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Prefeito de Alta Floresta é multado em 100 UPFs por descumprir LAI

Publicado

Assunto:
MONITORAMENTO
Interessado Principal:
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTA FLORESTA
GUILHERME ANTONIO MALUF
CONSELHEIRO INTERINO
DETALHES DO PROCESSO
INTEIRO TEOR
VOTO DO RELATOR
ASSISTA AO JULGAMENTO

O prefeito de Alta Floresta, Asiel Bezerra de Araújo, foi multado em 100 UPFs por descumprir as obrigações contidas no Termo de Ajustamento de Gestão nº 41/2016/LAI, firmado entre a Prefeitura Municipal e o Tribunal de Contas de Mato Grosso para regularização do Portal Transparência. A gestão teve 12 meses para adequar o Portal às exigências da Lei de Acesso à Informação, prazo contado a partir da homologação do instrumento, em 16/05/2016.

Em razão do descumprimento, o Tribunal Pleno, durante sessão ordinária na terça-feira (02/07), também decidiu pela rescisão do Termo de Ajustamento de Gestão nº 41/2016/LAI. O colegiado acompanhou voto do relator do Monitoramento (Processo nº 215589/2017), conselheiro Guilherme Antonio Maluf, que por sua vez acolheu parecer do Ministério Público de Contas.

Foi determinado à atual gestão de Alta Floresta para que regularize o site e Portal de Transparência do Município, de acordo com a Lei de Acesso à Informação e a Lei de Responsabilidade Fiscal, no prazo de 90 dias, a contar da publicação do acórdão.

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O conselheiro Guilherme Maluf lembrou, no voto, que o fato do gestor não cumprir o TAG não significa que ele se exime de responder perante ao Tribunal de Contas pelas obrigações inadimplidas. “Ora, o que o instrumento visa, em qualquer cenário, é que antes de o administrador ser penalizado, tenha ele a oportunidade de agir com eficiência e cumprir as finalidades legais, que é o que realmente importa ao interesse público”, observou o conselheiro relator.

Fonte: TCE MT
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TCE MT

Conselheiro revoga cautelar para oportunizar defesa à empresa Rodando Legal

Publicado

por

 JULGAMENTO SINGULAR
Moises Maciel, conselheiro interino relator da decisão
Acesso Rápido
            DIÁRIO OFICIAL DE CONTAS | DECISÃO 1327/MM/2019          

Em cumprimento à decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, subscrita pela desembargadora Maria Erotides Kneip, o conselheiro interino do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Moises Maciel, revogou a medida cautelar que determinou a suspensão da execução do Contrato nº 291/2018 firmado entre a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá e a empresa Rodando Legal Serviços e Transporte Rodoviário Ltda.
A decisão, publicada em diário oficial dessa quinta-feira (19/9), edição nº 1731, se deve ao Mandado de Segurança interposto pela Empresa Rodando Legal junto ao TJMT a fim de que a mesma possa apresentar defesa ao TCE. O contrato tem por objeto a prestação de serviços de recolhimento, custódia, gestão informatizada de veículos removidos por infrações administrativas ao Código de Trânsito Brasileiro.
A empresa Rodando Legal, prestadora dos serviços de recolhimento de veículos, impetrou Mandado de Segurança, no sentido tornar nulo os efeitos da medida cautelar em razão de não ter sido oportunizado a ela o contraditório e ampla defesa como parte interessada do procedimento administrativo impugnado.

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“Em observância ao princípio do devido processo legal que disciplina as normas processuais e regimentais contidas no ordenamento jurídico brasileiro, reconheço que a oportunidade de manifestação apenas ao órgão contratante, cerceou os direitos da parte contratada, de maneira que restou prejudicada a faculdade de contestar as irregularidades apontadas pelo representante”, explicou o conselheiro.

A cautelar do conselheiro interino, por meio do Julgamento Singular nº 945/19, havia sido homologada pelo Pleno do TCE em Representação de Natureza Externa (Processo nº 188808/2019) na sessão ordinária de 3/9. O colegiado concordou com os argumentos do conselheiro relator, quanto aos indícios de irregularidade e ineficiência na realização de pesquisa para a definição de valores estimados na licitação, os quais apresentam indícios de sobrepreço.

De acordo com a decisão, estavam mantidos apenas os serviços necessários para executar a liberação dos veículos que já se encontravam, na data de publicação da decisão, retidos no pátio da Empresa Rodando Legal, bem como assegurada a guarda dos bens móveis que sob custódia.
A Representação foi proposta por representante da Câmara Municipal de Cuiabá, que pontuou que os valores fixados para remoção e diárias de custódia dos veículos se mostraram superiores às médias do mercado, restando assim caraterizados, sobrepreço e superfaturamento.

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Fonte: TCE MT
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