outro tipo de regulamentação: o uso do empregado durante o expediente.

“É criar normas e tentar organizar a rotina para o uso do aplicativo no ambiente de trabalho. Como por exemplo, que o empregado responda mensagens não relacionadas ao trabalho no horário de intervalo”.

José Wenceslau inclui entre as recomendações que seja evitado o envio de ”memes”, correntes religiosas, discussão sobre política e, por fim, que sejam evitadas “palavras de baixo calão nos grupos criados para fins de trabalho”.

Oficializando a troca de mensagens

“Dessa forma, o uso corporativo da ferramenta fora do ambiente de trabalho depende de contratos ou de termos claros entre patrão e empregado, sob pena de virar prova contra abusos”, ressalta o presidente da Fecomércio.

José Wenceslau também inclui em seu alerta, situações em que o empregado precisa ficar sempre atento ao telefone para verificar se há mensagens da empresa. “Isso caracteriza o período de sobreaviso, que também deve ser remunerado”.

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