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Saúde

Por que quem tem doenças respiratórias crônicas está entre os mais vulneráveis ao coronavírus?

Publicado

G1

Pessoas que possuem doenças respiratórias crônicas, como bronquite ou asma, estão entre os grupos mais vulneráveis a complicações da doença Covid-19, causada pelo novo coronavírus. Relatórios da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde colocam estes indivíduos entre os mais suscetíveis a essa enfermidade.

O fato de ela atingir o sistema respiratório faz com que possam ocorrer mais complicações em quem se encontra neste grupo, segundo o professor de pneumologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Clystenes Soares. Veja abaixo alguns motivos:

  • Uma pessoa com essa condição já tem um pulmão mais enfraquecido, do ponto de vista de sua estrutura
  • Doenças crônicas deixam, por consequência, o sistema imunológico mais enfraquecido
  • O vírus pode agravar ou até mesmo abrir portas para uma infecção bacteriana secundária

Veja os cuidados específicos que quem sofre de doenças respiratórias deve tomar:

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  • Ter a condição controlada da melhor forma possível
  • Seguir toda a prescrição médica já passada no acompanhamento da condição
  • Se preservar ao máximo, não se expor ao contato com pessoas suspeitas de portarem o vírus

Entenda os riscos

Soares ressalta que, para esse grupo, o coronavírus apresenta riscos similares a outros vírus que atacam o sistema respiratório, como o influenza, causador da gripe.

A diferença é que já existe vacina para a gripe. Não há, por sua vez, nenhuma vacina ou medicamento de ação comprovada contra a infecção causada pelo coronavírus.

“O que acontece é que muitas vezes os sintomas de Covid-19 são parecidos com os sintomas de influenza [gripe]”, afirma o infectologista Leonardo Weissmann. “Além disso, quem tem alguma doença crônica, qualquer uma, normalmente tem o sistema imunológico mais frágil.”

Cuidados que quem tem doenças respiratórias crônicas deve tomar

Para Soares, é importante manter a doença controlada e tomar as vacinas em dia, especialmente a de pneumonia e a da gripe – esta última, cuja vacinação começa no próximo dia 23.

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Saúde

China alerta para nova pneumonia mais mortal que a covid-19

Publicado

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Nova epidemia já teria matado 1.772 pessoas e infectado mais de 100.000 pessoas no Cazaquistão. Governo local diz que alerta é equivocado

EXAME

Um novo surto de doença respiratória, potencialmente mais letal que a covid-19, pode estar  começando na Ásia. A embaixada chinesa no Cazaquistão alertou ontem seus cidadãos no país sobre uma nova “pneumonia desconhecida”. Segundo a China, no primeiro semestre deste ano 1.772 pessoas morreram da doença este ano, 628 delas apenas em junho. Cerca de 100.000 pessoas já teriam sido contaminadas.

“Essa taxa de mortalidade da doença é muito maior que a da covid-19 e as autoridades do Cazaquistão estão conduzindo um estudo comparativo do vírus sobre o qual ainda não há definição”, afirmou a embaixada chinesa, segundo o jornal South China Morning Post.

O ministro da Saúde do Cazaquistão respondeu nesta sexta-feira, pelo Facebook. Alexei Tsoi afirmou que a informação divulgada pela China é “incorreta”. Segundo ele, a conta oficial inclui todos os tipos de pneumonias já conhecidas, incluindo as causadas por vírus e bactérias. Ele não especificou quantos dos casos tratados como pneumonia podem na verdade ser de covid-19, nem entrou em detalhes sobre se há ou não uma nova doença em circulação no país.

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A Organização Mundial da Saúde afirmou ao diário chinês que tem conhecimento apenas da circulação da covid-19 no Cazaquistão, e que a doença causada pelo novo coronavírus pode explicar o aumento nos casos de pneumonia no país. O Cazaquistão tem oficialmente 50.000 casos de covid-19, e recentemente adotou medidas mais rigorosas de distanciamento social após um avanço no contágio — a quinta-feira foi o dia com mais novos casos, 1.962.

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