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Prefeita autoriza retomada de festas, eventos e atividades esportivas em Várzea Grande

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A Prefeitura de Várzea Grande autorizou, a partir desta quinta-feira (10), a retomada gradual de eventos, festas e atividades esportivas em grupo, no município, durante a pandemia da Covid-19. Também serão retomadas as aulas presenciais nos cursos técnicos, superior e de idiomas. As aulas na educação infantil também passam a ser autorizadas.

De acordo com o decreto assinado pela prefeita Lucimar Campos (DEM), a retomadas dessas atividades não essenciais devem respeitar às regras de distanciamento de 1,5 metros entre as pessoas, uso constante de máscaras e de meios de biossegurança como álcool em gel e água e sabão e luvas quando se tratar de gêneros alimentícios.

Nas festas e eventos, será responsabilizado o proprietário da residência e o promotor da festa, em caso de descumprimento das medidas preventivas ao novo coronavírus.

Entre os serviços a serem retomados de forma gradativa e segura, está o das atividades presenciais nas unidades de ensino privadas de Várzea Grande, nas séries de educação infantil, nas modalidades berçário e maternal I.

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Deve ser respeitado o limite de 50% da capacidade máxima das salas de aula e de 15 alunos por turma a partir de setembro deste ano.

Fica ainda autorizada a retomada dos cursos de idiomas em geral, oficinas em geral, cursos de pós-graduação e aulas práticas de ensino superior e técnico, com turmas de no máximo 12 pessoas.

O documento também autoriza a realização de jogos de futebol ou qualquer atividades esportiva em campo de futebol, quadro de areia ou outro campo esportivo, seja ele público ou privado.

O uso dos equipamentos comunitários, como quadras poliesportivas, ginásios de esporte, miniestádio, academias ao ar livre poderá ser feito, desde que seja sem a presença de pessoas na torcida a fim de evitar aglomeração de pessoas.

Também foi determinada a retomada da atividade econômica de locação, seja de espaço público ou privado, de quadras de esporte, campos de futebol, quadra de areia e similares.

O novo decreto, no entanto, mantém a proibição de shows, casa noturna e congêneres, com intensa e especial fiscalização por causa das aglomerações ocorridas nos últimos dias.

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Também ficou permitido que os serviços e atividades não essenciais privadas, varejistas e atacadistas, poderão retomar suas atividades, como forma de restabelecimento das atividades econômicas, com 70% da capacidade máxima de lotação, com horário de atendimento ao público das 8 às 18 horas, sendo que após esses horários, poderão apenas fazer entregas (delivery) ou manter o sistema de drive thru até às 23 horas.

Devem ser obedecidas as medidas de prevenção e combate a disseminação ao novo coronavírus, incluindo, métodos para evitar a circulação de pessoas que pertencem ao grupo de risco.

Nas escolas
A diminuição do uso do ar condicionado para climatização das salas de aula e demais ambientes fechados, deverá ser feita. No mínimo, uma porta ou uma janela deve ficar aberta, visando a circulação do ar no local;

Será feita a aferição de temperatura corporal dos alunos, funcionários e colaboradores na entrada do estabelecimento, mediante termômetro infravermelho.

Na hipótese de temperatura corporal acima da normalidade (37,5° C), a entrada deve ser impedida.

Estas novas medidas entraram em vigor nesta quinta-feira (10).

G1

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Vendas de veículos novos caem 26% em 2020 e setor tem pior resultado desde 2016

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Foram emplacados 2,05 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Pandemia do coronavírus interrompeu sequência de crescimento, mas Fenabrave prevê alta de 16% em 2021.

As vendas de veículos novos caíram 26,16% em 2020, segundo resultados divulgados nesta terça-feira (5) pela Fenabrave, a associação dos concessionários. Foi a primeira queda nas vendas em 4 anos e o maior tombo anual desde 2015, reflexo da pandemia do coronavírus.

Foram emplacados 2.058.315 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Como comparação, em 2019 foram 2.787.618. Em 2016, foram 2.050.240 unidades.

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda em 2020 foi menor que a esperada e o resultado só não foi melhor pelos problemas com falta de peças e componentes enfrentado pelas fabricantes.

“Os principais fatores que influenciaram nessa melhora, principalmente a partir do segundo semestre, foram a manutenção da taxa de juros, em um patamar baixo e o Auxílio Emergencial, oferecido pelo Governo Federal, que colaboraram para o aquecimento do comércio e para a baixa inadimplência”, disse Alarico.

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Vendas de veículos novos no Brasil — Foto: Economia G1

Com o retorno pleno do funcionamento das atividades econômicas, dezembro registrou as maiores vendas do ano, com 194.679 veículos vendidos e crescimento de 8,43%. O melhor número anterior havia sido em novembro, com 177.561 unidades.

O presidente da associação também aponta para a falta de disponibilidade de veículos no mercado, como reflexo da pandemia. Para ele, por isso, a recuperação “não foi suficiente para superar os resultados do último trimestre de 2019”.

Previsões para 2021

 

A entidade espera um crescimento gradual das vendas para este ano, projetando uma alta de 16% para automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, sobre os resultados de 2020. As previsões se baseiam na expectativa de crescimento do PIB e na retomada da economia.

“Esperamos poder recuperar, aos poucos, o mercado, mas ainda há incertezas e fatos que podem repercutir nas nossas projeções”, aponta Alarico Assumpção Júnior.

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