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Política

Prefeito de Poconé empossa praticamente toda família no alto escalão da Prefeitura

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O prefeito de Poconé, Tatá Amaral (PR), nomeou, praticamente, toda família para trabalhar no staff da Prefeitura. Levantamento feito, com base no Portal Transparência, mostra que Tatá empregou primos, cunhados e sobrinhos em cargos do alto escalão da administração municipal.

Acyr Siqueira, por exemplo, é cunhado do prefeito e atualmente secretário de Finanças. Ele recebe R$ 7,1 mil.

Ney Rondon é primo do prefeito e foi nomeado secretário de Infraestrutura, recebendo R$ 7,5 mil.

Já Amaral Júnior, sobrinho de Tatá, é o chefe de gabinete. Joalene Gomes da Silva – irmã da primeira-dama, Joelma Gomes – é secretária de Administração e recebe salário de R$ 7,5 mil.

Maria Auxiliadora Amaral, esposa do primo do prefeito, e comanda a diretoria de Educação. Aline Cristina do Amaral – prima do prefeito – é diretora de Saúde Coletiva.

Por: RepórterMT

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Política

Projeto que altera Fundo Eleitoral é aprovado na Câmara

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O plenário da Câmara votou na noite desta quarta-feira (18) o projeto de lei que altera regras sobre o Fundo Partidário e o fundo eleitoral. O PL havia sido aprovado anteriormente pelos deputados mas sofreu modificações no Senado. Os senadores mantiveram apenas a destinação de recursos ao fundo eleitoral, rejeitando todas as outras alterações feitas pela Câmara. 

O texto aprovado hoje segue agora para a sanção presidencial, com a redação da Câmara dos Deputados, trazendo algumas exclusões propostas pelos senadores.

O relator do texto, deputado Wilson Santiago (PTB-PB),  deu parecer favorável para a exclusão proposta pelos senadores de quatro pontos do PL original. 

Os deputados aprovaram a exclusão dos quatro pontos e mantiveram no projeto a obrigatoriedade de uso do sistema eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a prestação de contas, rejeitaram o trecho que previa a aplicação de multa de 20% sobre montante considerado irregular no julgamento da prestação de contas apenas no caso de dolo, manteve os prazos atuais de prestação de contas por parte dos partidos e excluiu do texto o item que permitia aos partidos corrigirem erros formais e materiais, omissões ou atrasos em sua prestação de contas até o seu julgamento para evitar a rejeição das mesmas.

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O projeto aprovado manteve novas situações em que será permitido o uso de recursos do Fundo Partidário. Pelo texto aprovado pelos deputados, o fundo poderá ser usado para serviços de consultoria contábil e advocatícia; pagar juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária; compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes, realização de reformas; e pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluindo a priorização em resultados de sites de pesquisa.

* Com informações da Agência Câmara

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política
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