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Economia

Preço de combustíveis dispara na bomba; gasolina chega a R$ 4,59 e álcool a R$ 3,29

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O preço dos combustíveis saltou nas bombas em diversos postos da capital mato-grossense. O valor médio encontrado do litro do etanol foi de R$ 3,29 e da gasolina R$ 4,59 em levantamento realizado pelo Olhar Agro & Negócios nesta sexta-feira (4).

Há cerca de um mês, era possível encontrar o litro da gasolina a cerca de R$ R$ 4,19, e o etanol a R$ 2,92, conforme dados que constam no site da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

No começo da pandemia, Mato Grosso registrou uma queda devido ao pouco movimento nas ruas. A ANP relatou dificuldade em esvaziar os estoques, tendo em vista que a pouca procura faz com que a busca dos postos por compra do produto também diminua.

De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso, o maior impacto do preço no ano todo é influenciado pelas variações nas usinas.

Questionado sobre a composição do preço, o Sindicato esclareceu que a redução ou aumento na ponta depende de vários fatores. Impactam na formação de preços dos combustíveis preços das commodities, dólar, repasses da refinaria e distribuidoras, bem como o transporte do produto, concorrência e custos existentes nos postos.

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O Sindipetróleo reforçou ainda que o mercado é livre e competitivo em todos os segmentos. Sendo assim, cabe a cada elo do downstream (distribuidora e posto revendedor) repassar ou não os custos ao consumidor.

Contudo, pontuou que é de fundamental importância esclarecer a realidade dos fatos à sociedade, para que o revendedor varejista, agente mais visível da cadeia, não seja responsabilizado exclusivamente por elevações de preços ocorridas em etapas anteriores.

 

 

 

fonte> Olhar Direto

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Economia

Contribuintes podem parcelar impostos em até 10 vezes no cartão

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A Câmara de Cuiabá aprovou, nesta terça-feira (29), o uso do pagamento de tributos da Prefeitura de Cuiabá com cartões de débito de crédito.

O projeto de lei, apresentado em 2019 pelo então vereador Adilson Levante (PSB), permite ainda o parcelamento dos débitos com o municíos em até 10 vezes no crédito. Neste caso, não está incluindo o Imposto Territorial Urbano (IPTU) por já possuir desconto.


No projeto, o parlamentar justificou que o cartão é um meio de facilitar a transação e pagamento dos impostos.

“De um lado, a prefeitura poderá receber imediatamente o valor do tributo por meio do cartão de crédito, especialmente no parcelamento de dividas fiscais, sem o risco do devedor desistir do pagamento com o decorrer do tempo”, justifica.

Além disso, também foi proposto a regulação do pagamento dos tributos municipais, nos caixas eletrônicos e pela internet.

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