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Praça Maria Taquara recebe estudos para instalação de novos pontos de ônibus

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A equipe da Secretaria de Mobilidade Urbana já iniciou os estudos para instalação de novos pontos de ônibus na Praça Maria Taquara.  Na localidade, entre a Avenida Geral Melo e Tenente Coronel Duarte, já foram realizados as medições e levantamentos estruturais, para colocação de quatro módulos, de 6 metros quadrados cada. O projeto segue os modelos sustentáveis de contêineres e atenderá o embarque e desembarque de 11 diferentes linhas, com público, em sua maioria, da região da grande Coxipó.

O trabalho segue o compromisso do prefeito Emanuel Pinheiro, de modernizar o transporte público da Capital por meio de políticas de sustentabilidade.  De acordo com secretário de Mobilidade Urbana, Antenor Figueiredo, a ação faz parte dos projetos da gestão Cuiabá 300 e está sendo executada seguindo padrão de tecnologia mundial, que já é realidade em Cuiabá, há um ano, com a construção da Estação Alencastro.

“A prática sustentável vem sendo realidade nesta gestão, como o prefeito prometeu em seu plano de governo. Estamos trazendo o que há de melhor, em nível mundial, para Cuiabá. Isso já pode ser constatado pela cidade, com o funcionamento da Estação Alencastro – que inovou o sistema do transporte coletivo -, as linhas expressas, avenidas revitalizadas, entre outras ações de mobilidade de grande impacto. É um novo conceito que, gradativamente vai mudar a rotina dos usuários desses serviços,” ressalta Antenor.

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As novas estruturas serão instaladas paradas onde o fluxo alcança média de 10 mil pessoas por dia. Além da Praça Maria Taquara, a equipe também está trabalhando na área da Praça Ipiranga, onde está previsto a colocação de seis módulos, sendo que cinco desses são de 5,5 metros quadrados e um medindo 6 metros quadrados. “Os pontos da Ipiranga serão similares à Estação Alencastro, sendo todos eles climatizados. A diferença é que, nesse caso os pontos não serão de alvenaria e sim de contêineres.”

A previsão é de que mais de 80 novas estruturas como essa sejam implantadas pela Capital.  O processo teve início em julho deste ano, quando o chefe do Executivo assinou o edital de chamamento público, firmando parcerias com empresas da iniciativa privada para a implantação de novas paradas.

“O processo de modernização está em andamento e utilizará como base o reaproveitamento desses contêineres que seriam descartados. O primeiro local testado com esta estrutura e modelo de parceria, foi em frente ao Shopping Pantanal. Lá foi instalado um contêiner da 12m² x 2,70m², custeado pelo centro comercial que investiu cerca de R$ 70 mil para a substituição do antigo ponto de embarque e desembarque”, explica o secretário.

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Abrigos comuns de regiões como do Coxipó e grande CPA também estão no cronograma de revitalizações da Secretaria. 

 

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Fim do Vazio Sanitário: produtor deve ter cautela para iniciar o plantio, orienta Aprosoja

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Produtores rurais estão autorizados a plantar soja em Mato Grosso. Termina o Vazio Sanitário da Soja no Estado, após três meses de vigência. Para Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) mesmo com a liberação, produtores precisam ser cautelosos para iniciar o plantio devido as atuais condições climáticas. O período proibitivo existe há 14 anos e é uma das medidas fitossanitárias mais importantes para a prevenção e controle da ferrugem asiática na oleaginosa.

Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Antonio Galvan, ressalta a importância de o produtor estar atento ao iniciar o plantio, já que o Estado passa por um longo período de estiagem. Conforme as previsões do Projeto AproClima, as chuvas só devem acontecer na última semana de setembro, em Mato Grosso. Cautela é o melhor caminho, afirmou o presidente.

“Se tem uma coisa que o produtor rural tem é otimismo, mas nossa orientação se baseia na cautela, já que meteorologistas falam do período um pouco tardio das chuvas, principalmente este mês de setembro. Não coloque agora as duas culturas em risco (soja e milho), é preciso cautela e esperar a chegada das chuvas”, orientou.

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Galvan lembra que a entidade tem lutado e apoia integralmente o Vazio Sanitário da soja. “Incansavelmente temos lutado para manter esse período e o apoiamos, inclusive, livre de qualquer tipo de pesquisa que tenha soja. O defendemos desde a criação em 2006 e continuaremos lutando para que o vazio exista em sua totalidade”, reforçou.

Ferrugem Asiática – A ferrugem asiática da soja ocasiona perdas em torno de 20% ao ano, provocando a desfolha precoce da planta e impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma doença de importância econômica.

Vazio Sanitário – O Vazio Sanitário foi instituído pela Instrução Normativa conjunta nº 002/2015, entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT).

Clima safra 20/21 – De acordo com o professor PhD em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (USA), Luiz Carlos Molion, as chuvas na safra 2020/2021 devem ficar dentro da média. “Produtores rurais não precisam ter pressa para o plantio da safra 2020/2021, embora as chuvas possam atrasar um pouco, pode-se esperar um volume maior de água para o início de 2021, mas no geral estará na média. Não precisa se preocupar com chuvas nessa safra”, pontuou durante palestra online promovida pela Aprosoja.

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